Ele pressionou a cabecinha grossa contra minha entrada e eu tremi inteiro. O coroa riu baixinho no meu ouvido, aquela voz grave e calma que já me dominava completamente:— Relaxa esse cuzinho, sissy… você não é mais homem. Olha pra você, de quatro na maca, bundinha empinada como uma putinha barata. Seu pauzinho ridículo aí embaixo, mole e inútil, enquanto sua bocetinha de sissy pisca pedindo rola.Ele empurrou devagar.
Senti a cabeça rompendo minhas pregas e gemi alto, mordendo a maca. A dor veio misturada com um prazer que eu nunca tinha sentido. Ele parou, só a cabecinha dentro, e sussurrou:— Isso… sente o coroa te abrindo. Você nasceu pra isso. Pra ser minha sissy particular. Repete comigo: “Eu sou só um buraco pro coroa.”— Eu… sou só um buraco pro coroa… — gemi, a voz saindo fina e patética.Ele riu satisfeito e meteu mais um pouco. Colocou a camisinha com calma, depois voltou a pressionar. Meu quadril subiu sozinho, as mãos abrindo minha própria bunda pra facilitar.
Eu queria tudo. Queria ser destruída.— Boa menina… olha como você abre esse cuzinho sozinha. Na festa você fingia ser homem, mas aqui você é só uma vadia fracassada. Plug no cu o dia inteiro, calcinha molhada por baixo da roupa de menino… e agora tá aqui, gemendo pra um coroa te feminizar.Ele começou a meter aos poucos, fundo, devagar. Cada estocada fazia meu corpo tremer. Meu pauzinho não levantava mais, só pingava, inútil. Ele percebeu e deu um tapa forte na minha bunda:— Nem pensa em tocar nisso. Pauzinho ridículo não serve pra nada. Você vai gozar pelo cu hoje, como a sissy que você é. Vai aprender a gozar rebolando na rola do coroa.Eu rebolava sozinho, empurrando contra ele, desesperado.
A dor foi embora e só ficou prazer. Um prazer louco, profundo, que me fazia gemer como uma cadela. Ele socava mais forte agora, tapas estalando na minha bunda, puxando meus cabelos:— Rebola, putinha inútil. Mostra pro coroa como você é vadia. Diz pra mim: “Eu não sou homem, sou sua sissy patética.”— Eu não sou homem… sou sua sissy patética… — choraminguei, rebolando cada vez mais rápido.Ele martelou meu cuzinho sem dó por longos minutos. Me chamava de vadia, de buraco, de sissy fracassada. Dizia que eu ia voltar sempre, que depois dessa foda eu nunca mais ia conseguir fingir ser macho. Que ele ia me ensinar a usar batom vermelho, top justo, meia arrastão… exatamente como nas minhas fotos.
Que eu ia sorrir pra câmera enquanto ele me fodia.Senti o gozo vindo de um jeito que eu nunca imaginei. Sem tocar no pauzinho. Só com o coroa me socando fundo. Meu cuzinho apertava em volta dele, piscando, sugando.— Vou gozar… coroa… vou gozar pelo cu… — avisei, a voz rouca.Ele aumentou o ritmo, o pau inchando dentro de mim.— Goza, sissy. Goza como a putinha que você é.Gozei forte, tremendo inteiro, gemendo alto, o cuzinho contraindo sem parar. Quase ao mesmo tempo ele gozou também, grunhindo no meu ouvido, enchendo a camisinha enquanto me segurava firme contra o corpo dele.Ficamos assim um tempo, suados, ofegantes. Ele ainda dentro de mim, alisando minha bunda com carinho.
Depois saiu devagar, me virou de lado e me olhou nos olhos:— Viu, minha putinha? Eu te disse. Você não é mais homem. Você é minha sissy agora. E vai voltar sempre que eu quiser.Eu só consegui sorrir, fraco, ainda tremendo de prazer. Agradeci baixinho pelo cuidado, pelo respeito… e pelo jeito que ele me destruiu.Ele sorriu, passou a mão no meu rosto e falou:— Tu vai voltar. Tenho certeza… e da próxima vez vamos começar com batom vermelho e meias arrastão. Quero ver minha sissy sorrindo enquanto segura o cinto pra mim.E eu voltei. Muitas vezes.
Cada vez mais feminizada.
Cada vez mais dele.



