Livro 1 Parte 4 O Casal - O maiô; O primeiro chifre

Capítulo Oito – O Maiô
       O nosso primeiro ano de casados foram de muito fogo com a recém conquistada liberdade. Transávamos quase todo dia. Minha esposa tinha um fogo e um fôlego que me exauria mesmo eu sendo jovem e vigoroso. As nossas provocações e conversas evoluíam, mas ainda contidas pelo medo, ciúmes, coisas que abordei anteriormente. Até que...
        Havíamos programado uma praia em um fim de semana e saímos para compra um maiô para minha esposa, porque biquini para a mulher casada nem pensar. Entramos em uma loja de uma conhecida da minha esposa. A conhecida era uma mulher já madura com seus quarenta mais. Minha esposa pediu para ver os modelos e foram apresentadas as opções, vários modelos de várias de cores. Havia também alguns fios-dentais o que minha esposa disse não usar nunca. Eu apenas ria e realmente até concordava com ela. Até que foi mostrado um modelo bem bonito, preto e com um caimento bem bonito, ao menos aparentemente. A largura da região da calcinha era normal e no bumbum também. A mulher disse que vestia bem e tal. Eu gostei e compramos.
        Chegando em casa e ela foi experimentar o maiô. Ela no quarto disse: – Amor, olha isso! não posso usar isso.
       Quando entrei no quarto, meu pau ficou duro na hora. O maiô tinha um corte um pouco acentuado na cintura. Como a ela tem uma cintura fina em relação aos quadris e uma bunda bem arrebitada, o maiô era esticado pra cima. Como a largura da área da calcinha e do bumbum era normal, acabava por entrar no bumbum, digo rabão da minha esposa, ficando como um fio dental. Meu tesão explodiu. Ela brigou comigo por estar excitado e um relâmpago me atingiu.
        Eu disse: – Meu deus amor, você está muito gostosa, olha como você me deixou.
       Abracei e apertei ela com vontade. Acabei comendo minha esposa de maiô mesmo. Coloquei ela de quatro e puta que pariu, que visão. Puxei o maiô para o lado e a fudi com vontade.
       Ela ficou dizendo: – Está gostando é? Não posso usar isso.
       Eu disse: – Está uma delícia, vai usar sim…
       Ela gemeu e gozamos juntos de forma intensa. E assim começou. Depois da foda e ainda deitados recuperando o fôlego, ela disse: – Amor, não posso usar esse maiô. Está muito indecente, vão ficar olhando para mim.
       Eu disse: – Amor, você ficou uma delícia.
       – Você não vai ficar com ciúmes, você não me deixa usar nada muito curto?
       – Não sei o que estou sentindo não, mas quero que você use esse maiô. Não vou sentir ciúmes.
       Outra situação que o maiô proporcionou foi que a buceta dela era muito peludinha na época, com pelos nas laterais próximo a virilha, e como o maiô era de tamanho normal, mas que escorregava para o bumbum, na frente também ficava mais cavado e os pelos saiam pela lateral. Ela disse: – Amor, vou precisar depilar mais um pouco aí em baixo.
       Eu disse: – Pois deixe comigo que vou adorar fazer isso.
       A preparação da minha esposa para a praia! O início deste ritual de preparação, sempre falamos entre nós desta primeira vez. Minha esposa bem constrangida à medida que eu ia avançando nos cortes e com a lâmina. Minha mente retornando ao tempo dos playboys, com a nudez das atrizes e famosas, com apenas o “bigodinho do Hitler”. Eu fiz assim.
Minha esposa estava muito excitada com os toques e com o que ela estava imaginando, fantasias trazidas novamente à tona. Ela disse depois, que estava se imaginando com aquele maiô na praia sob o olhar dos homens. Ficou muito bom a forma que nós adotamos para buceta dela. Os grandes lábios naturalmente proeminentes e levemente abertos, totalmente sem pelos. O líquido vaginal vertendo a medida que passava um creme hidratante. Eu não resisti e dei uma boa chupada, fazendo-a gozar com ela me chamando de louco.
