Minha Personal Trainer

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Minha vida estava sendo um inferno: muito trabalho, pouco dinheiro, muitas dívidas a pagar e nenhuma mulher. Foi aí que tive a excelentíssima ideia de entrar para a academia. O dinheiro não dava para quase nada — coitado —, mas o que sobrava dava para fazer alguma coisa nova.

Quando comecei a frequentar — o que gostava de chamar de ginásio de musculação, embora fosse uma academia de bairro comum — pela terceira vez na vida, quis logo admirar as mulheres que ali iam.

Eram tantas e tão magníficas, cada uma com uma beleza única, admirável e própria, que eu nem imaginava como chegar a alguma delas. Mas houve uma, uma em meio a todas aquelas, que disparou algo feroz em mim.

Linda de parar o trânsito, na minha opinião. Não queria ser como o King ensinou no livro "Sobre a Escrita" dele, que não devemos descrever muitos detalhes físicos ou estilísticos de um personagem, para que a história não fique chata. Mas, quando se trata de uma bela morena clara de cabelos pretos lisos e compridos, medindo 1,70, cintura fina, bumbum gostoso de academia e seios pequenos, deliciosos, contrastando com um rosto de beleza severa, é difícil.

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Durante duas semanas, entramos na rotina um do outro; eu via o quanto ela era dedicada em ensinar a seus alunos, e ela via o quanto eu era dedicado em hipertrofiar na base da carga e do grito. Até trocávamos certos olhares às vezes (nada demais). Perguntei a um amigo se ela era solteira, e ele me disse que namorava. Uma mulher.

Aí meu mundo caiu. "Caralho! Como assim? Lésbica?", foi o que eu disse para ele e para mim depois. Mas essa era a única, única e inegável verdade sobre a mulher que eu já estava especulando que fosse a mulher da minha vida. Que merda, eu tinha que fazer alguma coisa, tinha que tentar cair para cima, como disse o Capitão Nascimento. Tive uma segunda ideia genial.

Passei o dia todo no trabalho pensando em como convencê-la a me treinar; faria um empréstimo com um agiota do trabalho para pagar pelo menos dois meses de seu serviço, mas consegui somente o de um.

Conversa no WhatsApp:

EU: Bom dia, grandona.
ELA: Bom dia, moço. Tudo bem?
EU: Tudo sim! Olha só... Quanto custa um mês com você?
ELA: 350
EU: SHOW!
ELA: Qual é o seu objetivo?
EU: Hipertrofia. Ficar monstrão.
ELA: Ótimo, você parece esforçado. Consigo de segunda a sexta, horário flexível.
EU: Bom. Quando começamos?
ELA: Amanhã no seu horário, se quiser, e já faço sua avaliação.
EU: Fechou, combinado então.
ELA: OK, até. Beijo.

3
Durante os treinos, eu ficava imaginando como retribuir aquele "beijo" do WhatsApp, enquanto ela me ajudava a fazer o exercício com barra no supino reto atrás de mim; sua bocetinha quase na minha cara era um espetáculo (que delícia de aroma).

A minha avaliação, em uma sala reservada da academia, já tinha sido de muito proveitosa. Aquele meu amigo, a quem perguntei sobre ela, entrou atrás de algum equipamento e viu ela agachada à minha frente, tentando medir meu quadril com uma fita métrica. Se não acontecesse nada entre nós dois, aquilo renderia uma boa fofoca na academia. E noites de punhetas minhas, é claro.

Durante aquele mês, também nos tornamos amigos próximos; ela me confidenciava coisas do tempo em que era da igreja evangélica, e eu discursava um pouco sobre meu pouco vasto conhecimento em religião. Antes do penúltimo dia do nosso contrato de boca e muito suor e luta, com meus peitos inchados, ela brigou com a namorada. Soube quando a garota, que queria ser garotão, ligou insistindo em vê-la à noite, durante o treino, e ela mandou a namorada à merda, que estava tudo acabado daquele dia em diante.

Deduzi que o motivo tinha sido traição, mas não quis me envolver nem entrar em detalhes, embora ela soubesse que entendi tudo.

