Casada Evangélica Parte 03

Ele me puxou pelo pulso com uma força que não deixava espaço pra discussão. Não doeu, mas era firme, decidido. Eu tropecei atrás dele, coração na boca, enquanto ele me levava pro fundo do terreno, atrás de uma pilha de tijolos e uma lona velha que escondia o resto do mundo.
— De joelhos, Clara — ordenou, voz baixa mas cortante como faca.
Eu hesitei. Meu corpo inteiro tremia — de medo, de vergonha, de um tesão que eu não conseguia mais negar nem pra mim mesma. Mas eu não disse não. Não disse nada. Só desci devagar, os joelhos afundando na terra quente e poeirenta. A saia subiu pelas coxas, expondo a calcinha molhada que ainda carregava o cheiro do gozo de minutos atrás.
Ele abriu a calça sem cerimônia. O pau saltou pra fora, já duro de novo, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Maior do que eu imaginava. Maior do que o do Rogério. Ele segurou na base e deu um tapa leve na minha bochecha com ele — não forte, mas o bastante pra me fazer arfar.
— Abre essa boquinha de crente — disse, cuspindo na minha cara. O cuspe quente escorreu pela minha testa, pelo nariz, pingou no meu lábio. Eu pisquei, atordoada, mas não limpei. — Abre, vadia. Você não vai falar que quer, mas vai fazer tudo que eu mandar.
Eu abri. Devagar. Ele não esperou. Enfiou de uma vez, sem dó, até bater no fundo da garganta. Eu engasguei na hora, olhos lacrimejando, mãos voando pros quadris dele pra tentar empurrar. Ele segurou minha nuca com as duas mãos, dedos enfiados no coque, me mantendo no lugar.
— Isso… engole tudo, sua putinha hipócrita. Fingindo que não quer, mas tá babando no meu pau como uma cadela no cio.
Ele começou a foder minha boca com estocadas profundas, ritmadas, sem piedade. Cada vez que entrava até o talo, eu sentia a garganta se contrair, o reflexo de vômito vindo, mas ele não parava. Saliva escorria pelos cantos da minha boca, pingava no queixo, molhava a blusa branca que agora grudava nos seios. Eu gorgolejava, tossia, mas ele só apertava mais o cabelo.
— Olha pra mim enquanto chupa, Clara. Quero ver esses olhinhos de igreja cheios de lágrima.
Eu levantei o rosto. Nossos olhares se cruzaram. Ele sorria, sádico, olhos escuros brilhando de prazer. Cuspiu de novo — dessa vez direto na minha boca aberta, misturando com a baba que já escorria. Depois me xingou mais:
— Isso… engole meu cuspe junto com meu pau, sua santinha de merda. Aposto que reza toda noite pedindo pra ser tratada assim, né? Pra ser usada como buraco.
Cada palavra era um tapa na minha alma. E cada tapa fazia meu corpo reagir mais forte. Entre as pernas, eu sentia a calcinha encharcada escorrendo pelas coxas. Meu clitóris latejava tanto que doía. Eu não tocava em mim — ele nem deixava —, mas estava louca, alucinada de tesão. Quanto mais ele me humilhava, mais eu queria. Quanto mais ele forçava, mais eu me entregava em silêncio.
Ele acelerou. Segurou minha cabeça com força e começou a meter garganta profunda de verdade, sem parar. Eu sentia o pau pulsando na minha garganta, o gosto salgado invadindo tudo. Lágrimas rolavam pelo rosto misturadas com baba e cuspe. Meu nariz escorria. Eu era uma bagunça — suja, babada, usada.
— Caralho… vou gozar na sua goela, vadia. Engole tudinho, não deixa cair nem uma gota.
Ele grunhiu alto, corpo tremendo. Enfiou até o fundo e ficou lá, pulsando. Jatos quentes desceram direto pela minha garganta. Eu engoli por reflexo, sufocando, tossindo, mas engolindo tudo. Ele saiu devagar, deixando o pau escorregar pela minha língua, limpando o resto na minha bochecha.
Depois me soltou. Eu caí pra frente, apoiada nas mãos, ofegante, cuspindo saliva e restos de gozo no chão. O rosto ardia de vergonha e de tanto cuspe seco. Mas entre as pernas… Deus, entre as pernas eu estava em chamas. Meu corpo inteiro tremia de um prazer doentio, proibido, que eu nunca tinha sentido antes.
Ele se agachou na minha frente, segurou meu queixo com força, me obrigando a olhar pra ele.
— Não vai admitir que quer, né? — perguntou, voz baixa, quase carinhosa agora. — Mas olha pra você… babada, gozada, tremendo de tesão. Sua calcinha tá pingando no chão, Clara. Você amou cada segundo.
Eu não respondi. Só fechei os olhos, respirando pesado. Ele riu baixo, passou o polegar na minha boca suja e limpou um fio de baba.
— Levanta. A gente ainda tem tempo antes do pessoal voltar. E eu ainda não terminei com você.
Eu levantei devagar, pernas bambas, corpo mole. Não disse uma palavra. Mas quando ele me puxou de novo pra dentro da lona, eu fui. Sem resistência. Sem mentira.
Porque, no fundo, ele tinha razão. Eu não ia admitir nunca.
Mas meu corpo já tinha admitido tudo.

