“Chifre Trocado Não Dói, Mas Às Vezes Surpreende”

A história que venho contar aqui, ouvi no confessionário, quando ainda me considerava um padre de verdade.

O jovem que confessou seu pecado não parecia tão arrependido assim. E eu não parecia tão santo.

Ele residia em uma pequena e moderna vila no Nordeste. A dona morava em cima, com a família; embaixo, nos três quitinetes que ela alugava, ele morava no do meio com sua mulher. No primeiro, seu melhor amigo, um solteirão convicto. E, no último, uma mãe de três filhos: solteira e gostosa.

Tudo começou quando foram morar naquele bairro e, desde que seu melhor amigo — que o indicou à dona — viu sua mulher pela primeira vez, endoidou. Ela estava varrendo a frente de sua janela, do lado de fora, em uma tarde qualquer, quando ele chegou do trabalho e a viu só de shortinho e sutiã, ao abrir a porta da garagem.

Nosso amigo era um cara safado. Ao perceber que seu melhor amigo desejava sua mulher com unhas e dentes, decidiu encarar o desafio da vizinha gostosa, mãe de três filhos.

Tudo começou quando eles adquiriram afinidade. A mãe gostosa sempre lhe respondia “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”; ele sempre fazia questão de manter esse costume quando a via — uma vez sorrindo, outra olhando em seus olhos, sempre simpático. Mas, quando só estavam os dois na vila, sem cueca também.

Certo dia, ela o chamou, pedindo ajuda para trocar o gás, e ele foi. Tinha acabado de acordar, mas já estava malicioso. Ao entrar na casa dela, já estava com uma ereção embaixo do short, o que a deixou confusa, mas curiosa. Ele prestou o serviço com todo o cuidado do mundo — a ereção já era notada a quilômetros —, e conversaram por mais ou menos uma hora, com ele fazendo questão de se movimentar de forma sugestiva enquanto ela fazia suas coisas, sempre por perto, tocando-se de maneira aparentemente despretensiosa para que ela percebesse.

Sua mulher chegou bem na hora. Ao ouvir o barulho das chaves tilintando no portão e a voz dela cantarolando, pensou rápido no que dizer para que ela não o visse saindo dali daquele jeito.

Disse a verdade, claro, mas tentando se justificar de forma convincente quando ela lhe perguntou por que estava sem cueca.

Dias se passaram, e a rotina continuava, até que nosso amigo voltou a fumar.

Durante uma madrugada, quando saiu para fumar um cigarro, ela abriu a porta, colocou o rosto para fora devagar, olhou-o séria e entrou, mantendo a porta aberta. O convite estava feito. Ele foi até a porta da vizinha, entrou: ela estava só de calcinha, ajoelhada na sala, e a lua cheia iluminava o ambiente. Ele puxou o pênis para fora, e ela começou a chupá-lo profundamente. Nosso amigo gozou horrores.

Com a língua ainda viscosa e o gosto de esperma na garganta, ela perguntou:

"Meu Deus, fulano, por que a gente fez isso?"

"Eu não sei, mas foi bom, e vou vir atrás de mais", respondeu ele, enquanto seu membro se movia involuntariamente, amolecendo, com o sêmen escorrendo sobre seus pequenos seios.

Quando saiu pela porta, seu amigo estava entrando em sua casa sorrateiramente, sem que ele percebesse. Ele permaneceu quieto, em choque por alguns segundos, enquanto a vizinha já trancava a porta ao ver aquela cena. Nem quis comentar nada com ela.

"Caralho, então o que eu imaginei que podia acontecer aconteceu" pensou por mais um instante, aproximando-se devagar ao retornar no escuro. Não sabia
como iria reagir quando se deparasse com o que estava prestes a acontecer. Mas, no fundo, sabia que queria aquilo.

O lugar era pequeno: uma sala, cozinha, banheiro e um único quarto que não tinha porta. Ele ficou escorado na parede, com o rosto colado no batente, espiando pela pouca luz do luar que entrava. Sua esposa estava de quatro, sendo penetrada com força e rapidez; seus seios balançavam, estava completamente nua, mordia a fronha para não gritar, extasiada de prazer. Quando seu melhor amigo pronunciou que iria gozar, ela mudou de posição rapidamente, colocando a língua para fora. Ele despejou todo seu prazer em sua boca, e ela engoliu, abrindo a boca para mostrar que tinha tomado tudo.

Será que possivelmente aqueles dois já vinham ficando antes, sem que nosso amigo soubesse? Bem… gosto de pensar que ainda não (ainda não).

Quando seu amigo retornou, seu membro grandioso e cabeçudo ainda coberto pelo gozo de sua esposa, dentro da bermuda de moletom, ele ouviu ela perguntar se tinha gostado e ele respondeu que ela saberia quando ele voltasse atrás de mais.

Nosso amigo correu para o banheiro, para que seu amigão do peito não o visse ao sair do quarto nem da casa. Ficou lá até o amanhecer.

Foto 1 do Conto erotico: “Chifre Trocado Não Dói, Mas Às Vezes Surpreende”


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Ficha do conto

Foto Perfil allanrobson69
allanrobson69

Nome do conto:
“Chifre Trocado Não Dói, Mas Às Vezes Surpreende”

Codigo do conto:
257451

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
21/03/2026

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