Pagode - Livro 2 Parte 1 Capitulo 7

A minha esposa estava a fim de caçar.
A noite de sexta-feira prometia ao menos muita exibição. Já tínhamos bebido uma garrafa de vinho quando ela levantou para o ritual de preparação, que eventualmente demora cerca de uma hora, isso quando tenho que depilar sua boceta. Eu deitado na cama apreciando o ir e vir dela do quarto ao banheiro, ao closet. Nua, fazendo sua hidratação e maquiagem. Em dado momento ela para na minha frente e indaga se a sua buceta está muito cabeluda, pegando os pelos com a mão e puxando pra frente. A buceta dela é mantida bem raspada, porém com um tufo de pelos sobre a testa da buceta. Este tufo de pelos é cultivado e mantido por mim, satisfazendo minhas taras, variando desde um pequeno e estreito bigodinho a um punhado desforme de pelos, que era como estava agora, tendo um comprimento tal, que possibilitava ela segurar e esticar.
A forma como a sua buceta estava produzia uma visão fabulosa quando ela está de quatro, empinando o rabo. Ao mesmo tempo, quando saímos para exibição, a nudez exposta sendo contemplada com os pelos da buceta a mostra é estonteante.
Imaginei que para uma seção de exibicionismo, a buceta da minha esposa estava linda para ser exposta e admirada. Ela então pega uma blusa de tecido fino que formava na região dos seios uma espécie de amassado (perdão pelo desconhecimento do tecido), ficando bom para não usar o sutiã e deixaria sua barriguinha amostra e pediu que escolhesse a sua saia. Pensei que pagode e rebolado combinariam com uma minissaia jeans. A escolhida foi uma minissaia jeans desfiada e curta, mas não no limite da polpa da bundinha dela, como ela estava acostumada a usar.
Embora minha esposa estivesse superexcitada, já saindo com a bucetinha babada antes de chegar na casa de show, eu estava mais focado nas nossas brincadeiras, do que achar que poderíamos evoluir.
A casa de show, que era a primeira vez que estávamos indo, era um galpão grande com estacionamento nas laterais e atrás fazendo um “U”. Procuramos o acesso de uma das laterais. Havia um segurança em cada um dos portões e dois manobristas. A brincadeira se incendiou no momento em que parei na entrada. Abri o vidro do meu lado e o segurança que estava próximo começou a fazer a anotação do veículo. O cara era um gigante em altura e musculatura, um armário como se diz. Cheio de má intenção acendi a luz interna quando ele estava na frente do carro anotando a placa e vindo na minha direção para entregar o recibo, ele viu o que queríamos que ele visse, minha esposa caudalosamente sentada no banco do carona, com sua minissaia não escondendo a buceta brilhante. E ela com um semblante tranquilo e sereno de que não estava acontecendo nada. A reação do cara foi instantânea. Sorriu e desejou uma excelente noite.
Eles nos direcionou para seguirmos e vimos mais a frente um dos manobristas sinalizando uma vaga, mas percebi uma outra vaga mais a frente que deixava o carro próximo ao muro, ficando apenas um carro do meu lado. Ainda com a luz interna acessa, parei próximo dele, que estava do lado da minha esposa e abri a janela. Ele ao chegar do lado da janela, minha esposa se manteve como estava. Ele vidrou na buceta dela e eu falei que iria parar na outra vaga e ele apenas balbuciou um aham! Minha esposa sorriu e estacionei o carro.
Saímos caminhando em direção ao portão de acesso para ir à entrada da casa de show. Próximo ao local onde o segurança “armário” estava ela fez uma coisa inédita. Por conta própria ela puxou a minissaia expondo sua buceta enquanto andamos. Andando ao lado dela meu pau endureceu na hora, o segurança quando nos viu aproximando focou na buceta exposta dela e quando passamos por ele, falou: – Boa noite, casal. Boa diversão, cuidaremos do seu carro e se precisarem de algo mais é só pedir que atenderemos com prazer. Eu agradeci, com o meu sorriso de corno manso, vendo minha esposa flertar com ele, em uma troca de olhar fulminante.    O local tinha boa música e as bandas da noite estavam fazendo a galera agitar, porém era muito quente e pouca ventilação. Após uma hora bebendo e dançando já estávamos bem suados. O ponto crucial neste ambiente era que tinha muitas mesas próximas umas das outras e se fazia espécies de ilhas arredando as mesas e galera dançando no centro. Frustrou um pouco a exibição veladas que estávamos acostumadas, porém houve compensações. Ficamos próximo de uma galera bem de boa com algumas mulheres em casal e alguns solteiros e praticamente não sentamos.
