Era noite, eu tinha chamado alguns amigos pra ficar lá em casa. Eles estavam na sala, bebendo, rindo alto… aquele clima de resenha.
Eu desci rapidinho pra pegar uma pizza que tinha pedido.
Quando abri o portão da garagem, dei de cara com ele.
O entregador.
Ele não era “qualquer entregador”.
Devia ter uns 25 anos, alto, corpo forte — daquele tipo que não é de academia, mas de quem vive na correria. Tinha algumas tatuagens no braço e no pescoço, bem mandrake. Camiseta colada de suor, capacete na mão… e um olhar que me segurou por alguns segundos a mais do que o normal.
— Boa noite — ele disse, me entregando a pizza.
A voz grave, meio cansada… mas firme.
— Boa… — respondi, já sentindo aquele negócio estranho no peito.
Peguei as pizzas, mas demorei pra soltar da mão dele.
Ele percebeu.
Deu um leve sorriso de canto.
— Festa lá em cima? — ele perguntou, olhando pra dentro da casa.
— Uns amigos… nada demais.
Silêncio.
Mas não era um silêncio vazio.
Era carregado.
O som das risadas vindo da sala lá em cima… e a gente ali embaixo, sozinho, na garagem meio escura.
— Quer entrar? — eu soltei, sem nem pensar direito.
Ele ergueu uma sobrancelha.
— Tem certeza?
Eu olhei pra escada. Depois pra ele.
— Tenho.
Ele entrou devagar, fechando o portão atrás de si.
Aquilo já fez meu coração disparar.
Era errado.
Tinha gente na casa.
A qualquer momento alguém podia descer.
E talvez fosse exatamente isso que deixava tudo mais intenso.
Ele se aproximou. Sem pressa.
— Você sempre chama entregador pra dentro… ou hoje eu dei sorte? — ele falou baixo.
Eu dei um sorriso nervoso.
— Acho que hoje eu que dei sorte, rs.
A distância entre a gente foi diminuindo até praticamente não existir mais. A única coisa que nos separava eram as caixas de pizza que eu estava segurando.
Eu conseguia sentir o cheiro dele — um cheiro leve de rua misturado com suor… e aquilo me deixou completamente sem foco.
Lá em cima, alguém gritou meu nome.
— Já vai! — respondi, sem tirar os olhos dele.
Quando voltei a olhar, ele tava ainda mais perto.
— Seus amigos tão esperando… — ele disse, mas não se afastou.
— E você? — perguntei.
Ele sorriu de novo. Dessa vez diferente. Mais direto. Mais decidido.
A mão dele encostou de leve na minha cintura. Devagar… como se estivesse testando até onde podia ir.
Eu não recuei.
Pelo contrário.
Aproximei mais.
A respiração já descompassada, o corpo reagindo antes mesmo de qualquer pensamento.
O som da casa, das vozes, da música… tudo ficou distante.
Só existia aquele momento.
Aquela pressa silenciosa.
Aquela vontade acumulada em poucos minutos, mas que parecia antiga.
— Se alguém descer… — eu comecei.
— Então a gente para — ele respondeu, mas o tom não combinava com a calma das palavras.
Era provocação.
Era risco.
E isso só piorava tudo.
Até que, de novo, alguém gritou:
— CADÊ A PIZZA?!
A gente se afastou só o suficiente pra respirar.
Ele passou a mão pelo cabelo, pegou o capacete.
— Melhor você subir… antes que desconfiem.
Eu ri, ainda meio sem ar.
— É… melhor mesmo.
Ele abriu o portão, mas antes de sair, olhou pra mim mais uma vez.
— Acho que vou torcer pra você pedir pizza mais vezes.
— Pode ter certeza que vou.
Ele se virou.
— Ei! — disparei eu, no calor da emoção.
Ele se assustou de leve, não esperando por isso.
— Oi? — respondeu, com a sobrancelha levemente arqueada.
— Espera aqui rapidinho. Vou pegar uma cerveja pra você.
— Olha, se fosse água eu recusaria, mas uma cervejinha gelada eu bem que aceito.
Dei um leve sorriso.
— Vou lá pegar, já volto.
Subi correndo pra sala e deixei as pizzas lá. Meu amigo João perguntou o porquê da demora. Inventei que a moto do motoboy tinha quebrado bem aqui em frente e que eu estava tentando ajudar.
— Aliás, ele tá aqui embaixo tentando arrumar lá. Vou levar essa chave de fenda pra ele e ver se precisa de ajuda.
— Demorou, mas não enrola. Colocamos GOT pra assistir — respondeu Igor, meu melhor amigo.
Confirmei com a cabeça e saí da sala. Peguei duas cervejas na geladeira e desci ao encontro do entregador.
— Já tava quase subindo lá pra pegar minha cerveja — ironizou ele pela demora.