       Ela disse: – Aí amor… olha como ficou isso, chupa, aí. Tu vais me deixar usar isso, tu és louco né? Aí vou gozar…
        No dia da praia, ela se arrumou, vestiu o maiô e veio falar comigo. Disse: – Amor não tem como ir assim, olha…
       Realmente tinha um problema? Tinha. O rabão da minha esposa naturalmente fazia com que o maiô entrasse na bunda dela, até aí tudo bem, mas o que deixou ela aflita foi que na frente, o maiô também diminuía muito em baixo e ficava entrando bem no final do bucetão dela. Os grandes lábios ficavam bem-marcados.
       Eu disse: – É amor… O negócio está bem indecente (olha a palavra que eu usei) senta aqui.
       Eu fiquei de pau duro direto na hora e indiquei uma cadeira da cozinha, agora estica as pernas, simulando uma cadeira de sol. Agora abre as pernas. Meu deus do céu, ficou claro o maiô entrando na buceta dela.
        Eu falei: – Eu adorei… puta que pariu. Está aparecendo quase toda tua buceta. – A surpresa foi que ela estava excitada e toda babada. – E pelo jeito tu tá gostando…
       Ela disse: – Aí amor, desculpa, – Ela olhou para o meu pau estufando meu short… – E tu, seu tarado, ficou de pau duro né. Tu és o culpado de comprar esse maiô. Vais deixar tua esposa ir assim para a praia? Com um monte de homem olhando para minha pepekinha…?
       Eu disse: – Pepekinha não… Bucetão! E sorri. – Amor, não quero que mexa em nada. Quero ver sim como será. Olha como estou e apertei meu pau, mostrando o volume.
       Ela disse: – Olha lá hein, seu maluco, não vais ficar com ciúmes.
        As tara adormecidas em nossas mentes transbordaram. Eu acordei para minha antiga tara, só que agora meu desejo estaria na minha esposa exibindo, e ela acordou, para sua antiga tara de se exibir. Nós renascemos juntos nesse evento… A ida à praia.         
        E fomos. Ela vestiu um short jeans bem agarrado por sobre o maiô. Nos acomodamos em um bar de praia, onde havia mesas internas, um salão de dança e mesas com barracas de sol nas areias da praia. Escolhemos uma destas e nos sentamos. O garçom veio nos atender e eu pedi algumas cerveja em um balde com gelo e ela caipirinha com Vodka. O garçom, um jovem mais novo que nós dois, magro e alto, bem atencioso e sorridente.
       Ficamos conversando e eu falei: – Então minha gostosa… vai descascar essa pele? Me referindo a ela tirar a roupa e ficar de maiô.
       Ela disse: – Calma seu tarado, ainda estou com um pouco de vergonha… deixa-me tomar minha primeira caipirinha para tomar coragem…
       – Amor, olha em volta, há várias mulheres com biquinis até mais indecente. Apontei uma morena com um fio dental realmente pequeno.
       – Estou vendo amor, é que não estou acostumada com isso, de repente posso gostar e aí meu filho, vou dar trabalho (depois relembrando este evento, ela me disse que estava muito excitada, mas com medo da minha reação, então ela estava me testando).
       – Eu espero que sim, estou adorando a possibilidade de você mostrar sua gostosura toda, estou até pensando em comprar um biquininho daquele. Vai ficar ótimo nesse seu rabão.
Ela riu e disse: – Estou vendo esse seu fogo, depois não me culpa.
        Depois um tempo, minha esposa, tirou o short e ficou só de maiô. Sentadinha e comportada. Estava bem apreensiva…
       Falei: – Amor, desencana, você está linda, gostosa, ninguém vai tirar pedaço seu… Eu estou aqui… Por que não vai molhar o teu corpo e veja a reação das pessoas?
       Ela disse: – Aí amor, estou com medo…
       – Do que?
       – De mim. Preciso te contar uma coisa, mas não agora… Está bom vou lá sim e seja o que deus quiser. Vem comigo.
       – Nem a pau vou perder a oportunidade de te ver desfilando.
