Aliviando o novo amigo

Assim que me mudei para São Paulo, comecei a entrar em sites de relacionamento para conhecer pessoas.
Em uma das minhas viagens para trabalho, acabei indo para Jundiaí e lá dei match com um cara bem mais velho, de aproximadamente 50 anos, que tinha saído de um casamento longo há menos de um ano. O casamento deixou ele depressivo e ele foi obrigado a tomar alguns remédios, que acabaram deixando ele sem nenhum desejo sexual. Quando começamos a conversar ele disse que estava parando com os remédios e que por causa disso seu desejo sexual estava voltando.
Um mês depois do inicio da nossa conversa precisei ir para Jundiaí atender a um cliente e mandei mensagem para ele, chamando ele para sair. Ele topou na hora. Passei o dia no motel conversando com ele, falando putaria e mandando nudes para ele. O pau dele era lindo, me dava muita vontade de chupar e sentar.
Quando chegou a hora de ir, me arrumei, pedi um taxi - nessa época não tinha Uber - e fui. Quem escolheu o local foi ele, era uma balada mais reservada, escura e com poucos lugares para sentar. Quando cheguei lá ele já estava me esperando e ao me ver me cumprimentou e me chamou para entrar por outra entrada. Eu estranhei, mas ele disse que o dono era amigo dele e por isso ele poderia entrar pela entrada dos funcionários. Fomos até o andar de cima, onde ficava a sala privada do dono da boate. Ele nos recebeu, me cumprimentou e logo saiu, dizendo que poderíamos ficar a vontade.
Ficamos lá por um tempo, mas logo decidimos ir até a pista.
- Você gosta de dançar? - Perguntou ele, meio sem jeito.
- Não, nem sei dançar, é que quero ver como é a casa. - Respondi com intuito de deixar ele menos tenso.
- Ok, vamos lá então.
A pista estava muito boa, ele estava nervoso, pois segundo ele, eu era o primeiro cara que ele teve interesse depois de casado, antes ele até teve um namoradinho, mas foi escondido e logo ele conheceu a ex-esposa e se casaram.
Ficamos na posta por um tempo, peguei bebiba e ficamos bebendo em um canto enquanto conversávamos. Eu olhava para ele e ficava morrendo de tesão, ele não era um cara padrão, mas tinha um sexy appeal alto e isso estava me deixando maluco. Ficava me imaginando chupando o pau dele, sentindo a porra dele na minha boca, mal conseguia prestar atenção no que ele falava.
Assim que ele terminou de falar, disse que iria ao banheiro e perguntei se ele não queria ir comigo. Ele achou estranho, mas aceito.
Ao entrar no banheiro, para a minha surpresa, o banheiro estava vazio. Ele caminhou rumo ao mictório, segurei no braço dele e puxei ele para uma cabina.
- Vem comigo. - Eu disse com um sorriso safado no rosto.
Ele veio, meio tenso, mas veio. Ao entrar na cabine fui logo pegando no pau dele e dizendo:
- Eu quero te chupar, você deixa? Passei o dia imaginando como seria o sabor do seu pau, imaginando ele na minha boca.
Ele não falou nada, apenas acenou com a cabeça.
Abri o ziper, coloquei a mão dentro da calça e massageei, sentindo o pau dele ficando duro. Coloque a mão dentro da cueca e tirei o pau dele para fora. Fiz isso olhando nos olhos dele e sorrindo. Ele estava com aquele tesão misturado com nervosismo, com aquele gelo na barriga.
- A gente não tem muito tempo, então não segura o gozo, se sentir vontade de gozar, goza. - Sussurrei para ele.
Abaixei e comecei a chupar. O gosto era bom e a textura do pau dele na minha linha me dava muito prazer. Ele começou a se segurar para não gemer enquanto pegava no meu cabelo. Eu engolia todo o pau dele e punhetava enquanto chupava, indo com a boca até o final e voltando, sentindo cada pedacinho do pau dele.
Acredito que por ele estar nervoso não conseguiu gozar. Chupei por alguns minutos, levantei e disse:
- Seu amigo se importa se a gente continuar na sala dele?
- Não, a sala é para isso mesmo. - Ele disse puxando o folego.
Ao sairmos da cabina duas pessoas entraram no banheiro. Demos risadas e no caminho do banheiro até a sala comentamos sobre como seria constrangedor se alguém tivesse entrado enquanto eu o chupava.
Ao entrar na sala ele trancou a porta e sentou no sofa. Eu fui por cima dele, sentando no colo dele e perguntei:
- Quer gozar na minha boca, ou no meu cuzinho?
Ele com cara de tesão disse:
- Na boca.
- Goza primeira na boca depois no cuzinho, tá bom? - Disse de um jeito bem manhoso.
Ele levantou levemente o corpo e tirou a calça junto com a cueca. Eu nem esperei ele terminar de tirar e já cai de boca, deixando o pau dele todo babado.
Ele estava com muito tesão, seu pau estrava extremamente duro e pulsava, mas ele não gozava, então decidi interagir um pouco:
- Que delicia de pau. Me dá leitinho de macho, por favor. Eu quero sentir o seu leitinho. - Falei enquanto chupava. Tirava da boca, falava uma frase, voltava a chupar.