Estando muito próximos dos parceiros de ilha, sobrava as outras ilhas que veriam minha esposinha em pé ou inclinada, quando me abraçava ou me beijava. Mirávamos em uns caras e ela fazia as poses. Nosso tesão aumentando cada vez mais. E minha esposinha já se mostrava irrequieta. Ela percebeu que não íamos avançar na caça e ela falando que a sua bucetinha estava coçando e babada e eu passava a mão e sentia o cheiro inebriante da buceta dela. Ela falou no ouvido: – Aí amor, tô querendo pica amor. Tava pensando no gostoso que tá lá fora.
– Quem amor?
– O gosto do segurança. Viu como me olhou? Será que ele me pega?
– Quem não pegaria você amor? Preciso apenas pensar como poderemos fazer.
– Pensa rápido que tô que não aguento mais.
– Fique aqui que já volto.
Eu fui saindo na direção da portaria. Não sabia bem o que iria fazer, mas fui ver como estava o ambiente. Sai e fui na direção o estacionamento. Antes da entrada parei em uma senhora vendendo balas e outros produtos. Parei, comprei uma carteira de cigarro e um isqueiro (eu não fumo). Segui caminho e ao entrar no estacionamento, vi o segurança sentado em uma cadeira de plástico. Ele me cumprimentou e disse: – Fala doutor, tudo certo? Algum problema? Cadê a patroa?
Eu disse: – Tudo tranquilo. Minha esposa tá louca querendo fumar. Vim no carro buscar. Cadê os meninos?
– Eles já foram embora, são 2:45h, já tem pouca gente.
Olhei para o estacionamento e realmente já havia poucos carros. O meu era o mais distante e antes dele havia mais dois a cerca de 10 metros. Favorável, pensei.
– Tu vais ficar até que horas?
– Bem, pra mim mais 1h de trampo e está vencida a noite.
Fui até o meu carro, acendi a luz interna e dei um tempinho, como se estivesse procurando o cigarro. Sai e acendi o cigarro e fiquei tragando. Me aproximei dele e ofereci um cigarro, que foi aceito de imediato. Falei que estava bem quente dentro do ambiente. E que achava que iria buscar a minha esposa pra fumar ali. Perguntei de tinha problema.
Ele disse: – Claro que não. Podes trazer a patroa sem problema. Tem mais algumas cadeiras ali. Podem ficar à vontade.
Sai na direção da entrada e da minha esposa. A encontrei sambando com as outras gurias. Fiquei um pouco pra traz observando as meninas. Terminou o pagode que estava tocando e ela veio e me abraçou e perguntou da demora. Eu falei que talvez tivesse um plano para o segurança. Disse que íamos parar na entrada do estacionamento para fumar. Que ela deveria parecer bêbada e falar muita besteira e que eu ia pedir que me ajudasse a leva-la pro carro e quando chegasse lá iria colocar ela no banco traseiro e deveria ficar de quatro com a bunda arrebitada. E esperar a natureza agir.
Ela disse: – Caramba amor, você armou tudo isso agora?
Eu disse: – Por que a pergunta amor?
– Nossa, casei com o corno certo. Que imaginação, ela disse.
– Ah amor, pra levar um chifre. Sabes que adoro nossa putaria, né? Comentei.
Nos despedimos da galera e a conduzi até a saída. Falei pra ela apenas puxar o cigarro e depois soprar. O importante era deixar claro a nossa intenção. Chegamos na parte externa do galpão e ela já foi fazendo como fez anteriormente. Deixou a parte de baixo da minissaia levantada aparecendo sua bucetinha. Fomos nos aproximando de onde ele estava sentado e paramos na sua frente. Imaginei a visão que ele estava tendo.
Apresentei minha esposa. Ele levantou e minha esposa foi na direção a ele e ficou na ponta dos pés para abraçá-lo e dar o beijinho no rosto. Ele disse pra ela sentar enquanto ia pegar mais duas cadeira. Eu rapidamente coloquei a cadeira dela de costa pra rua e de frente para o estacionamento, assim ela poderia ficar mais à vontade. Ela sentou e manteve as pernas fechadas. Ele trouxe as cadeiras e eu peguei uma colocando do lado da minha esposa e ele colocou a dele na posição paralela a rua. Eu peguei o cigarro, acendi e dei pra minha esposa e ofereci outro pra ele.
Minha esposa enrolando a língua disse: – Amor nosso amigo é todo grandão né? E riu... passando a mão e alisando nos braços grande dele, Você malha, é? Você é todo grandão?
Eu comecei a rir e disse para ele não ligar que ela tinha bebido um pouco demais.
Ele disse: – Não esquenta patrão. Acontece.
Eu disse para minha mulher: – Amor, fique terminando o seu cigarro que vou no carro rápido.
Ela disse: – Pode deixar amorzinho, o menino cuida de mim e virando pra ele disse, Você cuida de mim, né?
Ele disse: – É claro madame.
Eu dei um beijo nela e uma piscadinha e comecei a me afastar. Dei alguns passos e virei e flagrei ela com as pernas escancarada pro lado do segurança.
Eu fui e voltei rapidamente e ela se manteve com as pernas escancaradas mesmo com a minha presença.
