Férias com o Tio

Oi, pessoal. Voltei aqui com um conto novo. Esse conto mistura um pouco de ficção com um pouco da realidade.

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O conto se passa há um ano, quando eu estava passando férias na casa da minha avó, no Itaim Paulista, e meu tio tinha acabado de terminar um relacionamento e havia voltado a morar lá.

Ele tinha, na época, 35 anos, era alto, em torno de 1,85 m, branco, com a pele bronzeada, olhos castanhos escuros, cabelo negro curto, com pouquíssimos fios grisalhos. A barba era bem feita, os braços fortes — não de quem faz academia, mas de quem trabalhou muito. Barriga chapada, sem tanquinho, e um peito bem gostoso.

Era férias de julho. Eu estava de boa, tinha acabado de entregar os trabalhos da faculdade e resolvi passar 15 dias na casa da minha avó.

Chegando lá, só estavam minha avó e meu tio. Conversei um pouco com eles, ela me mostrou onde eu ficaria. Eu dormiria no mesmo quarto que ele, porque o outro estava em reforma. E a gente preferiu não dividir o quarto com a minha avó, para ela ter a privacidade dela.

Meu tio era daqueles homens que chamavam bastante atenção. Não tinha como não olhar para a mala dele, porque ele só usava shorts curtos de academia, mesmo sem fazer academia. Então o volume dele sempre ficava marcado. Tanto a mala quanto a bunda redondinha que ele possuía.

Na primeira noite, eu notei que ele dormia só de cueca. Como eu já estava com segundas intenções, resolvi também dormir só de cueca, com a bunda pra cima.

Ele jogou uma piadinha:
— Eita, tá malhando bastante os glúteos.

E eu retruquei:
— Tô fazendo muito agachamento.

Ele comentou:
— E no que você agacha?

Eu ri e respondi:
— Melhor a gente não entrar nesse assunto.

A gente continuou trocando uma conversa com teor mais sexual, mas acabou que viramos cada um pro seu lado e fomos dormir.

Os dias foram passando, as brincadeiras foram aumentando, as indiretas também, até que, numa bela noite de sexta-feira, minha avó já estava dormindo e nós estávamos no quarto conversando. A gente não tinha televisão no quarto, então só entrava lá pra dormir.

Estava um breu total, bem escuro, porque minha avó dormia com tudo apagado. A gente conversava, e o assunto acabou entrando no término dele.

Ele comentou que uma das grandes brigas no relacionamento era sempre a questão do sexo, que a mulher dele nunca queria, sempre estava com dor de cabeça ou cansada.

Ele olhou pra mim e falou:
— Você acredita que ela nunca me liberou o cuzinho dela?

Eu virei pra ele e disse:
— Nossa, que judiação… eu liberaria, mesmo sem ser casado contigo.

Ele riu e perguntou:
— Você liberaria pra mim? Liberaria pro tio?

Eu respondi:
— Libero o que você quiser.

Ele então falou:
— Então por que você não me liberou ainda?

Eu virei de bruços, empinei a bunda e disse:
— É só você tomar posse.

Nessa hora, o olhar dele mudou. Já não era mais aquele olhar de tio cuidadoso. Era um olhar safado, de macho, o que só me atiçou ainda mais.

Ele falou:
— Não fica brincando com isso. Eu tô há semanas sem gozar. Se eu te pegar, eu vou judiar.

Eu respondi:
— Ué, e tem alguém aqui brincando?

Ele disse:
— Garoto, não mexe comigo. Você não tem noção do tamanho da terceira perna que tem aqui nas minhas calças.

Eu abaixei a cueca e deixei minha bunda à mostra. Eu estava deitado de bruços, com a barriga pra baixo.

Ele tirou o pau pra fora. Cara… era imenso. Devia ter uns 22 centímetros, branco, com a cabeça avermelhada, lisinho, quase sem pelos.

Ele perguntou:
— Será que você aguenta?

