QUE CHEIRO É ESSE?

Prepare-se para a paródia mais escrachada que as cartas da Penthouse já inspiraram. Um jovem inocente, uma namorada que se guarda para o casamento e uma avó que parece saída de um desastre natural se unem em uma trama de hipérboles, squirts que viram catástrofe e reviravoltas dignas de novela. Com humor ácido e exageros de dar inveja a qualquer relato erótico fake, essa sátira transforma o clichê do “encontro proibido” em um festival de constrangimento molhado, referências cultas e situações tão absurdas que só podem ser mesmo uma brincadeira. Perfeito para rir (e se chocar).
Essa história é uma paródia escrachada das clássicas cartas de leitores publicadas pela revista Penthouse (ou fóruns similares), conhecidas por relatos sexuais exagerados e supostamente reais. O texto imita esse estilo ao mesmo tempo que o subverte de forma cômica e grotesca.
A paródia se manifesta em vários níveis:
- Hipérboles absurdas: o corpo da avó é descrito com comparações desmedidas (“peitos que precisaram de projeto do Corpo de Engenheiros do Exército”, “pinturas rupestres” na vagina). O jorro do squirt vira um desastre ecológico (“Exxon Valdez”) e uma violação das leis da física;
- Contraste entre linguagem formal e situação escatológica: o narrador usa termos rebuscados e referências cultas para narrar um cenário de sexo tresloucado, imitando o tom “literário” que muitos desses relatos falsos adotavam para se passar por verdadeiros;
- Subversão das convenções do gênero: em vez do foco no prazer romantizado, temos humor nojento, revelações surreais (“sou sua madrasta”) e um trio incestuoso tratado com deboche. Os clichês da namorada virgem e da avó tarada são levados a extremos caricatos.
Ao fazê-lo, o texto ironiza a veracidade e o apelo erótico dessas cartas, transformando a fantasia masculina em uma farsa molhada e constrangedora — uma sátira que diverte justamente por seu exagero e falta de qualquer pretensão realista.

QUE CHEIRO É ESSE?
Eu nunca imaginei que em um milhão de anos eu teria uma experiência erótica alucinante que valesse a pena compartilhar com esta estimada revista, mas eu tenho que contar a alguém sobre o meu encontro sexy com a avó da minha namorada hoje.
A história começa, como sempre começam, em uma quadra de pickleball. Carla estava pegando fogo, desferindo esmagamentos brilhantes de quadra cruzada e lobs espertos com uma proeza tática excepcional, e eu fui inteligente o bastante para sair do caminho dela.
Estou tendo dificuldade só de pensar nisso. De qualquer forma, depois que pegamos nosso troféu como campeões de duplas mistas da divisão Sub-20, o corpo magro, mas cheio de fios de Carla estava brilhando de suor e sua excitação era palpável, embora seu sutiã esportivo de Kevlar mantivesse o estado dos mamilos dela um mistério.
Antes de nos mudarmos para a biblioteca, ela sugeriu irmos até a casa dela e tomarmos um banho rápido. Eu sugeri que talvez pudesse me juntar a ela, já que os pais estavam fora naquele acampamento de culto da morte cristã fundamentalista, mas ah não, eu não ia ver as gostosuras dela tão cedo. Carla deixou bem claro que estava guardando o sexo para depois do casamento… com outra pessoa.
Ela me conduziu para a sala de estar e, em vez de um banho, me entregou um rolo de papel-toalha e mandou esfriar a cabeça antes que ela subisse as escadas para limpar o corpo virginal. Eu, Almir, me afastei pelo corredor, azul bolado e xingando minha sorte, e, quando entrei na sala, levei um susto ao descobrir que Carla não estava sozinha, afinal.
A avó dela, Andréia, estava descansando no sofá, sorrindo para mim e me avaliando dos pés à cabeça, igual um leopardo avaliando um javali ferido na savana (só que se o bicho fosse gigantesco e velho o bastante para se lembrar da Guerra dos Bôeres).
Andréia era uma mulherona, mas mesmo com o seu vestido largo eu dava para perceber que ela ostentava um triplo E que falhou e rolou assim que ela se levantou. Fiquei maravilhado com a atração gravitacional daquelas mamas, tão enormes que o sutiã delas teve que ser projetado pelo Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA. E ela precisava do suporte. Ela não só reprovou no teste do lápis, como também podia carregar uma máquina de escrever IBM embaixo daqueles peitorais e provavelmente teria amamentado o estado de São Paulo no passado, quando eles ainda estavam operacionais.