Ele me arrastou mais pra dentro da lona, onde a luz do sol mal entrava, só filtrada em raios dourados que cortavam a poeira no ar. O chão era irregular, terra batida misturada com pedaços de tijolo e cimento seco. Eu ainda tremia do orgasmo na mão dele, da garganta profunda, do gozo que engoli sem escolha. Meu rosto estava uma bagunça: baba seca, cuspe, lágrimas, rímel borrado que eu nem usava direito. Mas ele nem ligava pra isso. Olhava pra mim como se eu fosse um objeto que ele tinha acabado de conquistar.
— Tira a calcinha, Clara. Agora.
Eu hesitei de novo, mas só por um segundo. Minhas mãos subiram trêmulas pela saia, puxaram a calcinha encharcada pelas coxas. Ela caiu nos tornozelos, pesada de umidade. Eu saí dela, deixando-a ali no chão como prova do quanto eu estava entregue.
Ele me virou de costas, empurrou meu tronco pra frente até eu me apoiar numa pilha baixa de sacos de cimento. A saia subiu sozinha, expondo minha bunda inteira. Ele deu um tapa forte na nádega direita — o som ecoou seco no terreno vazio. Eu soltei um gritinho abafado.
— Abre as pernas, vadia. Mostra esse cuzinho que nunca ninguém tocou direito.
Eu obedeci. Abri as pernas o quanto dava, sentindo o ar quente bater na pele exposta. Meu cu piscava de nervoso, de vergonha, de expectativa. Ele cuspiu na mão, passou saliva grossa entre minhas nádegas, esfregando devagar no anel apertado. Um dedo entrou sem aviso, seco o suficiente pra doer um pouco, mas eu mordi o lábio e não reclamei.
— Tá vendo? — ele murmurou, enfiando mais fundo. — Vagabunda certinha, casada, crente… mas o cu dela tá implorando pra ser fodido. Aposto que o maridinho nunca chegou nem perto disso, né?
Eu neguei com a cabeça, fraca. Ele riu.
— Claro que não. Ele te come de ladinho, missionário, com luz apagada. Mas eu… eu vou te abrir inteira.
Ele tirou o dedo, cuspiu de novo — dessa vez direto no meu cu —, e posicionou a cabeça do pau ali. Grossa, quente, latejando. Eu prendi a respiração.
— Relaxa, sua putinha. Se resistir vai doer mais.
Ele empurrou devagar no começo, só a cabeça forçando a entrada. Eu gemi alto, dor misturada com um prazer estranho, proibido. Meu corpo resistia, apertava, mas ele não parou. Segurou meus quadris com força, unhas cravando na carne, e empurrou mais fundo. Centímetro por centímetro, até metade do pau estar dentro do meu cu.
— Caralho… que cu apertado… — grunhiu. — Vagabunda tinha que tomar no cu mesmo. É onde putas como você merecem ser fodidas.
Ele começou a meter devagar, saindo quase todo e voltando com mais força a cada estocada. A dor inicial foi virando um calor intenso, um preenchimento que me fazia ver estrelas. Eu gemia baixo, contínuo, as mãos apertando os sacos de cimento pra não cair. Meu cu se acostumava, relaxava aos poucos, e o prazer crescia como uma onda.