Lembro-me como se fosse hoje: o último dia que me treinou tinha sido uma sexta; no domingo — pois eu precisava do sábado para tentar planejar como convencê-la — eu a convidei para o cinema, o que ela negou com a desculpa de que estava com um compromisso marcado com o pai, que chegara à cidade.

Na segunda-feira, fui treinar normalmente. Mesmo lugar, mesmo horário.

Ela não parava de me olhar com uma certa frequência; eu não sabia se era porque eu estava fazendo alguma coisa errada ou porque não estávamos mais juntos. Mas, depois que ela finalizou o treino de outro aluno que já colocara no meu lugar, ela chegou em mim. E aí, meus amigos: tudo o que eu queria aconteceu.

4
Saímos da academia aproximadamente às 21h30, com o objetivo de ir à casa de um amigo dela, do tempo em que dançava em bandas de forró. Ele havia prometido vender-lhe alguns equipamentos para melhorar as aulas de funcional que dava para as senhoras do bairro, em uma quadra de escola pública, aos sábados.

Pediu que eu fosse conduzindo seu sedã novinho na ida, pois ainda estava com a cabeça cheia de problemas e tentando aliviar a ansiedade que o dia estressante havia lhe causado. Rapidamente me prontifiquei a ajudá-la, com aquele orgulho cavalheiresco masculino que todo homem apresenta quando quer comer alguém.

No começo, achei aquele convite meu injustificável, já que ela conseguiria colocar sozinha os equipamentos no porta-malas e no banco de trás do carro, e, mesmo na condição emocional em que se encontrava, voltar para casa sozinha ao volante.

Chegamos ao destino, pegamos o que tinha que ser pego, ela fez o pix para o rapaz, que era loiro e muito bonito, e retornamos comigo ainda ao volante.

— Acho melhor irmos primeiro para minha casa, depois você para a sua — disse eu, tentando puxar assunto, mas me mantendo com os pés no chão. — Já está meio tarde.
— Vamos a um lugar antes.
— Beleza — concordei eu. — Onde quer ir?

Embrenhamos por ruas escuras e desertas da zona industrial da cidade. Ela me disse para estacionar o carro em frente a uma fábrica de pneus há muito desativada. Obedeci.

Puxei o freio de mão e deixei o carro ligado.

Destemidamente, ela tirou a legging que vestia, ficando apenas com a camisa da academia, com a logo atrás, sutiã por baixo e calcinha.

Meu pau já parecia uma pedra, de tão duro.

Ela pediu que eu afastasse o banco do motorista e inclinasse o encosto para trás, subiu no meu colo depois de tirar minhas calças, afastou a calcinha vermelha fio dental de renda para o lado e inseriu meu pau dentro de si bem devagar (seu gemido baixo e a forma como mordeu o lábio inferior mostraram que sua ex-namorada não vinha fazendo um bom trabalho na cama). Estava quente, apertado e molhado lá dentro. Vi os céus, a Deus e os anjos na sua forma mais bela.

Enquanto sentava e gemia cada vez mais rápido, com as mãos no peitoral fibrado que ajudou a criar, eu podia sentir os pelinhos pubianos que ainda nasciam em sua boceta espetarem minha virilha e deixá-la molhada com o gozo que saía de dentro dela.

Gozou duas vezes como uma vaca no cio.

Já, obviamente, cansada e com pressa ao ver que eu estava quase gozando, levantou um pouco, tirou meu pau para fora e masturbou-me bem rápido; gozei bastante porra grossa e branca em sua barriga.

— Nossa! — disse ela. — Se soubesse que ia ser tão bom assim, teria te dado antes.
— E o que achou? — perguntei, mesmo sabendo que talvez não fosse uma boa ideia perguntar isso.
— Hum... O cheiro é bom, a temperatura também.

Terminamos a noite em minha casa, com ela sentindo o sabor do leite processado.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Personal Trainer


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Ficha do conto

Foto Perfil allanrobson69
allanrobson69

Nome do conto:
Minha Personal Trainer

Codigo do conto:
257448

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/03/2026

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