– “Jovem, quero ter uma palavra com você” - disse a vovó Andréia, com acidez, apontando para o lugar ao lado dela.

Suspirei e me sentei, pronto para a inquisição que sabia que estava por vir. Mas eu estava preparado para isso, vindo de qualquer um dos pais da Carla. Não estava acontecendo nada, garanti a ela. Quero dizer, NADA.

Andréia acenou com um sorriso.
– “Acredito em você” - ela ronronou - “Carla é uma boa garota, ela nunca faria isso.”

Ela arqueou as sobrancelhas grossas.
– “Por outro lado, eu sou uma garota má, muito má.”

Ela se aproximou, narinas fumegando como Jabba, o Hutt, farejando a Princesa Leia em Star Wars: O Retorno de Jedi, que ainda é o melhor da série na minha opinião.
Ela pousou a mão no meu joelho suado e deixou o dedo caminhar até minha coxa. Meu queixo caiu (O que estava acontecendo aqui?)

– “Mas… mas… e a Carla?!”

Andréia dispensou a neta com um gesto.
– “A mocinha fica horas lá dentro” - ela bufou - “Ela pensa que a gente é tudo trouxa, mas eu sei que ela trocou o chuveirinho por uma ‘Womanizer Wave’.”

O que imediatamente explicou por que a pele de Carla tinha clareado tanto ultimamente.
Então as coisas começaram a acontecer rápido. Nossos olhos se encontraram e eu entendi que ela queria minha boca no sul, e eu estava mais do que disposto. Achando que, como homem, eu ia precisar de orientação, ela puxou o vestido para cima, abriu as pernas, agarrou minha nuca e rapidamente apresentou minha boca à sua boceta.
Fiquei atordoado porque nunca tinha visto nada igual nem na Hustler, nem na Penthouse, nem mesmo na National Geographic. Me amaldiçoei por não ter trazido uma lanterna de cabeça, porque se eu conseguisse espiar lá dentro, apostava que encontraria pinturas rupestres. Comecei a trabalhar com a língua e de repente fiquei com fome de um sanduíche de rosbife.
Irritantemente, ela ficou fazendo um comentário em tempo real sobre meu trabalho de amador, meu manejo das partes moles e, toda vez que eu perdia o ponto (o que era, tipo, o tempo todo) ela reclamava. Parecia que ela estava narrando um jogo do Flamengo. Para ser justo, eu nunca tinha estado com uma mulher antes, muito menos uma que seria abordada por ativistas do Greenpeace num bote inflável se ela se aventurasse na praia.
Frustrada, ela enfiou a própria mão (com as unhas lascadas e cheias de esmalte vermelho) na própria boceta para mostrar como se fazia. Era uma artista do prazer solo, a respiração ficou selvagem, o corpo tremia e sons estranhos de animal saíam da boca dela. Eu me perguntava o que faria quando / se finalmente chegasse minha vez, com medo de que fosse como jogar um coquetel molotov num salão de festas alagado e fedido.
De repente, Andréia enrijeceu como gelatina que ficou tempo demais no freezer e soltou um grito de fazer gelar o sangue:

– “Ai meu Deus, ai meu Deus, eu vou gozar!!!”

