Eu não sei exatamente quando decidi que aquilo não ia ser sobre ele. Meu namorado. A ideia toda começou com ele: me ver com outro, por vídeo, como se eu fosse um brinquedo pra ele controlar. Aceitei porque... sei lá, às vezes a gente diz sim pra não brigar, pra ver no que dá. Mas quando entrei no carro dele — moreno, forte, estatura mediana, uns 40 anos, olhar que me mediu inteiro sem pressa —, algo dentro de mim mudou.
Eu estava tensa. Mãos frias, sorriso apertado. Ele parou perto da minha casa ainda, comprou cerveja, e ficamos ali conversando. Nada forçado. Ele contou coisas pesadas da vida dele, coisas que normalmente guardam pra si. Eu só ouvi. Não julguei. Aos poucos, meu corpo relaxou. O peito subia e descia mais devagar. Ri de verdade. E ele me olhava de um jeito... diferente. Não era só desejo. Era como se ele me visse de verdade. Como se eu fosse mais do que um corpo pra usar.
Fomos pra casa dele. Continuamos falando na sala, na cama. O telefone tocou. Era meu namorado. Ele atendeu, passou pra mim. "Pode ir começando." Depois veio o grito: "Bota ela pra mamar logo aí, porra!" e desligou.
Senti ele ferver ao meu lado. Raiva pura. "Não se fala assim com uma mulher", murmurou, baixo, mas carregado. Acendeu um cigarro, bebeu mais uma cerveja. Eu fiquei quieta, mas algo quente subiu pela minha barriga. Ninguém nunca tinha ficado puto por mim daquele jeito. Não era posse. Era respeito misturado com tesão. E isso me pegou.
Quando ele voltou a se aproximar, não era mais sobre obedecer ninguém. Era sobre nós. Sobre o que eu queria. Eu decidi ali: meu namorado não existia mais naquele momento. Só existia ele, me olhando como se eu fosse a coisa mais perfeita do mundo.
Ele começou a tirar minha roupa devagar. Blusa primeiro. Sutiã depois. Cada botão, cada alça, ele olhava nos meus olhos. Mãos grandes, quentes, roçando minha pele branquinha. "Você é uma mulher perfeita demais", sussurrou, voz rouca, enquanto acariciava meus seios grandes, pesados, apertando de leve, polegar roçando os mamilos que já estavam duros. Eu arrepiei inteira. Ele desceu a calça, a calcinha. Me deixou nua na cama, baixinha, cheinha, bunda grande empinada, cabelo preto liso espalhado no travesseiro.
Ele me deitou de costas. Beijou meu pescoço, desceu pros seios, chupou um mamilo devagar enquanto a mão apertava o outro. Depois continuou descendo. Barriga, coxas. Abriu minhas pernas. Eu estava molhada demais, sentia o calor escorrendo. Ele olhou pra mim de novo, aquele olhar que me fazia sentir desejada de verdade. "Posso?", perguntou baixinho.
Eu só assenti, mordendo o lábio.
Ele mergulhou. Língua quente, lenta no começo, lambendo os lábios da minha buceta de baixo pra cima. Depois focou no clitóris, sugando devagar, rodando a ponta da língua em círculos. Eu gemi alto, mãos no cabelo dele, puxando sem querer. Ele chupava gostoso, alternando sucção forte com lambidas rápidas, enfiando a língua dentro de mim, depois voltando pro clitóris. Meu corpo tremia. "Que delícia...", escapei, voz rouca. Ele gemeu contra mim, vibração subindo pela minha carne. Eu gozei assim, forte, pernas apertando a cabeça dele, quadril se erguendo da cama, gritando o nome que nem sei se falei em voz alta.
Quando parei de tremer, olhei pra ele. Pau duro, grosso, pulsando. Eu me ajoelhei. Peguei com as duas mãos, lambi da base até a cabeça, sentindo o gosto salgado. Engoli devagar, boca cheia, língua rodando na glande. Ele gemeu alto, mão no meu cabelo, guiando sem forçar. Chupei forte, sugando, babando, olhando pra cima pros olhos dele. Ele tremia.
Depois eu subi. Sentei no pau dele devagar. Senti cada centímetro me abrindo, me enchendo. "Soca com vontade", olhei pra ele e disse, voz baixa, urgente. "Faz o que você quiser comigo."
Ele segurou meus quadris. Começou a meter de baixo pra cima, forte, fundo. Eu cavalguei, rebolando, sentindo ele bater no fundo. Seus lábios nos meus seios, chupando forte, mordendo de leve. Eu gemia no ouvido dele: "Me bate, por favor... me bate."
Ele hesitou no começo, acho que sem saber onde eu queria tomar uns tapas. "Me bate", repeti, cavalgando mais rápido. Ele deu o primeiro tapa na minha bunda, som alto ecoando. Eu gemi mais alto. "Mais forte." Outro tapa, depois na cara — um pouco mais leve, mas firme. Eu ri de tesão, sussurrando: "Posso cavalgar gostoso em você?" Ele respondeu rouco: "Sim, fica à vontade... sou todo seu."
Eu gozei de novo assim, cavalgando, apertando minha buceta em volta do pau dele, corpo tremendo. Ele me virou de quatro. Veio por trás, agarrou as mãos nos meus quadris, socando forte, batendo na bunda que balançava com cada socada daquele pau gostoso. Cada estocada me fazia gemer mais alto. Ele puxou meu, que já estava bagunçado, me inclinou pra trás, beijou meu pescoço enquanto socava. De forma que eu não esperava, ele me jogou de cara na cama, e ainda com o pau dele dentro de mim, pisou na minha cabeça, e socou mais fundo. Eu gozei outra vez, apertando, escorrendo, lambuzando todo o pau dele.
Depois voltei por cima. Cavalguei devagar, depois rápido, sentindo aquele pau pulsar dentro de mim. Ele chupava meus seios, com uma mão apertava um mamilo, e a outra mão apertando minha bunda. "Vai, goza pra mim", pedi. Ele gemeu alto, segurou forte, e perguntou onde eu queria leitinho.
“Me dá na boquinha!” falei
Ele me botou sentada na beira da cama e começou se masturbar roçando a cabeça do pau nos meus peitos. “Goza na minha boca, goza!”
Acho que isso deu tanto tesão nele que imediatamente ele tirou o pau dos meus peitos e botou na direção da minha boca...já veio jorrando tudo, nem deu tempo de abrir a boca... porra pra todo lado. Mas como os jatos não paravam de sair, deu tempo de experimentar a porra dele. E fui limpando o pau dele todo sujo de porra com minha boca.
Ficamos ali, suados, ofegantes. Ele me abraçou por trás, beijando minhas costas. Não falamos do meu namorado. Não precisava. Naquele momento, eu tinha feito o que quis. Me entreguei completamente. Me senti à vontade. Desejada. Perfeita.
E foi bom demais pra ser só uma noite.

Tesão demais!!!