       Ela foi. A primeira vez que ela estava vestida de forma muito provocante. Para mim foi uma loucura, o maiô entrando na bunda dela, e ela rebolando o rabão foi mágico. Chamou muito a atenção geral! ficou um pouco na água e voltou. Meu deus como estava muito evidente a bucetinha dela. Ela parecia muito segura e veio radiante. Chegou e me abraçou e me beijou, ela disse:
       – E aí amor, Gostou?
       Eu disse: – Adorei… E você, gostou?
       – Olha isso.
       Ela puxou um pouco a calcinha do maiô para o lado e mostrou a bocetinha babando. Eu até me espantei com a ousadia dela e disse: – Nossa…
       Olhei de lado e vi que o garçom também estava vendo com os olhos arregalados…
       Eu disse: – Você está muito safadinha, agora vai, deite-se na cadeira de sol, quero ver você se bronzeando um pouco, deixe sua perna um pouco aberta como você fez em casa ontem, quero que todos os homens vejam esse bucetão.
       Ela disse: – Aí amor, não fala assim… – E foi se deitar na cadeira de sol.
       Levantei e peguei o bronzeador e me sentei na ponta da cadeira e comecei a passar o bronzeado nela. Ela estava bem ciente do seu entorno. Alguns grupos de rapazes e homens das outras mesas que olhavam para ela de forma discreta ou até descaradamente. Passei bem óleo bronzeador nela a deixando bem melada, com o corpo brilhando.
       Um vendedor ambulante, bem mais coroa, que chegou oferecendo alguma coisa e que parou bem na frente dela e ficou falando comigo e olhando diretamente para buceta dela exposta sob o fino tecido do maiô. Ela abriu um pouco mais as pernas sob o olhar daquele homem que estava claramente de pau duro e começou a tremer. Eu levantei e fui buscar minha carteira para prolongar aquele momento, comprando alguma coisa que nem lembro o que foi. Eu percebi que minha esposa estava gozando só de ser observada. Paguei e o homem saiu me olhando e sorrindo de canto de boca. Sentei-me e peguei na minha esposa que fechou as pernas meio que cruzando…
         Eu disse: – Amor, o que foi isso?
         Ela gemeu baixinho e disse: – Me desculpa amor, eu gozei, olha como eu estou… A calcinha do maiô estava com uma leve mancha… Eu sorri e disse: – Amor, você gozou só de ficar mostrando a buceta… Meu deus.
         Ela disse: – Aí amor, não me juga, depois eu te conto tudo, agora quero ir embora, quero fuder.
         Paguei nossa conta e quando ela foi vestir o short, eu disse:
         – Negativo sua safada, você vai assim até o carro, quero que mostre mais…
         Ela só sorriu e disse: – Está bom amor.
         Chegamos em casa e a levei direto para a cama. Não deixei ela tira o maiô e cai de boca na buceta dela com fome. Ela gemendo alto.
Eu falei: – Me conta o que está acontecendo e continuei chupando…
Ela começou gemer e me contou o caso do tio, que ela ficava se esfregando na coxa do tio, que ficava mostrando a bucetinha virgem para o tio, que tirava a calcinha. Eu a coloquei de quatro e empurrei vara nela, e disse:
– Então minha esposinha já era putinha do tio desde pequenininha? Ela gozou se tremendo toda e eu socando e eu continuei: – Gosta de mostrar a buceta para os machos é?
Ela gozando feito louca disse:
– Aí amor, eu gosto, eu gosto.
– Então a putinha gosta de mostrar. E se os machos quiserem comer essa bucetinha, putinha?
– Aí amor, essa bucetinha é sua, eu não dou para ninguém não… Essa bucetinha é sua…
Eu quase gozando disse: – O bucetão da minha putinha é minha, é? Então eu posso dar essa buceta para outro macho, posso?
