ACHOU Q DAVA CONTA, MAS FOI RASGADO

Eu sempre digo que atraio a mulekada mais nova, e na minha ultima viajem pro interior não foi diferente.

Fui num evento de jogos, e lá eu conheci muita gente, inclusive o priminho de um antigo amigo meu, quando fomos apresentados eu já percebi que o pivete ficou meio estranho, sakei logo que ele tinha ficado corado e tava manjando muito o meu volume. Ele era baixinho, cerca de 1,55, mas com um corpinho bacana, de quem curte esportes, branquinho, cabelos castanhos bagunçados e olhos claros meio amarelados, a boquinha rosada e o sorrisinho safado dele o tempo todo me deixavam empolgado.

Conversa vai, conversa vem, falavamos sobre montar uma equipe pra jogar um jogo que a gente gosta, e o mlk demonstrou interesse, peguei o contato de todo mundo pra fazer o grupo e não demorou pra chegar a mensagem direta dele no meu zap.

Combinados de sair, peguei ele de carro, e sem cerimônia ele ja entrou no carro colocando a mãozinha perto do meu zipper, ficou passando a mão na minha perna e me olhando.
_ Você já é bem pra frente hein pivete.
_ Me chama assim não, eu já faço coisas que vc nem imagina...
_ Ah é? e eu vou descobrir essas coisas essa noite?
_ Acho que vai sim, só se você num quiser.
_ Sabe que eu quero, eu estou aqui, te busquei, estamos de carro, podemos ir pra qualquer lugar. Eu só não tenho certeza se vc dá conta, deve ter reparado que eu sou meio grande, e quando eu começo eu gosto de ir até o final.
_ Eu vi sim, foi isso que me deixou doido lá no evento. Mas num foi te deixar na mão não, vc é muito massa, mesmo se eu não aguentar pode me segurar e fazer até o fim.
_ Cuidado pivete, cuidado com o que você pede, quando o bicho pegar tu vai arrepender.
_ Vou não, eu vou é gostar...

A conversa já fez meu pau crescer e ele não perdeu tempo em acariciar por cima da calça, ele parecia ansioso pra poder ver de perto, saí da cidade, entrei em uma estrada que eu ja conhecia, que leva até uma comunidade rural, desci até perto de um corrego e estacionei. No meio do mato a escuridão era completa. Abri o zipper ao mesmo tempo que ele se soltava do cinto e se debruçava no meu colo. Quando meu pau saltou, pulsando, bateu na cara dele que ja soltou um gemidinho e arregalou os olhos com a boquinha aberta já louco pra sentir o gosto. A mãozinha dele nem fechava na base do meu pai, e mesmo forçando ele não conseguia sumir com mais do que a metade dele boca a dentro. A baba começou a escorrer pelo meu saco e ele tentava puxar minha bolas penduradas e pesada até a boca pra lamber, mas não conseguia fazer as duas caberem ao mesmo tempo na boquinha, a essa altura ele ja estava lacrimejando e com aquele olhar fraquinho de quem engasgou muito, agarrei os cabelos dele por entre os dedos e forcei meu pau pra tentar vencer a resistência da garganta dele, mas não cabia, ele sufocava ate tossir contraindo o abdomem num pulinho com o cuzinho apertando em cada engasgada, minha mão direito pegava por inteiro a bundinha dele, lisinha e com o cuzinho lacrado que ja causava gemidos toda hora que tentava empurrar o dedo do meio.

Depois que ele ja estava molinho de tanto sufocar, eu passei para o banco de trás com ele, coloquei ele com a barriga apoiada no encosto do banco traseiro, abraçado com o apoio de cabeça central, ajoelhado em cima do banco, abri as perninhas dele ao longo do banco para um lado e para o outro e fiquei atrás dele, também, mas com os pés apoiado no assoalho, fechei o corpo dele com o meu, e percebi que a expressão dele tinha mudado, ele estava mais preocupado e temeroso, viu que eu ja estava ofegante de vontade, quase rosnando em cima dele como que fosse um monstro, e considerando que tenho 180 e sou bem parrudo era como um monstro que ele me via, pressionando o corpo dele contra o banco e puxando a calça de moletom dele até o meio das coxas.