Eu disse: – Vamos meu amor, está ficando tarde, e virando pra ele, desculpa meu amigo, acho que ela bebeu demais.
Ela disse: – Vamos sim meu amor. Precisas cuidar da sua esposinha, olha com tá minha bucetinha ela tá babando. E vamos rápido se não o menino aqui vai cuidar, né moço. Olha como tá o pau dele, sorrindo.
Ele disse: – Fique tranquilo amigo, isso acontece.
Eu fiz força pra levantar ela e ela fazendo força na cadeira, a safada. Pedi que ele me ajudasse com ela. Ela cedeu a investida dele e fomos um de cada lado.
Ela foi andando e falando: – Aí moço, desculpa viu, isso culpa do meu marido, ele faz as coisas e depois não aguenta, não.
Eu só rindo.
Ele disse: – O que ele fez, madame?
Ela disse: – Ele pediu pra um vir com essa sainha. Ela é bonita né? Então moço, ele pede pra eu vir sem calcinha. Aí ela fica aparecendo.
Eu apenas disse pra não ligar para o que ela estava falando, e ele sorriu.
Chegando ao carro eu destravei e pedi que a segurasse, fiz a volta e abri a porta de traz do lado que estava para o muro.
E voltei e disse: – Vamos colocar ela atrás e conduzimos ela até a porta do carro.
Ela disse: – Amor, deixa eu entrar, e ficou de quatro na entrada do carro e falou pro segurança, olha como eu estou?
Eu disse pra ele: – Segura ela aí por favor, esqueci o maço de cigarro e sai de volta a entrada do estacionamento, sem antes ouvir..., ele dizendo pra ela que eu era doido.
Ela disse pra ele: – Ele é muito doido mesmo, né? Aí, moço, me deixar assim, com minha buceta escancarada e babando na frente de um estranho. Aí moço, aproveita que meu maridinho me deixou na tua mão come minha bucetinha, come.
Ele disse: – Bem que percebi que ele é um corno. Vi tua buceta assim que chegaram e botou a pica pra fora.
Ele não perdeu tempo só aprumou a pica na entradinha da buceta molhada dela e empurrou, fazendo minha esposinha gemer.
Retornei rápido quando vi o movimento dela e quando me aproximei ele comentou: – Era isso que querias ver, né? Vem aqui perto ver.
Eu disse: – Você está bem amor?
Ela gemendo: – Aí amor, corno FDP, o que você acha? Ele tá machucando a bucetinha da tua mulher, seu corno.
Havia ali uma fúria incontida na forma como o segurança bombeava na minha esposa, uma forma de punir a transgressão os dois, a esposa puta infiel que busca e provoca o macho, e do corno manso, que facilita, preparar e entrega sua esposa na mão de um estranho, que os submete a uma trepada selvagem no meio de estacionamento. A esposa de quatro arreganhada e entregue a ele. Não havia carinho, apenas a pica grossa esfolando a bucetinha delicada dela. Havia pressa, havia o tesão do risco.
Minha esposa gozando se tremendo e ficando molezinha sobre o banco do carro e ele erguendo o quadril para concluir sua missão de dar prazer a uma puta e humilhar o corno, um prazer que é maior que o sexual pelo contexto de sedução e armação. Ele aumenta o movimento na mesma velocidade que geme e urra como um animal sobre minha mulher, que só tem força para ficar gemendo fraquinho. Ele finalmente crava a pica e goza fartamente nela, fazendo-a gozar novamente. Vai recuperando o fôlego e vai tirando sua pica já amolecendo de dentro dela. Sua porra vai escorrendo dela pelas suas pernas melando todo o banco do carro. Ele sorri soltando minha esposa, veste a calça e vai saindo.
Passa por mim e bate na minha costa e diz: – Tua mulher é a maior e melhor puta que já comi. Estou sempre aqui de quinta a sábado, sempre neste ponto. Sempre que quiser ver ela fudendo, traz ela e me deu um cartão. O segundo celular é o meu. E foi andando para seu posto.
Olhei o cartão: “COBRA SEG – Serviços de segurança privada”.
Guardei o cartão, vai que precisamos de serviços de segurança, né? Fui olhar minha esposa. Ela estava jogada sobre o banco já adormecida.
Acomodei minha esposinha no banco e sai para casa. Passando pelo segurança, só consegui balbuciar um valeu pela noite. Chegando em casa levei minha esposa para o quarto e a coloquei gentilmente sobre a cama, tirei sua roupa e fui conferir o estrago. O cheiro do sexo na buceta dela era inebriante. Fui passando a língua na extensão da buceta dela enquanto ela dizia que para ir devagar que estava sensível. Fiz a limpeza que todo corno manso adora fazer e deixei ela adormecer.
Fui dormir relembrando a loucura que fizemos e pensando na festa que aconteceria a noite na casa da nossa senhoria.



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Nome do conto:
Pagode - Livro 2 Parte 1 Capitulo 7

Codigo do conto:
257269

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
19/03/2026

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