Minha esposinha gritou gozando e disse: – Aí, aí amor… Você vai dar minha bucetinha pra outro macho… aí… Eu vou gozar…
Eu gozei tão forte que cai de lado. Ambos quase morrendo. Eita foda boa…
Nesse dia conversamos sobre tudo aquilo. As revelações da minha esposa me deixaram de pau duro de novo, ala assumir o lado exibicionista e principalmente de submissão me deixaram atônito.
Ela me questionou sobre o vendedor e disse:
– E você amor, percebeu o coroa olhando diretamente para minha buceta e ainda saiu de perto para ele ficar olhando mais?
Eu disse até meio envergonhado: – Porra amor, eu estava muito excitado com a cena. E você ainda abriu mais as pernas, mas o que me deu muito tesão é que ele nem ligou para mim. A ousadia dele de nem me considerar me deu muito tesão.
Ela disse: – É amor, mas tudo isso é muito perigoso. Podemos nos colocar em situações delicadas.
– Como assim amor, indaguei?
– Amor, você viu como fiquei só na expectativa de ser vista e desejada. E como gozei com aquele tarado me olhando. Eu não me controlo e se eu estivesse sozinha, o que eu faria se o tarado quisesse me comer? Esse é o meu medo.
– Eu disse: Juro que me assustei com teu orgasmo naquela situação.
Falei da situação com a minha prima na infância e como eu ficava tarado com a exibição da mulher… E perguntei: – Amor, você quer dar para outro cara?
– Querer dar para outro homem é claro que não, eu disse para você que a minha buceta é tua. Tu és meu dono, e dando um xeque-mate, perguntou…
– Tu queres dar a buceta da tua mulher para outro macho comer. Queres ver outro macho me fazer gozar?
Eu com o pau estourando, só disse: – Vira sua puta. Ela virou de rabo para cima e eu meti nela de novo, e comecei a bombar…
– Ela disse me provocando: Aí amor… tudo isso é tesão para ver a sua esposa na pica de outro macho é? Aí amor… Tu vais deixar outro comer sua esposinha… vai dar minha bucetinha para outro macho fuder?
Eu gemendo como um louco, disse: – Vou sua puta… quero ver de perto tua buceta sendo arregaçada. Putinha, e gozei de novo…
Dormimos agarrados, suados e melados… foi demais…
Capítulo Nove – O Primeiro Chifre
Evoluímos rápido. Situações com a que tivemos na praia aconteceram muito e a cada experiência aspectos eram revelados e absorvidos. Perdemos a vergonha de falar sobre tesões e sentimentos e aumentamos a confiança e cumplicidade entre nós. Reconhecemos que éramos as duas faces da mesma moeda, onde nossas taras se completavam. Eu era um voyeur e ela uma exibicionista, sendo está a primeiro fase para alcançar o que somos hoje, o corno e a puta.
Os ajustes foram sendo feitos e a primeira coisa foi o guarda-roupas dela. Suas roupas foram diminuindo rapidamente de tamanho, transparências e decotes incorporados. Fiquei responsável por comprar o que chamamos de “roupa de puta” e tínhamos um guarda-roupas somente para essas vestimentas. Criei uma escala de comprimento para suas roupas. Até 25cm microssaia, até 35cm minissaia, até 40cm saia. Acima disso, não entrava no nosso guarda-roupas alternativos. Seus bikinis então... Os menores, em alguns sites, aprendi os termos mini e nano bikinis, opções sem forro. Fazia parte do meu tesão comprar as roupas dela. Eu me via medindo comprimento das peças imaginando no corpo dela.
Outra rotina adotada era nossas saídas de fim de semana. Íamos a festas, bares, restaurantes, sempre com a ideia da exibição dela. Nos Impomos uma restrição referente a “selva local” como definimos. Lugares que ficavam na região fronteiriça de nosso bairro. Algumas vezes, precisamos interromper nossa brincadeira, para frustação nossa e dos felizardos observadores da minha esposinha, porque acabávamos por encontrar com conhecidos.
