Quem me segue aqui, sabe que gosto de um coroa, principalmente aqueles com mais de 45 anos. Morei até os meus 21 anos em uma cidade pequena, no interior do estado. Quando chegamos nessa cidade, em 1994, morávamos em um bairro industrial, pois minha família tinha uma pequena industria de construção. Vivemos ali por mais de 10 anos, até que minha família decidiu ir para outro bairro, um que fosse mais residencial. Eu frequentava muito o chat do UOL, adorava conversar com homens e mulheres, mas nunca rolava nada. Meu nick era Ma, apenas Ma, o que confundia muita gente. Uma belo dia um perfil com o nome ComeCu me mandou uma mensagem. A principio ele achou que eu fosse uma mulher e já foi logo perguntando quanto eu aguentava na bucetinha. Eu ri e disse que não era mulher. Ele pediu desculpas e perguntou se eu gostava de sair com homens e eu disse que sim. Rapidamente ele me passou o MSN dele e começamos a conversar por lá. A principio ele estava meio acanhado, disse que gostava de falar putaria com homens, mas nunca tinha transado com um. Papo vai, papo vem, ele perguntou minha idade, falei que tinha 19 anos e ele perguntou se eu gostava de homens mais velhos; eu disse que não sabia, porque nunca tinha saído com um, mas já tive curiosidade. Ele então disse que tinha 50 anos. Mandou essa mensagem seguida de uma foto dele só de cueca. Na hora me deu um calafrio gostoso, pois eu já tinha batido uma pensando em um coroa de cabelo branco. Em seguida ele me pede uma foto e eu mando. Na hora ele disse que se a foto fosse verdadeira ele ia querer me conhecer com certeza. Nossa conversa correu a noite toda, batemos punheta juntos, com a webcam ligada, gozamos e marcamos de nos encontrar no outro dia. Ele me passou o endereço e vi que era muito próximo da minha casa. No outro dia ele me manda uma mensagem dizendo que estava indo para o bar, o bar que ficava a 200m da minha casa. Eu brinquei perguntando se ele já ia beber e ele disse que não, que ele era o dono do bar e aquele dia ele não ia abrir para poder conferir o estoque. Como eu não ia fazer nada o dia todo, disse pra ele que se ele quisesse ajuda eu poderia ir até lá. Ele ficou super feliz e disse que adoria minha ajuda, então peguei minha mochila e fui. Chegando no bar ele me recebeu e foi logo dizendo que gostaria que eu nunca falasse o que tínhamos conversado para alguém e eu concordei, pois eu também estava fazendo aquilo secretamente. Muita gente no meu convivio social não sabe que sou bissexual. Ele começou a me ensinar a conferir o estoque, me mostrou a planílha que ele usava, que ainda era feita no caderno e me levou até os fundos do bar para mostrar o estoque. Ao chegar lá, comecei a fazer algumas perguntas: - Você já comeu alguém aqui? Ele respondeu meio sem jeito: - Não. - Nem mulher? - Perguntei com intensão de quebrar o gelo. - Não, eu acho que nunca gostei muito de sair com mulheres. - Disse ele. - Entendi. Posso tocar em você? - Perguntei enquanto me aproximava dele. Ele, meio tímido, respondeu que sim. Comecei tocando ele com a mão esquerda no peito e a mão direita no pau dele, por cima da calça. Ele estava meio tenso, mas com o pau muito duro. - Tudo bem se você não quiser continuar. - Eu disse a ele. - Eu quero continuar, mas não sei o que fazer. - Disse ele. - Relaxa, eu faço para você, só relaxa e se entregue. - Falei enquanto abria o ziper da calça dele. Coloco a mão dentro da calça e começo a passar a mão no pau dele por cima da cueca. Ele respira fundo e fica paradinho, só sentindo o momento. Abaixo o cós da cueca e pego no pau dele. Tiro a mão dentro para poder abrir o botão da calça. Ao abrir, coloco a mão no pau dele, tiro para fora da cueca e começo a punhetar ele, lentamente, enquanto ele, de olhos fechados, começa a respirar fundo. Passo saliva na mão e volto a punhetar. Aproximo meu rosto do rosto dele e pergunto: - Já gozou na boca de alguém? Ele acena com a cabeça dizendo não. Sem tirar meu rosto do rosto dele eu pergunto: - Quer gozar na minha boca? Ele acena com a cabeça dizendo que sim. Eu abaixo e começo a mamar ele. Mamo ele com intensão de tirar todo o leite dele o mais rapido possível, pois assim ele ficaria mais relaxado. Começo a mamar salivando muito e enquanto mamo uso as mãos para ajudar na intensidade do prazer. Não demora muito sinto o pau dele soltar o pré-gozo. Tiro a boca do pau dele e digo: - Goza na minha boquinha, goza. Ao terminar de falar, volto a colocar o pau dele na boca e mal encaixo a boca ele goza. Suas pernas tremiam e eu continuava a movimentar minha boca para frente e para trás, sentindo o leite dele enchendo minha boca. Achei que ele ia cair, pois suas pernas tremiam