Aos dez anos, ainda virgem, já explorava meu corpo de formas que a maioria dos meninos da minha idade nem imaginava. Tocava meu cuzinho constantemente quando estava sozinha. Explorava posições e maneiras de sentir tudo, me imaginava numa menage dando e comendo quando via um raro filme porno (uma era sem Internet era difícil ver um). Massageava o cuzinho com os dedos, penetrava devagar, sentia o corpo inteiro arrepiar. Foi nessa idade que tive minha primeiras experiência. Foi totalmente confusa e carregadas de tesão além de mais tarde ter entendido que foi um abuso.
Meu irmão me implorou para chupar o pau dele,, ele era mais velho, trouxe um vizinho afeminado mais novo que eu e fez nos dois ajoelhar e chupar ele pelados. Eu acabei cedendo, com um pouco de medo e receio, mesmo querendo muito. Acabei lambendo o cuzinho do vizinho, enquanto ele gemia bem fininho, enquanto meu irmão batia o pau dele na portinha do meu cuzinho e gemia, comigo de 4,tudo de forma desajeitada, sem técnica, mas com uma fome que eu não entendia direito. Mas gostava. Foi indo até ele gozar muito na portinha do meu cuzinho.
Me levantei rápido e fui pro banheiro enfiar os dedos com o leite ainda quente no meu cuzinho e gozar como nunca havia gozado.
Aquela sensação ficou gravada em mim. Eu soube, ali, que queria explorar tudo o que me desse prazer — sem limites de gênero.Mas o medo falou mais alto. Na adolescência, escondi esse lado. Segui o roteiro que a sociedade esperava de um homem: namorei meninas, me comportei como “hétero padrão”. Mesmo assim, o desejo nunca morreu.
Ele só adormeceu… esperando o momento certo.Com 18 anos, uma namorada mais velha me apresentou sensações novas. Senti, pela primeira vez, uma língua quente e molhada deslizando no meu cu. Depois veio o dedo. Eu rebolava sem vergonha, gemendo baixo, imaginando que era um pau grosso me abrindo. Naquela noite eu descobri o prazer de me sentir putinha na cama.Anos depois, já adulto, o desejo por homens voltou com força. Instalei o Grindr no meu primeiro smartphone. Conversava escondido, trocava fotos sem mostrar o rosto, o coração acelerado de medo e excitação. Medo de ser reconhecido. Medo de fotos vazarem. Mas o tesão era maior.Toda vez que um homem me descrevia o que queria fazer comigo, meu cu piscava involuntariamente. Eu me trancava no banheiro, passava lubrificante, enfiava os dedos fundo e rebolava olhando no espelho, imaginando que era um pau de verdade me fodendo.Até que um dia apareceu ele: “Coroa Safado”.
A conversa fluiu. Ele tinha boa lábia, paciência e, principalmente, entendia meu desejo de experimentar tudo pela primeira vez.
Eu queria sentir um pau de verdade me abrindo. Queria rebolar, gemer, me entregar como uma puta safada, sem restrições.E ele me convenceu
Continua....
Fotos minhas reais...