Eu respondi:
— Só tem um jeito de descobrir

Eu me levantei e fui até a cama onde ele estava deitado. Sentei ao lado dele, e ele pegou minha mão, guiando-a até o pau dele, já duro. Com a voz baixa e firme, disse para eu mamar.

Obedeci. Comecei a chupar freneticamente, sem nem precisar fazer esforço, porque ele mesmo segurava minha cabeça e a empurrava contra o corpo dele, forçando cada vez mais fundo. A pica dele era enorme e grossa, e eu me engasgava enquanto tentava acompanhar o ritmo. Eu subia e descia, repetindo movimentos que já tinha visto em vídeos, tentando agradar, tentando ir cada vez mais fundo.

Ele urrava de tesão. Puxava meu cabelo para cima e depois afundava minha cabeça de volta, me fazendo perder o ar por alguns segundos antes de conseguir respirar de novo. Estocava minha boca como se estivesse comendo alguém, indo até o fundo sem piedade.

Quando consegui me afastar por um instante para respirar, ele me olhou, sorriu e me deu um tapa no rosto.

— Você gosta, putinha?

Eu apenas sorri de volta. Aquilo já dizia tudo.

Ele não perdeu tempo e empurrou minha cabeça novamente contra ele, forçando mais forte, mais fundo. Eu me engasgava, respirava rápido e voltava a mamar, preso naquele ritmo que ele ditava.

Depois de um tempo, ele tirou o pau da minha boca e mandou eu lamber o saco dele. Obedeci, sentindo o cheiro forte de homem, não um cheiro sujo, mas um cheiro de suor, de macho, de corpo quente. Aquilo, estranhamente, só aumentava ainda mais meu tesão.

Voltei a chupar, tentando fazer garganta profunda, enquanto ele apertava minha cabeça e me avisava para tomar cuidado, dizendo que poderia gozar.

Em seguida, ele mandou eu levantar e tirar a cueca. Fiz o que ele pediu. Ele também se levantou, terminou de abaixar a própria cueca e me virou de costas. Começou a morder meu pescoço, minhas costas, descendo lentamente até chegar na minha bunda.

Mandou que eu colocasse as mãos na cama e empinasse o rabo para ele. Eu obedeci. Ele abriu minhas nádegas com as duas mãos e começou a me lamber ali, com vontade. Era a primeira vez que alguém fazia aquilo comigo, e a sensação me fez perder o controle. Eu me masturbava enquanto ele me linguava, gemendo sem conseguir segurar.

Logo senti um dedo entrando, depois dois. Quando colocou três, eu já estava quase fora de mim, gemendo alto, tomado por uma mistura de dor e prazer que eu nunca tinha sentido antes.

Ele perguntou se eu queria ser fistado. Eu não fazia ideia do que aquilo significava e perguntei. Ele apenas riu, dizendo que era melhor eu não saber, e continuou apenas com os dedos, dizendo que estava me preparando para receber o pau dele.

Depois de mais alguns minutos, ele se levantou, esfregou o pau na minha entrada e perguntou se eu estava pronto. Eu disse que sim, que ele podia meter. Ele exigiu que eu pedisse, que implorasse. E eu implorei, sem vergonha, pedindo para ele me comer, para me preencher.

Ele então me virou, mordeu meu pescoço com força, me colocou de frente para ele, deitado na cama, e disse que queria olhar para o meu rosto enquanto me fodia.

Ele colocou a cabeça do pau na entrada do meu cuzinho e começou a forçar a entrada. E estava doendo um pouco, mas estava muito gostoso.

— Aguenta putinha do tio, estou só começando — brincou ele

Nisso ele empurrou com força e eu soltei um gemido alto. Na mesma hora ele meu deu um tapa na cara e disse

— Geme baixo putinha, estou vendo que vou ter que te domar.

— Me doma, me faz de seu puto — respondi ele

— Puto? Vou fazer você de puta!

Nisso ele começou a socar seu pau dentro de mim, a cada estocada eu sentia meu cu se abrindo, ardia muito.

