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Oi, Paula, sou o Maison, tenho 25 anos e minha mãe, a Geiza, está com 45 agora 2025.
Desde moleque fui diagnosticado com sexsomnia — um tipo de sonambulismo sexual.
Na época o pouco que sabia era que, à noite meu corpo agia sozinho, fazendo coisas que nunca lembrava no dia seguinte.
O Clonazepam, um remédio tarja preta que eu tomava religiosamente antes de dormir, nem sempre conseguia me controlar.
Uma noite, parado no corredor, ouvi mamãe conversando pelo celular com a neurologista especialista em sono, que me acompanhava no tratamento.
— Doutora, ele se deitou com o rosto na minha barriga e, do nada, beijou minha boceta por cima da calcinha… Eu fiz o que a senhora orientou, tentei tirar ele com calma. Em outra noite ele ficou acariciando minha boceta com uma das mãos enquanto tapava minha boca com a outra. É difícil tirar ele de cima… ele tem muita força.
Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Eu? Beijando a boceta dela enquanto dormia? Acariciando ela, tapando sua boca? Eu não lembrava absolutamente nada disso.
Em um estado de choque, vergonha e uma excitação proibida, eu pensava.
Como eu podia fazer essas coisas sem ter a menor consciência?
Parado ali, tentava processar na mente, que sem saber, estava atacando sexualmente a minha mãe enquanto dormia.
E o pior… uma parte minha estava curiosamente excitada com isso.
Mamãe era da igreja, também tinha sua luta interna consigo mesma.
Soube depois que por anos ela lutava desesperadamente para fugir de toda e qualquer pica, do vício da siririca, e que tentava a todo custo manter presa e sob controle a fera insaciável, louca por piroca grossa e grande que vivia dentro dela.
Um dia, em 2020, entrei no banheiro pra tomar banho e pela primeira vez me deparei com uma calcinha branca, de algodão simples, que esquecera na torneira do chuveiro.
Meus olhos desceram direto pro fundo da peça… e vi uma manchinha esbranquiçada, ainda fresca, brilhando no tecido.
O cheiro daquele creme subiu e senti o perfume de uma boceta invadir meu nariz.
Meu pau inchou, latejou até ficar dolorido.
Naquele dia minha vida nunca mais foi a mesma, e eu não sabia ainda, mas aquela calcinha foi só o começo.
Desde então, Geiza passou a tirar completamente a minha paz.
Eu não conseguia parar de notar: o short fino marcando seu cuzinho redondo e empinado, os seios pesados e firmes balançando livremente sob a blusa fina, e principalmente sua boceta inchada, carnuda, apertada, com aquela linda fenda bem marcada no meio do tecido.
Eu não conseguia mais tirar os olhos dela e de seu lindo corpo no auge daqueles 40 anos.
Parecendo um viciado em drogas, eu buscava desesperadamente todas as noites, após seu banho, uma calcinha, qualquer calcinha esquecida no banheiro, mas para minha profunda tristeza, nunca mais encontrei.
A falta de calcinhas começou a me corroer por dentro.
Toda noite, eu ficava andando pela casa como um animal selvagem, farejando o cheiro de boceta, o pau hiper-duro, imaginando que talvez, em algum canto, tivesse uma calcinha dela largada.
Eu vivia com minha mente só pensando em uma coisa: outra calcinha dela.
Eu esperava ela sair de casa, entrava no quarto desesperado como se estivesse em abstinência.
Abria as gavetas, vasculhava o cesto de roupa suja revirando tudo, cheirando cada peça como um animal faminto.
Meu desespero era tão grande que suava frio.
Eu precisava daquilo, sentir o cheiro forte daquela bocetinha impregnado no tecido.
Queria enfiar a cara naquela calcinha melada, passar a língua devagar no fundo onde o creme branquinho e grosso dela tinha secado, chupar aquele gosto salgado e doce misturado com suor.
Sonhava em gozar bem em cima daquela mancha, misturar meu sêmen grosso com a porra dela, depois abandonar lá, daquele jeito, suja de gala.
Já fazia algum tempo que eu havia parado de tomar o Clonazepam.
Como mamãe nunca mais reclamou de crises, continuei sem aquela porcaria.
Uma noite ela saiu com as amigas e voltou bem tarde, visivelmente bêbada.
Andava devagar, cambaleando, a voz grossa e mole.
Só de vê-la daquele jeito meu pau ficou dolorosamente duro dentro da cueca.
Assim que ela saiu do banheiro, eu corri como um louco.
E lá estava: a segunda calcinha dela, jogada no chão perto da pia.
Ainda quente.
No fundo, a mesma mancha cremosa, branca e brilhante.
Meu coração explodiu de felicidade e tesão.
Finalmente!
Corri para meu quarto, tranquei a porta, levei o tecido direto pro rosto e enfiei a língua no meio daquela meleca.
O gosto era maravilhoso — salgado, levemente doce, puro sabor de boceta.
Chupei devagar, lambendo cada fio de creme, mamando o tecido como se fosse a própria xota dela escorrendo na minha boca.
Depois de molhar tudo de baba, baixei a cueca e segurei minha pica latejante.
Comecei a bater uma punheta lenta e forte, imaginando minha mãezinha cavalgando em mim, aqueles peitos pesados balançando enquanto eu enfiava tudo nela.
Foi a melhor punheta da minha vida.
Gozei tão forte que jatos grossos de gala espirraram alto, quase batendo no teto do quarto.
Depois de saciado fiquei imaginando naquela loucura.
Eu simplesmente não sabia o que fazer, nem como lidar com aquilo dentro de mim, que já tinha perdido totalmente o controle.
Gostosa lokura