Comecei a buscar locais mais afastados da selva local, lugares de reputação duvidosa que apelidamos de inferninhos. Nos sentíamos a vontade neste lugares pois ela não era a única que estava vestida de “puta”, mas seguramente umas das poucas com um marido do lado. Havia uma casa de show, como eram chamadas os bares fechados com palco para apresentação de bandas locais. Neste bar, frequentávamos até com certa frequência, ao menos duas vezes por mês, e quando tinha alguma programação que se casava com nosso interesse de exibição, íamos até mais vezes.
Era comum, na época, os bales funks (tinham as noites dos shortinhos, noites das minissaias), shows de axé, as bandas faziam sucesso e as danças extremamente sensuais, shows de forró. Nestes ambientes, ela sempre estava vestida de minissaias ou microssaias, vestidos colados e curtos, sempre sem calcinha ou com calcinha com abertura frontal, que quando já tinha tomados alguns drinques, já puxava a calcinha e colocava as duas bancas nas virilhas, ou mesmo as tirava. Os ritmos sempre favorecia ela dançar, arrebitando a bunda, abrindo as pernas e sua nudez não passava despercebida.
Foi nesta época que desenvolvi minha técnica de preparação para exibição dela, conforme relatei anteriormente. A noite do primeiro chifre, começou como das outras formas e me surpreendeu com o desenrolar e o final.
Havia comprado uma sainha em uma sexshop que se enquadra no comprimento microssaia, tinha exatos 22cm, do cós da cintura até o final. O cós da saia tinha um comprimento de uns 5cm parecido com um cinto e com o rabo arrebitado da minha esposa, ficava no limiar das polpas dela. Era rodada, o que fazia se movimentar enquanto dançava, mas não era colada ao corpo, então não subia enquanto ela caminhava. A sainha deixou ela muito gostosa e chamou realmente a atenção quando chegamos.
Nesses ambientes, sempre havia mulheres que se vestiam também muito sensuais. Era comum eu ver calcinhas da mulherada também. Era uma pagação de calcinha generalizada. Mas, eu focava na minha puta. Meu prazer estava nela…
Entramos e já busquei um cantinho para nossa brincadeira. A noite estava muito gostosa. Ela sentou e eu já preparei o local. Tirei as cadeiras da frente da nossa mesa. Eu fiquei em pé e pedi para ela abrir as pernas e fiquei mapeando os locais de onde pudessem vê-la com clareza. Eu sentia muito prazer com isso. Ficava de pau duro direto. Até esta noite, ela sempre íamos até um certo limite. Em algumas vezes ela chegou a gozar com a exibição, eu tendo que segurar ela. Era muito gostoso, mas depois ela pedia para ir embora…
Nesta noite, já estávamos a algum tempo bebendo e dançando, ela se acabando no axé, mostrando a bunda quando arrebitava e mostrava a buceta quando descia. Tínhamos até uma plateia interessante, uma mesa mais à frente da nossa com cinco caras. Sendo que eles se revezavam em ficar de frente para nós. Quando ela sentava comigo na mesa e abria as pernas, os caras ficavam doidos, se cutucavam e todos viravam na nossa direção, e eu fingindo não ver. Em alguns momentos a sua respiração ficava descompensada e ela gemia um pouquinho, abrindo e fechando as pernas.
Ela falava: – Aí amor tá gostoso demais… aí, aí…
Sempre amei essa particularidade dela gozar sem se tocar.
Em determinado momento ela disse: – Aí amor, quero fuder…
– Já quer ir embora?
– Não amor, hoje quero ficar mais um pouco. Você deixa?
Perguntei: – Qual você quer? Imaginando que ela ia falar de um dos caras que ainda estavam na nossa frente.
– Aí amor, você vai dar a bucetinha da tua esposinha pra outro macho?
Eu, com o pau duraço, perguntei: – Pra quem vou te entregar meu amor?
Ela disse: olhando nos meus olhos: – Tá vendo a mesa na frente? Assenti com a cabeça, – Olha, um pouco pro lado devagar. Não vai assustar ele.
Olhei devagar e encostado em uma coluna estava um segurança da casa de show. Moreno, forte e um pouco mais baixo do que eu.
Eu disse: – Como foi isso?
