Me descobrindo uma fêmea - parte 2

Continuação do conto anterior. Leia a primeira parte para melhor entendimento.

Depois que ele concordou com todas as minhas exigências de sigilo absoluto, combinamos o encontro. Ele me pegaria na estação de trem da cidade dele, na região metropolitana de Porto Alegre, e iríamos direto para a casa dele. Sem conversa desnecessária. Só sexo. Uma única vez. Eu deixei bem claro: depois disso, nunca mais nos veríamos.Entrei no trem com o coração acelerado, um misto de tesão e pavor. O preconceito ainda martelava na minha cabeça: “O que você está fazendo? Homens não fazem isso.” Pensei várias vezes em desistir, em simplesmente não descer na estação. Mas o tesão era mais forte. A vontade de finalmente ser usada como uma putinha falava mais alto que o medo.

Desci na estação e ele já estava lá, dentro de um carro simples, esperando. Entrei. Ele era um homem mais velho, uns 60 e poucos anos, cabelo grisalho, porte forte, voz grave e calma. Cumprimentou-me com um sorriso seguro, como se soubesse exatamente o que eu estava sentindo. O carro tinha um cheiro forte de macho: perfume amadeirado misturado com sabonete. Ele havia se preparado para mim.No caminho quase não falamos. Eu olhava pela janela, as mãos tremendo no colo. Quando chegamos à casa dele, ele me levou para os fundos, num quarto separado da casa principal. Era um ambiente aconchegante, em meia-luz, com velas aromáticas acesas e uma maca de massagem no centro. Tudo já estava pronto. Naquele momento eu soube que tinha escolhido o cara certo.Ele fechou a porta e se aproximou devagar, falando baixo e firme:— Relaxa, garota. Eu sei que é sua primeira vez. Vou te tratar como você merece.Eu tremia. Ele continuou:— Sou aposentado da aeronáutica. Faço massagem por hobby. Mas hoje não é só massagem. Hoje eu vou te transformar. Vou te fazer virar a sissy que você já é por dentro. Vou te feminizar devagar… até você gemer pedindo mais rola.Ele me olhou de cima a baixo e sorriu:— Tira toda a roupa. Deita de bruços na maca. E fecha os olhos. Deixa eu cuidar de você, putinha.Obedeci. Tirei tudo e me deitei, o coração disparado.

Ele começou massageando meus ombros, meus braços, minha lombar. As mãos dele eram firmes, quentes, experientes. Aos poucos meu corpo foi amolecendo. Cada toque fazia eu soltar um suspiro.Ele desceu devagar até minha bunda, apertando com força. Minha bunda se empinava sozinha, pedindo mais. Ele subiu na maca, deitou o corpo grande sobre o meu e encostou o pau duro e grosso bem no meio da minha bunda. Senti o calor, o peso, a firmeza. Gemi baixinho.— Isso… sente essa rola, sissy. Ela vai te ensinar seu verdadeiro lugar.Ele começou a esfregar devagar, falando perto do meu ouvido com voz grave:— Olha pra você… já nem parece mais homem. Deitado aqui, gemendo como uma vadia. Seu pauzinho inútil aí embaixo, mole e pequeno, enquanto sua bundinha se abre toda pra mim. Você nasceu pra isso.Ele apertou meus quadris com as duas mãos.— A partir de hoje você vai aprender a se vestir pra mim.

Batom vermelho, top justo, meia arrastão… exatamente como nas suas fotos. Vou te fazer sorrir como uma putinha feliz enquanto eu te fodo. Vou te fazer pedir rola. Vou te fazer gozar só com o cuzinho, como uma boa sissy.Ele se esfregava mais forte, o pau latejando contra minha entrada.— Repete comigo, garota: “Eu não sou mais homem. Sou sua sissy.”Eu gemi, a voz saindo fraca:— Eu… não sou mais homem… sou sua sissy…Ele riu baixinho, satisfeito.— Boa menina. Agora relaxa essa bundinha. Hoje eu vou te deflorar devagar… e vou te fazer querer voltar sempre. Porque depois que um macho mais velho te fode direito, não tem mais volta. Você vai virar minha putinha particular.Ele desceu um pouco o corpo, beijou minha nuca e sussurrou:— E quando eu terminar de te foder hoje, vou te ensinar a se maquiar melhor… a sorrir pra câmera… a se agachar de meias arrastão vermelhas mostrando essa bocetinha de sissy. Porque isso aqui é só o começo da sua feminização.Meu corpo inteiro tremia de tesão e vergonha. O pau dele pressionava minha entrada, pronto pra entrar. E eu, pela primeira vez, me senti completamente entregue.

Foto 1 do Conto erotico: Me descobrindo uma fêmea - parte 2

Foto 2 do Conto erotico: Me descobrindo uma fêmea - parte 2

Foto 3 do Conto erotico: Me descobrindo uma fêmea - parte 2


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258035 - Me descobrindo uma fêmea - Categoria: Incesto - Votos: 6

Ficha do conto

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Nome do conto:
Me descobrindo uma fêmea - parte 2

Codigo do conto:
258460

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
02/04/2026

Quant.de Votos:
0

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3