Quando eu tinha uns 16 para 17 anos, costumava ir com um amigo na casa da namorada dele. Ele queria que eu fosse para fazer companhia ao irmão dela enquanto ele dava uns amassos na namorada. Para mim, isso não era um problema, na época eu gostava muito de jogar video game e o irmão dela tinha um PS2. Só íamos na casa dela quando os pais iam para a igreja, o que nos dava aproximadamente 2h de diversão - ele com os peitinhos e a bucetinha da namorada (que segundo ele não tinha transado com ela, ainda) e eu no PS2. Sempre que voltávamos ele reclamava que suas bolas ficavam doloridas, pois ele ficava se esfregando na namorada e nunca gozava. Sempre era assim, até que um dia, quando estávamos voltando, ele falou que estava difícil de andar por causa da dor nas bolas. Nesse momento passávamos pelo barracão em construção do ginásio do bairro. Era aproximadamente meia-noite. Virei pra ele e disse que se ele quisesse gozar, poderia ir no barracão. Na hora ele negou, falou que tava tudo bem, mas dois passos depois ele disse que talvez fosse uma boa ideia. Eu disse que seria uma boa, já que não tinha ninguém acordado e lá era muito escuro, mesmo que alguém passasse na rua não veria ele. Ele topou e foi. Eu fiquei em uma árvore em frente ao barracão. - Saí daí maluco, se a polícia passar vai achar que você tá vendendo droga. - Disse ele meio sussurrando. De fato, se a polícia passasse ali, seria complicado explicar. Entrei no barracão e fiquei próximo dele, que já estava com o pau na mão batendo uma. - Caraca, tá meio difícil de me concentrar aqui. - Disse meu amigo enquanto batia uma. Não falei nada, apenas encostei na parede sem reboque. - Ow, o Wesley falou que o dia que você dormiu na casa dele, você bateram punheta juntos, vendo porno. - Perguntou meu amigo. - Sim, era o DVD que tinha na caixa que ganhei do João. - Disse sem nenhuma malicia. João era um chefe que eu tive quando trabalhei em uma locadora de filmes. Antes da locadora fechar ele doou uma caixa de DVDs pornôs e não pornôs. - Pô, mas tu bateu pra ele e ele pra você? - Perguntou meu amigo. - Não, cada um bateu sozinho. - Respondi a ele. - Que massa. Na próxima vocês me chamam. - Disse ele, de olhos fechados enquanto batia punheta. - Você quer bater punheta com a gente? - Perguntei desconfiado. - É ué, por que? - Por nada, é que você gosta de mulher, só de mulher, não imaginei que você quisesse fazer isso com a gente. - Eu gosto de mulher, mas queria saber como é bater uma com um amigo. Na hora me aproximei, tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma do lado dele. Estávamos batendo por uns três minutos quando decidi pegar no pau dele. Ele ficou surpreso, mas não me impediu. - Deixa eu fazer pra você. - Disse isso enquanto pegava no pau dele. Ele pegou no meu e começou a acariciar enquanto eu batia uma para ele. Não estava fácil fazer ele gozar, ele gemia baixinho, se concentrava, mas nada de gozar. Foi então que pensei em começar a mexer com a imaginação dele. Comecei dizendo: - Sabia que no dia que fui no Wesley a gente não só bateu uma? Quando o pau do Wesley estava bem duro, eu fui até ele e coloque o pau dele na minha boca, só pra sentir o gosto. O pau dele tem um gosto muito bom. Ele pegou minha cabeça e começou a foder minha boca enquanto assistia ao filme. - Caralho que delicia. - Disse meu amigo se contorcendo todo. - Delicia foi sentir o pau dele preenchendo minha boca e eu sentindo o cheiro do saco dele enquanto ele metia na minha boca. Nessa hora eu abaixei e comecei a chupar. O pau dele começou a ficar muito duro. Percebendo isso, tirei o pau dele da minha boca, olhei para ele e disse: - Pode terminar na minha boca se quiser. E voltei a chupar. Não demorou muito e ele começou a leitar. O pau dele pulsava e eu sem parar de fazer o vai e vem com a boca. Era a primeira vez que eu sentia o sabor da porra. Ele quase caiu de tanto tesão. Eu levantei e perguntei se ele tinha gostado, ele respondeu que sim e que o Wesley tinha sorte dele ter sido o primeiro a ganhar essa mamada. Eu disse pra ele que tudo que eu disse foi inventado, ele foi o primeiro a gozar na minha boca. - Ué, quer dizer que você não chupou ele, nem nada? - Perguntou meu amigo assustado e feliz. - Não, a gente só bateu punheta, gozamos e fomos dormir. Ele sorriu, e disse que tinha sido muito bom e que deveríamos fazer isso mais vezes. De fato, fizemos isso várias vezes no mesmo lugar. A obra demorou mais de um ano para finalizar e enquanto não finalizava toda vez que passávamos na frente dela o tesão batia e mamava ele. Com o tempo a gente começou a se encontrar em casa e ele começou a comer meu cu, já que a namorada não dava pra ele. Ele era o meu melhor amigo e eu não queria ver ele passando vontade. Como ele comeu meu cu pela primeira vez, conto em outro momento.
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