Ela disse: – Amor, ele viu, quando chegamos, você tirando as cadeiras da frente da nossa mesa e até empurrando a outra mesa… Quando eu fui a primeira vez no banheiro. Ele estava no caminho do banheiro e me segurou pelo braço e perguntou por que você tinha tirado as cadeiras da frente da mesa e eu apenas sorri e disse que ele iria ver. E continuei meu caminho. Depois disso, ele não saiu mais da nossa frente. Na outra vez que fui ao banheiro, ele foi atras de mim e como tinha muita gente no caminho e ele ficou colado atras de mim e disse no meu ouvido, que eu tinha um bucetão lindo. Eu senti a pica dura no meu rabinho, amor. Ele perguntou o que você queria trazendo a putinha dele assim pra cá e meteu a mão na minha buceta, e apertou meu grelo… Amor, quase gozei na mão dele. Eu peguei no pau dele e apertei também, virei de lado e falei pro safado, que você quer ver a esposinha dele trepada em um pau. Me soltei e fui ao banheiro. Depois disso, ele fica ali me provocando, mostrando o pau pra mim toda hora amor.
Eu disse: – Minha putinha, é hoje que você vai experimentar outra pica. Vou ver o que eu faço.
Percebi que em um dos lados do palco, havia umas mesas vazias sem ninguém lá. E que mais para traz já não havia tanta iluminação. Coloquei meu plano em ação. De frente para nossa mesa havia a mesa dos cinco caras, apenas dois agora. E girando um pouco, cerca de cinco metros o segurança em uma coluna.
Falei pra minha esposa: – Amor, quero que você foque no cara, vire diretamente pra ele.
Assim ela fez. Foi até esquisito, porque ela, meio que me deu as costas, ficando meio de lado pra mim. E passou a se exibir apenas pra ele. Olhava e sorria. Levantava-se, dançava e quando tinha que arrebitar a bunda ou descer com as pernas abertas era na direção dele. O cara estava visivelmente perturbado.
Eu levantei e pedi que ela se sentasse.
Falei pra minha esposa: – Espera um pouco aí. Vou preparar o local pra você se sentar com vontade hoje.
Dei um beijo nela e sai na direção do fundo do palco. O segurança me acompanhou com os olhos e ficou me olhando. Eu estava há uns 20 metros. Primeiro pegue uma mesa com duas cadeiras e coloquei mais para traz. Mantive o contato visual com o segurança e ele me olhando de longe, peguei uma terceira cadeira e me levantei olhando pra ele e coloquei um pouco para trás de onde estaria as duas cadeiras e a mesa. A terceira cadeira já estava nas sombras. O cenário seria a mesa com as duas cadeiras e uma cadeira a um metro para traz. Olhando pra ele, retornei para mesa com a minha esposa. Falei pra minha esposa: – Vamos ver se ele tem coragem. Vamos ver se ele é macho agora.
– O que vamos fazer?
– Faz o que eu mandar… E ri.
Ficamos um pouco em pé eu do lado dela e disse:
– Fica olhando pra ele, quando eu te puxar, me acompanha e depois uns passos, vire a cabeça pra ele…
Eu peguei o balde com as cervejas que ainda não tinha bebido e peguei na mão dela e a puxei ela. Ela saiu rebolando ao som da música, deu uma paradinha e olhou pra ele. Conduzi minha esposa até o local onde tinha a mesa preparada. Deixei o balde em cima da mesa e pedi que minha esposa se sentasse na cadeira. Fiquei em pé de frente pra minha esposa e de costa pra ele. Disse: – Agora deixa eu ver se ele entendeu os sinais.
Virei de frente pra ele e sai pro banheiro. Minha expectativa era que ele se aproximasse daquele local que não tinha muitas pessoas. Eu retornei e minha esposa estava sorrindo e disse: – Amor, você é muito foda viu, como conseguiu isso?
– O que houve? Não encontrando o segurança no seu posto.