Ele acelerou. Batia forte agora, a virilha dele colidindo contra minhas nádegas, o som molhado da saliva e da minha própria umidade ecoando. Uma mão subiu pro meu cabelo, puxou o coque pra trás, obrigando minha cabeça pra cima.
— Fala, Clara. Fala que gosta de tomar no cu.
Eu balancei a cabeça, lágrimas escorrendo de novo. Não ia falar. Nunca ia admitir.
Ele deu outro tapa na bunda, mais forte.
— Fala, porra! Ou eu paro e te deixo aqui com o cu ardendo e sem gozar.
Silêncio. Eu mordia o lábio até sangrar.
Ele riu, sádico.
— Tá bom… então aguenta.
Ele meteu com tudo, até o talo, e ficou lá, pulsando dentro de mim. Depois começou a bombar rápido, sem piedade. Cada estocada acertava um ponto que eu nem sabia que existia. Meu clitóris latejava sem ser tocado, minha buceta escorria pelas coxas, pingando no chão. Eu estava louca, alucinada, o corpo inteiro em chamas.
— Isso… goza no meu pau no seu cu, sua cadela hipócrita. Goza sabendo que é uma puta de verdade agora.
Eu não aguentei. O orgasmo veio violento, diferente de tudo que já senti. Meu cu apertou em volta dele como um torno, pernas tremendo, visão branca. Eu gemi alto demais, quase um grito, corpo convulsionando contra os sacos de cimento. Ele não parou — continuou fodendo através do meu gozo, prolongando cada espasmo.
Quando eu estava mole, quase desmaiando, ele saiu de repente, virou meu corpo de frente e gozou na minha cara de novo. Jatos quentes, grossos, acertando bochecha, nariz, boca aberta de tanto gemer. Ele esfregou a cabeça do pau nos meus lábios, limpando o resto.
— Engole o que sobrou — ordenou.
Eu engoli. Sem pensar. Sem resistir.
Ele se ajeitou na calça, me olhou de cima a baixo: saia amassada, blusa grudada de suor e baba, rosto coberto de porra, cu ardendo e latejando.
— Boa menina — disse, quase carinhoso. — Amanhã tem mais. E você vai vir atrás de mim sem eu precisar mandar.
Eu não respondi. Só fiquei ali, ofegante, suja, destruída e… viva de um jeito que nunca estive.
Ele saiu primeiro, me deixando sozinha atrás da lona.
Eu me abaixei devagar, peguei a calcinha do chão e guardei no bolso da saia. Não vesti. Caminhei pra casa com o sêmen secando no rosto, o cu dolorido a cada passo, e um sorriso que eu nem percebi que estava no canto da boca.
Porque ele tinha razão.
Eu ia voltar. Amanhã. E depois. E depois


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario eucasado

eucasado Comentou em 20/03/2026

Meu pau está explodindo de tanto tesão....




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


257330 - Casada Evangélica Parte 02 - Categoria: Fetiches - Votos: 15
257308 - Casada Envangélica Parte 01 - Categoria: Fantasias - Votos: 17

Ficha do conto

Foto Perfil crentinha-
crentinha-

Nome do conto:
Casada Evangélica Parte 03

Codigo do conto:
257360

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
20/03/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
0