O que aconteceu depois continua sendo um borrão: a vovó da Carla desencadeou uma enxurrada de fluido viscoso como não se via desde o vazamento da Exxon Valdez em Prudhoe Bay, e eu sofri um afogamento incomparável desde a Baía de Guantánamo. Me debati e me espalhei que nem um surfista engolido pela onda de Pipeline, sem saber onde era o caminho para cima. Mesmo enquanto me afogava, tentei entender um fenômeno que parecia violar as leis da dinâmica dos fluidos, sem falar na teoria do continuum espaço-tempo e em vários artigos da Convenção de Genebra.
Enquanto eu tentava escapar, Andréia rolhou por cima de mim, soluçando, rindo e, sim, peidando com a boceta igual uma baleia encalhada em Noronha que, de alguma forma, tivesse sido comida por uma sardinha e depois perdida no brilho pós orgasmo. Felizmente, ainda tinha um rolo de papel toalha na mesa de centro.
Naquele momento, uma voz veio de fora da sala.

– “Jesus, que cheiro é esse?”

Andréia e eu nos olhamos – tínhamos esquecido da Carla! Vimos então o olhar de horror no rosto dela enquanto nos debatíamos para nos desembaraçar, mas só conseguíamos fazer posições dignas do Kama Sutra.

– “Que merda!” – ela gritou antes de escorregar numa poça de esguicho e cair em cima de nós dois.

Eu nunca imaginei em um milhão de anos que acabaria num trio gorduroso dessa forma, mas a vida é engraçada.
Carla não estava rindo, ela imediatamente nadou até se pôr de pé, mesmo com a toalha de banho voando atrás dela como uma capa de filme da DC. Seus mamilos oleosos eram reluzentes e decepcionantes ao mesmo tempo.

– “Minha avó! Meu namorado! O tapete!” - ela disparou, um inventário do pecado e da futura limpeza a vapor.

– “Carla, espera, eu posso explicar, não é o que parece!” - eu gorgolejei.

– “Parece que a Shamu acabou de dar à luz no tanque principal do Sea World!” - Carla lamentou, descrevendo a cena com bastante precisão.

Por fim, Andréia se sentou e cruzou os braços sobre o vasto peito, me lembrando daquela vez que visitei o Grand Canyon e bati uma punheta de um penhasco. Ela começou a chorar.

– “Carla, querida, tem uma coisa... uma coisa que você precisa saber” - ela soluçou - “Eu não queria que você descobrisse assim, mas a verdade precisa ser dita.”

Ela começou a tremer, os peitos monstruosos balançando e espocando como um São Bernardo recém-saído da água.

– “Não sou sua avó de verdade. Vinte anos atrás, seu pai comeu a sua secretária e sua mãe, minha filha, criou você como se fosse sua. Isso, claro, depois que ela furou a putinha no ‘tóba’ e prendeu seu pai na castidade durante o governo do Bush.”

Os lábios de Carla tremeram.
– “Ai, meu Deus, isso significa… isso significa…”

Andréia sorriu e abriu os braços, liberando os enormes orbes da desgraça.
– “Isso mesmo, querida. Sou na verdade a sua madrasta.”

A neta não precisou ouvir duas vezes.
– “Vou me dar um pouco disso” - ela jorrou antes de avançar na velha, me deixando no canto com o papel toalha, absorvendo 33% mais porcaria do que a marca líder.

Minha namorada antes recatada praticamente desapareceu na boceta de Andréia, a velha senhora uivando de prazer como se o novato tivesse saído do banco de reservas e feito o gol do título. Eu provavelmente devia ter amarrado uma corda na cintura da Carla, mas, infelizmente, era tarde demais. Foi tudo para o melhor.
Deixei os amantes de maio e dezembro à vontade com seus brinquedos indizíveis e fui para casa compartilhar essa aventura extraordinária com você, Caro Fórum da Penthouse.
Agora, se me dá licença, tenho que vestir minha fantasia de entregador de pizza. Aquelas gostosas já devem estar com fome e provavelmente não vão ter dinheiro pra pagar essa de pepperoni dupla com cogumelos e queijo extra.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
QUE CHEIRO É ESSE?

Codigo do conto:
257741

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
24/03/2026

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