– Ele veio até aqui na frente. Ficou me olhando e fez um sinal com as mãos como se disseste esperar um pouco… sorriu e saiu…
Ficamos ali bebendo e conversando, quando de repente surgiu o segurança e parou a uma distância de uns cinco metros. Minha esposa automaticamente já escancarou as pernas e disse: – Aí amor, não aguento mais…
Eu falei: – Calma menina. Esse é dos meus. Ele veio na nossa direção, passou bem na nossa frente e olhou diretamente pra buceta escancarada da minha esposa. Ela olhou pra ele e mordeu os lábios. O cara se sentou na cadeira atrás de nós.
Eu disse: – Amor, agora é com você. Dança pra nós…
Essa mulher começou a dançar de frente pra nós daquele jeito. Passei pra cadeira da minha mulher ficando praticamente do lado dele. Ela mostrava a buceta a toda hora.
Ela vinha ficava do meu lado, se inclinava para me beijar e arrebitando a bunda bem na direção dele, com isso a sainha levantava e ela ficava com a bunda toda de fora. Ela saia de novo e dançava. Na terceira vez que ela veio me beijar, ela começou a gemer baixinho e disse: – Aí amor, ele tá mexendo na minha bucetinha… aí amor… Ele tá tocando em mim… E começou a tremer…
Eu me levantei e fiquei de frente pra ela. Deixei-a de costa pra ele e abracei ela e pegando ela pela cintura, comecei a beijar ela e levantei a parte de trás da sua saia, expondo a bunda dela pro segurança. Abracei ela e olhei pra ele. Ele sorriu e botou o pau pra fora. Estava como uma tora brilhando naquela pouca iluminação.
Falei pra minha esposa: – Amor, agora relaxa e aproveita…
Conduzi ela de costa até encostar nas pernas dele, e fui fazendo ela se sentar sobre ele. Quando ela sentiu a ponta da cabeça do pau dele na bunda, começou a tremer. Eu apenas a segurei. Ele a pegou pela cintura e foi direcionando a buceta da minha esposinha para pica dura dele. Ela disse: – Eu te amo amor… aí, aí.
Eu a soltei… puxei uma cadeira ficando de frente pra ela e vi ela engolir toda a pica do segurança…
Ela começou a subir e descer no pau do segurança e se tremer toda gozando. Eu fiquei beijando-a para evitar que ela gritasse. A minha esposa gozou umas três vezes no pau do segurança.
O segurança começou a gemer e disse: – Vou gozar na tua esposa, corninho…
Passou a mão pela cintura da minha esposa e puxou ela com força pra baixo cravando a pica nela, e urrou… Minha esposa teve um orgasmo muito intenso se tremendo toda. E eu gozei sem nem me tocar.
Minha esposa ficou toda molinha… Eu a puxei de cima do segurança e a fiz sentar na cadeira… o cara guardou o pau e se levantou.
Olhou pra mim e disse: – Olha cara, tua mulher é deliciosa. A mulher mais gostosa que eu já comi… Sempre que quiser vou estar por aqui.
Eu estava confuso e com vergonha e só assenti com a cabeça. Tomamos mais uma cerveja e minha esposa toda melada do meu lado.
Ela disse: – Que loucura amor… Que loucura…
– Você gostou?
– O que você acha? Adorei… quero ir embora. Vou no banheiro…
– Negativo minha putinha… Você vai assim mesmo toda gozada do segurança…
– Se meu dono corninho quer…
Fomos pra casa… Sem antes passar onde o segurança estava com seus colegas, acredito, falando que tinha comido minha mulher. Eu tive o prazer de limpar minha esposa do gozo do segurança. A buceta toda aberta, vermelha e arregaçada. Bati algumas fotos dela e dormimos.
Nós voltamos muitas vezes nessa casa de show. Ficamos sabendo em outro momento, que os seguranças da portaria, que revistavam o acesso, Avisavam todos que a loira puta havia chegado. Devo contar mais a frente outras situações nesta casa e em outras casas de show.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico arquivox

Nome do conto:
Livro 1 Parte 4 O Casal - O maiô; O primeiro chifre

Codigo do conto:
258341

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
01/04/2026

Quant.de Votos:
2

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