Ele começou a bombar com força e rápido, estava muito gostoso.
Nisso eu comecei a babar bastante e ele começou a bater uma pra mim enquanto me fodia com gosto.

Ele começou a bombar e ele ia pra frente e pra trás, metendo bem gostoso. Começou a bater mais forte, cada vez mais forte, me dando tapas na bunda e falando para eu aguentar.

Eu tentava gemer baixo, mas não conseguia segurar totalmente. Cada estocada dele fazia a cama ranger levemente e meu corpo ir pra frente.

— Aguenta, vai… você que pediu — ele sussurrava no meu ouvido.

Eu respondia com gemidos abafados, sentindo o pau dele entrando e saindo, quente e grosso, me preenchendo completamente. A cada movimento, parecia que eu sentia ele ainda mais fundo.

Ele começou a acelerar o ritmo, me dava tapas na cara e me falando muita putaria, querendo ver minha expressão.

— Tá gostando, né? — ele perguntou, ofegante.

Eu só consegui balançar a cabeça, completamente entregue, sentindo meu corpo inteiro arrepiar.

Ele continuou metendo forte, e eu sentia meu corpo começar a tremer. Sem nem encostar em mim, eu acabei gozando, gemendo mais alto do que deveria. Na hora, levei a mão à boca para tentar abafar.

Ele riu baixo:
— Já gozou? E eu ainda nem terminei.

Mesmo depois de eu ter gozado, ele continuou, mais forte, como se estivesse descontando todas as semanas que tinha ficado sem sexo. Eu sentia cada estocada mais pesada, mais funda, até que ele começou a gemer também, perdendo o ritmo por alguns segundos.

Ele segurou minha cintura com força e enfiou tudo de uma vez, ficando parado lá dentro, enquanto gozava. Eu senti ele pulsando e o líquido quente dentro de mim.

Ficamos alguns segundos assim, em silêncio, só ouvindo nossas respirações no quarto escuro.

Depois ele saiu devagar. Eu senti escorrer e me deu um arrepio. Ele pegou a cueca dele no chão e vestiu, como se aquilo fosse a coisa mais normal do mundo.

— Veste a cueca e dorme — ele disse em voz baixa.

Eu me levantei devagar, ainda meio mole e com o cuzinho latejando, coloquei minha cueca e deitei novamente na cama. Meu corpo estava cansado, mas minha cabeça estava a mil, revivendo tudo que tinha acabado de acontecer.

Ele virou de lado e, em poucos minutos, já estava dormindo, respirando pesado. Eu fiquei acordado, olhando para o teto, tentando entender como, em poucos dias de férias, as coisas tinham chegado naquele ponto.

Na manhã seguinte, acordei com o barulho da minha avó na cozinha. O cheiro de café invadia o quarto. Meu tio levantou normalmente, como se nada tivesse acontecido. Espreguiçou, pegou a roupa e saiu.

Eu fui atrás, tentando agir da forma mais natural possível. Sentamos à mesa, tomamos café com ela, conversamos sobre coisas simples, como o clima e o almoço.

Mas, por dentro, eu ainda sentia tudo o que tinha acontecido naquela noite. Cada vez que eu olhava para ele, lembrava das mãos dele, da voz dele, e de como ele tinha me usado poucas horas antes, naquele mesmo quarto em que agora tudo parecia tão normal.

Após o café, ele passou por mim e disse no meu ouvido

— Você não vai ter sossego nessas férias, Guri. Vai ser minha putinha dia e noite, até acabar as férias.

E assim foi, aproveitei cada dia e cada noite com aquele macho.
Voltei pra casa todo abertinho, mas com o sorriso de orelha a orelha.

Espero que tenham gostado, e se gostaram votem e comentem.

Foto 1 do Conto erotico: Férias com o Tio

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Férias com o Tio

Codigo do conto:
257433

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/03/2026

Quant.de Votos:
1

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