PARTE 2 — “Não era pra ser daquele jeito”

PARTE 2 — “Não era pra ser daquele jeito”


Quando a noite chegou… eu fui.
Dirigi até a casa dela com a cabeça cheia.
Não só pelo que ia acontecer…
mas por tudo que já tinha passado pela minha mente antes.
Antes de ir, o namorado dela tinha feito alguns pedidos: que queria que eu botasse ela pra mamar enquanto eu dirigia. Que eu comesse o cuzinho dela. Que quando ela estivesse distraída era pra eu tirar a camisinha e fuder ela sem camisinha.
Eram pedidos tentadores, confesso.
Quando cheguei em frente a casa dela, ela entrou no carro, percebi na hora:
ela estava tensa.
E era compreensível.
Afinal… ela não me conhecia.
E aquilo também era novo pra ela.
Naquele momento, tudo que o namorado dela tinha falado…
simplesmente não fez sentido.
Eu não pensei em nada daquilo.
Pensei nela.
Parei o carro ainda perto da casa dela.
Comprei algumas cervejas.
Ficamos ali.
Dentro do carro.
Conversando.
Sem pressa.
Sem pressão.
Aos poucos, o clima foi mudando.
Ela começou a relaxar.
A rir mais.
A se soltar.
E eu também.
Contei um pouco da minha história…
algumas coisas que normalmente não conto pra qualquer pessoa.
Coisas que fazem as pessoas me olharem diferente.
Mas ela não.
Ela só ouviu.
E continuou ali.
Isso me chamou atenção.
Depois de um tempo, seguimos.
Fomos pra minha casa.
E, pra minha surpresa…
a gente continuou só conversando.
O clima estava leve demais pra apressar qualquer coisa.
Até que o telefone tocou.
Era ele.
Vídeo chamada.
Atendi e passei pra ela.
Ele falou rápido:
“Tô ocupado agora… mas já já eu entro de novo. Pode ir começando.”
Aquilo já foi estranho. Ele queria ver, mas poderia começar sem ele estar vendo?
Mas o que veio depois…
quebrou tudo.
Eu brinquei:
“Fica tranquilo, a gente te espera. Estamos trocando ideia só.”
E aí ele respondeu.
De um jeito que eu não esperava.
“É pra ficar de conversinha não, bota ela pra mamar logo aí, porra!” E desligou.
A forma como ele falou…
mudou completamente o clima.
Na hora.
Senti o corpo ferver, fiquei puto, muito puto.
A calma sumiu.
E deu lugar a outra coisa.
Raiva.
Olhei pra ela, sem conseguir esconder.
“Não se fala assim com uma mulher…”
Falei mais baixo dessa vez.
Mas ainda carregado.
“E quem ele pensa que é pra falar assim comigo? Ele não sabe com quem ele tá lidando.”
Ela ficou quieta.
Sem saber muito o que dizer.
Peguei outra cerveja.
Acendi um cigarro.
Precisava daquele tempo.
Pra voltar ao controle.
E foi aí que tudo mudou de verdade.
Porque quando a gente voltou a se aproximar…
não era mais sobre ele.
Era sobre a gente.
Sobre o momento.
Sem pressão.
Sem alguém dizendo o que fazer.
Só aconteceu.
De forma natural.
Lenta.
Como se aquilo tivesse que acontecer daquele jeito.
O telefone tocou de novo.
Eu olhei pra ela.
“Atendo?”
Ela respondeu na hora:
“Não.”
E foi ali que eu entendi.
Aquilo não era mais sobre o que ele queria.
Era sobre o que a gente estava vivendo.
Em um certo momento, ela mesma sugeriu registrar o que estávamos começando.
Disse que queria mandar pra ele um vídeo.
Como se fosse parte do jogo.
Eu fiz. Ela estava deitada na cama e sem roupa. Eu subi em cima dela e botei meu pau entre aqueles peitões deliciosos. E ela buscava meu pau com a boca... que boquete maravilhoso.
Gravei essa cena linda e enviei.
Ele viu.
E não respondeu nada.
Nem uma palavra.
E, por algum motivo…
aquilo deixou tudo ainda mais estranho.

Foto 1 do Conto erotico: PARTE 2 — “Não era pra ser daquele jeito”


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Ficha do conto

Foto Perfil diariodocasal
diariodocasal

Nome do conto:
PARTE 2 — “Não era pra ser daquele jeito”

Codigo do conto:
257588

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
22/03/2026

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