O Uber

Era quase 04h da madrugada quando eu chamei o carro.
Estava em uma balada na Augusta chamada Bar Verde. Estava muito boa, mas eu já estava cansado, querendo só chegar em casa e cair na cama.

O aplicativo encontrou um motorista em menos de 6 minutos.

Quando o carro parou em frente, eu abri a porta e entrei sem nem olhar direito… até que senti o cheiro forte de perfume masculino misturado com o couro do banco.

— Boa noite — ele disse, olhando pelo retrovisor.

Foi aí que eu reparei.

Ele devia ter uns 30 anos, barba bem feita, braços grossos aparecendo por baixo da camiseta preta justa. Ele tinha uma tatuagem tribal no braço direito. Estava com shorts de academia; não pude deixar de reparar naquelas coxas grossas. Tinha aquele jeito calmo, mas confiante, de quem sabe que chama atenção.

— Boa noite — respondi, tentando disfarçar que estava olhando demais.

A corrida começou em silêncio, só o barulho baixo do motor e o som distante da cidade à noite.

Depois de alguns minutos, ele puxou conversa:

— Foi festa ou trabalho?

— Balada… com uns amigos.

Ele assentiu com a cabeça.

— Dá pra perceber — disse, com um leve sorriso.

Fui olhar no retrovisor e peguei ele me observando também.

Desviei o olhar, mas meu coração já tinha começado a bater mais rápido.

A rua estava vazia, os postes iluminando o interior do carro em intervalos. Cada vez que a luz passava, eu conseguia ver melhor o rosto dele, o maxilar marcado, o olhar concentrado na avenida… e, às vezes, em mim.

— Você mora sozinho? — ele perguntou, de repente.

Estranhei a pergunta, mas respondi:

— Moro, sim — menti.

Ele ficou em silêncio por alguns segundos.

— Então não tem pressa de chegar, né?

Olhei pra frente, confuso. Com um pouco de medo, confesso.

O carro diminuiu a velocidade… e ele encostou num lugar mais escuro, antes de virar a esquina da minha rua.

— O que houve? — perguntei, tentando manter a voz firme.

Ele virou o rosto na minha direção pela primeira vez desde que eu tinha entrado no carro.

— Nada… só achei que a gente tava se olhando demais pra fingir que não tava acontecendo nada.

O silêncio que veio depois foi pesado.
Mas não desconfortável.
Era aquele tipo de silêncio que faz o ar parecer mais quente.

Meu coração estava disparado. Eu sabia que bastava uma palavra, um gesto… e tudo podia mudar.

— Se você quiser, eu encerro a corrida agora — ele disse, ainda me encarando.

Eu olhei pra tela do celular, depois pra mão dele apoiada no volante… e de volta pros olhos dele.

— E depois?

Ele deu um sorriso lento.

— Depois a gente vê até onde quer ir.

Aquela frase ficou ecoando na minha cabeça por alguns segundos, enquanto a cidade continuava passando lá fora, indiferente ao que estava acontecendo dentro daquele carro parado.

Eu sabia que aquilo era impulsivo. Arriscado. Totalmente fora do normal.
Mas também sabia que fazia tempo que eu não sentia aquele tipo de vontade tão forte por alguém que eu tinha acabado de conhecer.

Inclinei um pouco o corpo na direção dele.

— Então… encerra a corrida.

Ele não disse nada. Só pegou o celular, finalizou a viagem… e deixou o silêncio tomar conta de novo.

Dessa vez, porém, a distância entre a gente parecia muito menor.

Ele virou para trás novamente e colocou sua mão em minha coxa, apertando.

— Vai vir aqui pra frente ou prefere que eu vá aí atrás? — perguntou ele, enquanto apertava por cima do shorts.

— Aqui atrás tem mais espaço — respondi.

Ele veio até o banco de trás, fechou a porta e começou a me beijar. Pude sentir que ele estava com Halls na boca. Será que foi tudo premeditado?

Ele foi tirando minha camiseta, meu shorts e minha cueca enquanto me beijava com força. Quando fui ver, eu já estava pelado e ele seguia vestido.

— Tira essa roupa, deixa eu te ver melhor — pedi.

— Curte um pouco de adrenalina? — perguntou ele.

— Mais? — indaguei, estando completamente nu dentro do carro de um desconhecido.

Ele abriu a porta do carro e saiu. Parou em frente à janela ao meu lado, colocou a cabeça dentro do carro, me beijou e falou:

— Mais!

Nisso, ele tirou a camiseta e o shorts, ficando apenas de cueca. O pau dele estava duro e marcando na cueca; tudo o que eu queria era mamar aquele pau.

— Tira a cueca também — pedi.

— Vem tirar.

Ele realmente queria me levar ao limite. Eu estava sedento por ele, e ele, por adrenalina.