— Dei uma disfarçada pros meus amigos não suspeitarem da demora aqui embaixo — respondi.
Entreguei a cerveja pra ele enquanto olhava atentamente pras tatuagens no pescoço dele.
— Doeu muito? — perguntei, passando os dedos pelo pescoço dele.
— Doeu, mas não tanto quanto a que tenho ao lado da virilha — respondeu, apertando descaradamente o volume por cima da calça.
— Vai ser pra ela que eu vou olhar enquanto estiver me engasgando com o seu pau.
Nessa hora eu já não estava mais me contendo; era o tesão falando por mim.
Assim que falei isso, ele colocou a mão no meu ombro e me empurrou pra baixo. Eu rapidamente desabotoei a calça dele e a abaixei. Ele estava vestindo uma cueca cinza-clara da Mash.
Comecei a acariciar o pau dele por cima da cueca mesmo. Ele colocou a mão direita dentro da cueca, deu duas apertadas no pau e o colocou pra fora.
— Mama meu pau, putinha, enquanto eu bebo essa breja — disparou ele.
Reparei no rosto dele e vi que a expressão havia mudado: estava com um sorriso safado e uma cara de puto. E, óbvio, eu me amarrei nisso.
Dei um gole na minha cerveja e comecei a mamar ele. Me engasguei umas duas vezes; ele devia ter uns 21 cm, tinha a cabeça rosinha e poucos pelos. Ah, e a tatuagem na virilha era um foguinho.
Após me mamar por uns três minutos, ele segurou meu rosto com uma mão, olhou no fundo dos meus olhos e perguntou:
— Vai me dar o seu cozinho?
— E você ainda pergunta? — respondi, enquanto me levantava e abaixava minhas calças.
Ele colocou a latinha de cerveja no chão, me virou de costas e falou pra eu colocar as mãos na parede.
— Empina esse rabo pra mim, vai! — ordenou, com um jeito bem autoritário.
Obediente como sou, empinei.
Não tinha camisinha, não havia lubrificante e muito menos conforto. Mas havia muito tesão e adrenalina — e isso foi o suficiente.
Ele abriu a minha bunda e cuspiu ali. Colocou o dedo médio e o indicador e começou a espalhar o cuspe ao redor do meu cuzinho. Ali, o tesão já tinha tomado conta de mim e eu piscava freneticamente.
Ele me dedou um pouco, colocou dois dedos lá dentro, depois três, e começou a pincelar meu cu com a pica.
— Mete! — pedi.
— Você aguenta? — atiçou ele.
Antes que eu pudesse responder, ele enfiou a cabecinha lá dentro. Dei um leve grito; na mesma hora, ele tapou minha boca com a mão direita. Colocou a mão esquerda na minha cintura e enfiou tudo.
Eu dei um puta de um gemido, mas ele foi abafado pela mão dele na minha boca.
Meus olhos lacrimejaram — sim, com um pouco de dor —, mas o desejo e a sensação de estar amando aquilo foram muito maiores.
Ele começou um movimento pra frente e pra trás, devagarinho, e foi aumentando cada vez mais. Logo começou a socar, cada vez mais forte, e eu segui gemendo na mão dele.
— De cozinho apertado, hein… delícia! — exclamou ele.
Eu só gemia, ainda com a mão dele tampando minha boca.
Ele começou a bombar no meu cuzinho, alternando entre beijar minha nuca e me dar fortes tapas na bunda.
O tesão estava tão grande que eu gozei sem nem tocar no meu pau.
— Isso, meu puto, goza com meu pau dentro de você.
Nessa hora ele tirou a mão da minha boca, colocou as duas na minha cintura e bombou tão forte que a minha porra, que já tava no final, começou a espirrar. Eu nunca tinha gozado tanto assim.
— Me enche de leite — pedi.
— Vou te encher de porra, deixar seu cuzinho marcado com meu território.
Ele me deu um tapa na bunda e meteu com ainda mais força. Eu sentia as mãos dele apertando cada vez mais a minha cintura e o pau dele pulsando dentro de mim.
Ele urrou gostoso no meu ouvido e colou aquele corpo suado em mim enquanto me preenchia.
Depois de alguns segundos, ele se vestiu, deu um tapinha na minha bunda e disse:
— Esconde esse bumbum aí, senão eu vou querer mais.
Eu dei um sorriso e me vesti.
Nos cumprimentamos com um aperto de mão, e ele subiu na moto e foi embora.
E eu fiquei ali parado por alguns segundos… tentando entender o que tinha acabado de acontecer.
Subi como se nada tivesse acontecido.
Mas por dentro…
Já tava pensando na próxima entrega.
Bom, espero que tenha gostado.
Quer trocar um papo? É só chamar, rs
diogo_osmc i..ns.ta,?gr:am