_ Vamos devagar...
_ Você disse que dava conta! (engrossei mais a voz e olhei com cara séria)
_ Eu sei (senti a perninha dele tremer), mas tô com medo de machucar, pelo menos no começo deixa eu tentar colocar.
_ Pode ser, mas se vc não der conta eu tento do meu jeito...

Ele agarrou meu pau que já estava parecendo pedra, as veias azuladas saltada e a cabeça pulsando, e colocou na bundinha, empinando para trás, gemia baixinho e contraia o rosto expondo os dentes com a mordida bem fechada enquanto enquanto tentava fazer caber e depois relaxada ofegante e e com carinha triste quando não conseguia.

_ Tem que empinar mais, vc tá com medo, por isso não tá entrando.
_ Acho que não vai dar certo, não passa...
_ Passa sim, vou te mostrar.

Deslizei a mão pesada pela barriguinha dele que ja estava suada, desci até o piruzinho dele encaixar entre meus dedos e fechei um pouco a mão, apanhando completamente a pélvis dele, puxei com a força do braço ele para junto de mim, forçando-o a empinar mais e espremendo o corpo dele no meio do meu, meu pau já estava na portinha, pulsando enquanto eu sentia o corpo todo lisinho dele ficando mais mole e se entregando.

_ Agora faz força pra fora!
_ Não vai dar...
_ Faz mais força!
_ Já to fazendo, tá no limite... eu vou cagar desse jeito, não vai caber, por favor...

Depois de muito implorar ele fez mais força, dava pra sentir o abdômem dele contraindo, e então eu senti... A cabeça do meu pau rompeu a resistência, senti ele passando, não!não!não!não!não!, ele começou a gemer dizendo não, até que eu formei o corpo dele junto ao meu.

_ Pronto! Vc conseguiu!
_ Por favor, tira!
_ Não, agora deixa quieta que vc vai acostumar...
_ Eu não tô aguentando, tô sentindo lá dentro, dói muito (reclamou meio choroso)
_ Confia em mim, essa é a primeira vez que vc tá dando pra um macho de verdade, aguenta firme a sente, o pior já passou.

Eu pulsava meu pau dentro dele e a cada latejo ele soltava um gemidinho e apertava os olhos.

Depois quele ele acostumou, fui começando os movimentos, primeiro de leve, depois tentando empurrar mais fundo, porque mesmo encaixado, tinha pouco mais de meio pau meu pra dentro dele apenas, no fim não resisti, mesmo não enterrando até o talo, gozei feito um cavalo, ele chorou gemendo quando o gozo fez meu pau delatar dentro dele. e no fiz arranquei o pau de dentro de uma vez, porque eu sabia que ele ficaria com medo de tirar, ele soltou um berro curto e as pernas dele tremeram, parei a mão por baixo, a porra estava escorrendo com traço de sangue, ele ficou ofegante um tempo ainda, mole no meu braço até se sentir bem e se vestir.

Troquei ideia com ele por uns meses depois disso, mas nunca surgiu outra oportunidade de voltar lá, só escrevi esse conto porque estava limpando os arquivos do meu PC e encontre a foto que ele me enviou na época, se um dia eu topar ele novamente eu conto aqui pra vocês.

Foto 1 do Conto erotico: ACHOU Q DAVA CONTA, MAS FOI RASGADO

Foto 2 do Conto erotico: ACHOU Q DAVA CONTA, MAS FOI RASGADO

Foto 3 do Conto erotico: ACHOU Q DAVA CONTA, MAS FOI RASGADO

Foto 4 do Conto erotico: ACHOU Q DAVA CONTA, MAS FOI RASGADO


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Ficha do conto

Foto Perfil narcizzus
narcizzus

Nome do conto:
ACHOU Q DAVA CONTA, MAS FOI RASGADO

Codigo do conto:
257575

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/03/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
4