Meu coração estava batendo forte, era um misto de tesão e medo. Eu olhei ao redor e não tinha ninguém. Então eu saí.

Assim que eu saí, ele já me beijou. Eu retribuí o beijo e fui descendo lentamente. Beijei os peitos dele, fui descendo para o umbigo e desci até o pau.

Fui tirando a cueca dele lentamente, enquanto ele colocava dois dedos em minha boca.

Eu tirei a cueca dele e o pau dele deu um pulo pra fora. Ele não era dotado, mas tinha um pau acima da média, devia ter uns 19 cm. E foi ali mesmo, na rua, que eu mamei ele.

Ele agarrou meus cabelos e começou a forçar a minha cabeça contra o pau dele. Mal dava tempo de engasgar; ele tirava e colocava novamente. Tirei o pau da boca e comecei a chupar as bolas dele, e ele foi ao delírio.

Antes que eu pudesse colocar o pau dele na minha boca de novo, a gente escutou um grito. Quando olhei pro lado, tinha dois caras lá no final da rua. Não sei se eram mendigos, bêbados ou apenas dois caras voltando de alguma balada. No impulso, entrei para o carro e ele pegou suas roupas e entrou também.

— Porra, isso foi muito bom — exclamou ele, cheio de tesão.

— Bom? A gente podia ter apanhado — exclamei.

— Cala a boca e volta a me mamar — disse ele, empurrando minha cabeça contra o pau dele.

Eu voltei a mamar ele, só que dessa vez eu me engasgava cada vez mais. Ele mantinha uma mão no volante e a outra na minha cabeça, me forçando contra o pau dele.

— Isso, sua puta, eu quero ouvir você se engasgar.

Ele dirigiu por mais uns dois minutos enquanto eu mamava. Quando me levantei, vi que ele havia parado em uma rua sem saída, completamente vazia. Era o lugar perfeito.

Ele tinha uma postura autoritária, de cara mandão, e isso me deixava com mais tesão.

Ele falou pra eu montar em cima dele no banco do motorista, e eu não pensei duas vezes. A gente voltou a se beijar, e quando as mãos dele desceram até minha bunda, ele começou a me dedar. Primeiro um dedo, depois dois, depois três, enquanto me beijava.

Eu já estava louco de tesão. Meu pau estava babando, mas eu queria sentir o pau dele dentro de mim, queria sentir ele pulsar e, por fim, queria sentir a porra dele escorrendo em mim.

— Me fode — cochichei no ouvido dele.

— Você quer pica, é minha puta? Então vai ter que aguentar.

Ele colocou a cabecinha na posição.

— Relaxa, senão não vai entrar.

Eu respirei fundo, coloquei as duas mãos pra trás e arreganhei.

Ele aproveitou e enfiou tudo de uma vez.

— Porra, caralho, vai devagar — gritei.

— Você não quis? Agora vai ter que aguentar.

Ele começou a bombar dentro de mim. Eu pude sentir minhas pregas se soltando. O pau dele entrava cada vez mais, e tudo o que eu queria era mais.

Ele segurou meu queixo com uma mão e me deu um tapa servido com a outra. Eu virei pra ele com um sorriso.

— Você gosta, né?

— Me amarro — respondi.

Era só o que ele precisava ouvir pra meter cada vez mais forte, enquanto mandava tapas na minha cara. Ele me agarrou e me virou no banco, abaixou mais o encosto, me deixando de frango. Colocou minhas pernas em cima do banco e começou a socar com mais agilidade e força, até que eu gozei na hora.

— Isso, vai, goza pro seu macho — disse ele, gemendo enquanto metia em mim.

— Me enche — pedi.

— Posso gozar dentro de você, putinha?

— Pode, me enche de leite.

Ele começou a bombar com mais força e mais rápido, até que eu pude sentir ele ejacular dentro de mim. O leite quente escorrendo e me enchendo. Ele meteu mais duas vezes e tirou.

Foi uma das melhores noites da minha vida. A sensação da adrenalina misturada com desejo e tesão foi absurda.

Eu me vesti, fui pro banco do passageiro e voltei a mamar ele enquanto ele se direcionava para minha casa. No fim, me despedi dele, mas dessa vez eu peguei o contato.


Espero que tenham gostado desse conto.

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Foto 1 do Conto erotico: O Uber

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Comentários


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renner1960 Comentou em 20/03/2026

Conto magnífico, há 2 anos precisei andar de uber pois meu carro ficou 3 meses na oficina, andei com cada macho lindo e gostoso, mais nunca rolou nada.

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kaikecamargo3 Comentou em 20/03/2026

Que noite gostosa.




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Ficha do conto

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caleb18

Nome do conto:
O Uber

Codigo do conto:
257326

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/03/2026

Quant.de Votos:
9

Quant.de Fotos:
4