e ele amoleceu. Eu tiro a boca do pau dele, levanto e sem esperar nada recebo um beijo na boca. Ele beijou minha boca cheia de porra. - Gostou? - Perguntei a ele com uma cara de satisfeito. - Muito. Eu quero mais, mas agora temos que voltar para o trabalho. - Disse ele, mal conseguindo respirar. Voltamos a organizar as caixas e comecei a fazer a contagem, enquanto anotava no caderninho. Depois de uns vinte minutos que eu estava no estoque, sinto Claudio encostando em mim por trás. Aproveitei e abaixei o corpo, empinando a bunda, sentindo o pau dele que já estava duro, roçando meu rabo. Olhei para trás sorrindo e disse: - Já tá de pau duro, né seu safado!? Ele rio e disse que a culpa era minha. Eu parei de fazer o que eu estava fazendo, vire para ele e disse: - Quer comer meu cuzinho? Ele, totalmente relaxado, respondeu que sim. Falei para ele que na minha mochila tinha lubrificante e eu ia pegar. Ao voltar ele já estava com o pau na mão. Eu fui me aproximando enquanto baixava o short e a cueca. Abri o frasco e comecei a passar o lubrificante no pau dele, enquanto beijava ele. Lambuzei bem e pedi para ele passar no meu cuzinho. Ele pegou o frasco, lambusou o dedo e foi passando no meu cu. A sensação era deliciosa, ele passava o dedo e ia penetrando lentamente. - Pode colocar o dedo. - Eu disse a ele, olhando para trás e dando um sorrisinho safado. Ele foi penetrando o dedo até o final. Tirou, lambuzou o dedo e penetrou novamente. Para excitar ele, eu dizia: - Aí meu cuzinho, seu gostoso. Você vai foder ele, vai? Ele aproximou seu roto da minha nuca, mordeu e disse: - Vou comer ele todinho, sua cadela. Até o momento ninguém tinha me chamado de cadela. Isso me excitou tanto que, com o dedo dele enfiado no meu cu, eu gemi alto e gostoso. Ele percebeu que eu gostei e começou a me tratar igual uma puta. Colocou a cabecinha do pau na entradinha do meu cu e foi empurrando. - É isso que você quer, sua puta? É? - Ele perguntou com voz de fodedor e empurrando o pau com força. - Sim, por favor, come meu cuzinho. Come o cuzinho da sua cadelinha. - Disse enquanto gemia e empurrava minha bundo na direção dele, para o pau entrar mais fundo. Ser xingado enquanto ele me comia era muito bom, parecia que o pau entrava mais gostoso. Ele começou a meter cada vez mais rápido e com força e eu continuei falando putaria para deixar ele cada vez mais maluco. Em um dado momento ele cansou, pois eu era pouca coisa mais alto que ele. Então ele me chamou para ir até o sofá que tinha no salão do bar. Cheguei no sofá e já fique de quatro. Ele subiu no sofá e ficou de joelhos. Abaixei a cabeça, colocando a cabeça no acento so sofá, coloque minhas duas mãos na bunda, abri bem, deixando meu cu, já arrombado, todo aberto para ele. - Fode esse cu. - Disse a ele. Ele mal ajeitou o pau e já foi entrando. Começou a foder com força, cada vez mais rápido e forte, mas nada de gozar. Decidi interagir mais: - Está gostando de comer o meu cuzinho? O cuzinho da sua cadelinha? Ele mal conseguia responder. - Isso, fode esse cuzinho de cadela, fode, enche ele de porra. - Eu dizia isso enquanto ele socava no meu cu como se ele fosse uma buceta. - Deixa eu ser sua cadelinha, deixa? Só sua. Você me come todos os dias, deixa? - Falava isso com uma voz manhosa. - Quer ser minha cadelinha, quer? - Ele disse aumentando a força das estocadas no meu cu. - Por favor, deixa. Ele começou a apertar minha cintura e a cadencia das metidas diminuiu, mas a força aumentou. Começou a sentir seu pau pulsar e o leite começa a jorrar dentro do meu cu. Ele gemia alto enquanto colocava o pau inteiro dentro do meu rabo. Eu, sentindo tudo aquilo, começo a me tocar e em menos de 10 segundos começo a gozar. Enquanto gozo meu cu fica piscando com o pau dele dentro e ele sente mais tesão ainda. Ao terminar, ele tira o pau, me dá um tapa na bunda e cospe no meu cu, que estava todo aberto. - Caralho, que delicia. Agora eu quero ser sua cadela. - Eu disse, mal conseguindo respirar. - Você vai ser. Quero te comer todos os dias. Eu sorri e disse a ele que quando ele quisesse eu estaria pronto. Nosso caso durou quase um ano. Transavamos quase todos os dias. Com o tempo ele começou a se soltar mais e sempre que íamos transar ele chupava o meu pau. Gozava sempre na boca dele e meses depois ele pediu pra eu comer o cu dele. Nossa relação era de troca-troca, eu adorava dar pra ele e depois comer o cu dele. Começamos a chamar outros caras para comer ele e eu, mas como coroa é sempre uma delicia de comer, os caras sempre queriam comer mais ele do que eu, mas sobre essas aventuras eu conto em outro conto.
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