- Goza pra mim, amor, goza na minha boquinha, enche ela de leite, enche. Por favor. - Continuei falando com voz de tesão.
Depois que comecei a falar, não demorou muito ele gozou. Ele se contorcia todo enquanto soltava jatadas de leite na minha boca. Seu pau pulsava e suas pernas tremiam.
Antes que eu pudesse engolir toda a porra que estava na minha boca, ele veio e me beijou, pegando um pouco da porra dele. Nos beijamos por uns dois minutos.
Ele levantou, foi ao banheiro e voltou sorrindo. Parecia outro homem. Todo aquele nervosismo se foi e ele estava mais solto, mais leva.
- Pronto pra outra? - Perguntei para ele.
- Não sei se consigo ficar de pau duro de novo. - Ele disse ao sentar no sofá, novamente.
- Posso tentar? Perguntei para ele enquanto me aproximava e tocava o pau dele.
Comecei a beijar ele enquanto batia uma. Beijava o pescoço, próximo da orelha, enquanto falava:
- Come meu cuzinho. Ele tá bem quentinho e apertado. Tô louco pra sentir você entrando em mim. Come meu cuzinho, por favor.
Ele começou a ficar de pau duro e eu comecei a acelerar a punheta.
- Quer delicia de pau. Mete ele em mim, mete na sua putinha. Fode meu cuzinho, fode. Deixa ele todo arrombado e cheio de porra.
O pau dele ficou super duro. Saí de cima dele, tirei minha roupa e subi novamente em cima dele. Sentei no colo e comecei a rebolar, esfregando o pau dele no meu cuzinho. Ele pegava na minha cintura com força, dava tapas na minha bunda enquanto me beijava.
Quando ele não aguentou mais, posicionou a cabecinha do pau todo melado na entrada do meu cuzinho. Eu fui descendo, sentindo o pau dele entrar todo.
- Ai tá entrando gostoso. Ai que delicia amor, tá entrando tudo. Isso, entra, coloca tudo em mim. - Disse gemendo.
O pau dele entrou até eu conseguir sentir os pelos dele tocando o meu cu. Eu sorri olhando nos olhos dele:
- Entrou tudinho. Agora me fode.
Ele me jogou de lado, me colocando deitado no sofá sem tirar o pau de dentro. Segurou minhas pernas em direção ao meu peito e começou a meter.
Ele de fato estava a muito tempo sem comer alguém, porque ele metia com muita vontade, mal conseguia respirar.
Estava muito gostoso, até então ninguém nunca tinha socado no meu cuzinho com tanta vontade e tesão. Perguntei se ele queria me comer de quatro, ele disse que não, mas que se eu quisesse tudo bem. Eu falei que tava gostoso assim e ele continuou metendo.
Em um certo momento ele começou a se empolgar e se soltou de vez:
- Tá gostando, tá? De sentir meu pau fodendo seu cuzinho.
- Sim, por favor, fode mais, fode com força. - Disse gemendo alto.
- Que delicia. - Ele disse enquanto socava forte.
- Não era isso que você queria? Foder o meu cuzinho, foder o cuzinho da sua cadelinha? Heim? Então fode seu filho da puta, deixa esse cu todo arrombado. - Disse olhando para os olhos dele, enquanto segurava no pescoço dele.
Ele me beijo e disse que ia gozar.
- Goza, vai, bota leite no meu seu gostoso. Enche sua cadela de leite. - Disse gemendo muito e quase gozando também.
Ele acelerou a metida e começou a socar com mais força ainda. O gozo dele veio e ele começou a dar estocadas, socando tudo, até o final e voltando quase saindo do meu cu. Fez isso pelo menos cinco vezes. Quando senti o leite dele dentro do meu, comecei a gozar também. Enquanto ele estocava meu cu, eu gozava.
Assim que ele terminou de estocar, deitou o corpo dele em cima do meu e ficamos abraçados com o pau dele pulsando dentro de mim. Ele tirou o pau, levantou o corpo, pegou nas minhas pernas e levantou meu cu e disse sorrindo:
- Você disse que queria que eu deixasse você arrombado, eu deixei. Seu cu tá bem aberto e melado.
Nós rimos, ele levantou e foi até o banheiro.
Quando eu levantei toda a porra dele começou a escorrer pelas minhas pernas e isso me deu muito tesão.
Fui ao banheiro, me limpei e saimos da sala como se nada tivesse acontecido.
Ficamos um pouco na pista e logo fomos para a casa dele. Fiquei lá três dias, que foi o tempo que eu tinha programado para ficar em Jundiaí, perdendo toda a hospedagem que eu tinha pago - mas é claro, por um bom motivo.
Voltei para São Paulo e dias depois o amigo dele, dono da boate, me mandou mensagem perguntando se tudo tinha dado certo e se eu tinha gostado da boate. Eu respondi que sim e ele disse que quando eu fosse na próxima vez, ele seria o meu anfitrião.

Essa vez aconteceu e foi muito bom, mas isso conto depois.

Foto 1 do Conto erotico: Aliviando o novo amigo

Foto 2 do Conto erotico: Aliviando o novo amigo

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aliviando o novo amigo

Codigo do conto:
257318

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/03/2026

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