A Segunda Vez – Mais Intensa com Lucas
Na noite seguinte, eu mesma pedi. O medo ainda estava lá, mas agora misturado com uma fome que eu não conseguia controlar. Lucas percebeu a mudança. De quatro outra vez, eu empinei a bunda sem que ele precisasse mandar.
Ele meteu mais forte, quase todo de uma vez. A dor veio quente e lancinante, mas eu não recuei. “Dói… mas eu mereço. Quero que ele me rasgue, que me faça sentir pequena e usada. Sou uma cachorra no cio, sonhando em ser arrombada até não conseguir sentar.”
— Me arromba de verdade hoje — implorei.
As estocadas ficaram brutais. Ele puxou meu cabelo e bateu na minha bunda. A queimação no meu ânus latejava, mas o prazer crescia junto, mais cru, mais animal. No ápice, eu gozei gritando:
— Isso! Rasga meu cu! Enche essa vadia japonesa de porra!
Ele gozou fundo. Depois, deitada com o corpo tremendo, eu senti a evolução clara dentro de mim: a vergonha ainda existia, mas agora alimentava o desejo. “Eu não sou mais a mesma. Quero ser tratada como buraco. Quero mais.”
O Encontro com Diego – A Surpresa Brutal
Uma semana depois, terminei com Lucas e marquei com Diego, um cara que conheci online. Ele era alto, musculoso, direto e sem paciência. Eu queria intensidade, mas não imaginava o quanto. No motel, quando ele tirou a calça, meu estômago revirou.
O pau era monstruoso — grosso como meu pulso, veias saltadas, quase 25 cm latejando pesado. “Puta merda… eu não sabia. Isso vai me destruir. Meu corpo miúdo não foi feito pra isso… e mesmo assim eu tô imaginando ele me rasgando a garganta, a buceta e o cu até eu virar uma bagunça. Sou uma depravada doente, fantasiando ser humilhada e quebrada. Se alguém soubesse o que passa na minha cabeça…”
— Não… eu não esperava isso. Seu pau é gigante demais. Eu não vou conseguir — murmurei, recuando na cama.
Diego agarrou meu cabelo com força bruta e puxou minha cabeça para baixo.
— Você veio pra levar rola, japonesinha. E vai levar em todos os buracos.
Ele enfiou a cabeça grossa na minha boca sem aviso. Eu me engasguei violentamente, babando sem controle, saliva escorrendo pelo queixo e pelos peitos. Ele fodeu minha garganta fundo, segurando minha cabeça. Eu tossia, lágrimas escorrendo, estômago revirando, quase vomitando. “Tá me sufocando… e eu tô encharcada. Quero engasgar mais, quero ser só um buraco pra ele usar.”
Ele me jogou de bruços, abriu minhas pernas e meteu o monstro na minha buceta de uma vez. Eu gritei. A dor era real, ele batia fundo no útero. Mesmo assim, o prazer veio rápido. Eu gozei forte, esguichando um pouco, o corpo convulsionando.
Antes que eu me recuperasse, ele cuspiu no meu ânus e pressionou a cabeça enorme contra meu cuzinho.
— Não… por favor… no cu não… ele é grande demais… vai me partir ao meio! — implorei, tentando fugir.
Diego riu baixo e puxou meu cabelo para trás.
— Abre esse cu. Você vai levar tudo, querendo ou não.
A pressão foi insana. Meu anel se esticou ao limite, queimando como fogo. “Tá rasgando… dói pra caralho… mas olha como meu corpo tá sendo aberto por essa rola gigantesca. Eu sou uma puta nojenta que adora ser forçada, que sonha em virar uma boneca de foder. A vergonha me deixa ainda mais molhada.”
Quando ele enfiou quase tudo, acelerou selvagemente. Ele me beijou fundo outra vez, línguas brigando, depois lambeu meu rosto inteiro. Eu devolvi, traçando a língua pontuda pela bochecha dele. No ápice das estocadas brutais, ele rosnou:
— Isso, sua japonesinha safada! Olha esse cuzinho miúdo engolindo meu pauzão inteiro! Tá apertando como uma puta em cio. Eu vou te arrombar até você não aguentar mais!
Eu gozei gritando, sem filtro:
— Me arromba mais! Rasga meu cu, caralho! Eu sou sua vadia japonesa… enche esse rabo de porra grossa! Tô gozando no cu, porraaa!
Ele gozou logo depois, jorrando quente e fundo. Quando tirou, meu ânus ficou escancarado, latejando, com porra escorrendo pela buceta.
Caí na cama, destruída, corpo suado e tremendo. Pela primeira vez, a evolução estava completa dentro de mim: da curiosidade tímida para a fome por humilhação e dor prazerosa. “Eu sou uma puta depravada agora. E essa é só o começo.”
Essa foi a noite que iniciou minha saga — uma jornada de descobertas cada vez mais intensas, onde o prazer e a vergonha se misturam até eu não conseguir mais distinguir um do outro.





Quem não gostaria de arrombar uma japonesinha né
Que delícia de relato muito excitante
Muito bem escrito, parabéns... muito tesão e lindo cuzinho.