Casei aos 27 anos. Meu marido é bom, carinhoso, estável. Nos primeiros meses tentei ser só dele, ser a esposa perfeita. Mas o desejo selvagem que me consome desde a juventude era mais forte. Alguns meses depois do casamento, eu retomei. E nunca mais consegui parar de verdade.
Manter essa vida dupla é um vício perigoso e delicioso. Uso uma conta de e-mail secreta para todos os contatos e combinações de encontros — nunca passo número de telefone, é arriscado demais. Horários calculados com frieza, desculpas naturais. Volto sempre no mesmo dia. Banho longo, perfume neutro, máscara de esposa tranquila no rosto. Entro em casa, beijo meu marido, converso com minha filha e sorrio como se meu corpo não estivesse destruído de prazer.
Mas ele grita a verdade.
(Narrador: Misaki vivia em constante ebulição. O risco, a culpa e o tesão proibido formavam uma mistura explosiva que a deixava molhada o dia inteiro.)
Muitos dos homens que procuro têm fetiche por casadas. Principalmente por mim: japonesa, pequena, tão certinha e recatada por fora. Eles me querem com uma fome suja exatamente por isso. E eu amo.
Quando volto dirigindo, mal consigo respirar direito. Minha buceta está inchada pra caralho, latejando forte, quente e encharcada, escorrendo uma mistura grossa e quente que molha minha calcinha e escorre pelas coxas a cada movimento. Cada solavanco da estrada faz meu clitóris roçar no tecido encharcado, enviando choques elétricos de prazer dolorido direto no ventre. Meu cuzinho arde intensamente — uma queimação funda, aberta, pulsante, como se ainda estivesse dilatado, sensível e marcado pelas estocadas brutais e pelas veias grossas que me arrombaram sem misericórdia. Sinto ele contrair sozinho, latejando, uma dor gostosa que me faz apertar o volante até os dedos doerem. Meus mamilos estão duros, doloridos, roçando no sutiã como se pedissem para serem chupados e mordidos de novo. Meus lábios inchados ainda guardam o gosto forte, salgado e o peso de ter sido fodida fundo na boca.
O corpo inteiro vibra. As pernas tremem. Estou sensível, aberta, usada... e absurdamente excitada. Chego em casa assim. Sento para jantar com eles e sinto minha buceta pulsar forte contra a cadeira, meu cuzinho ardendo e contraindo a cada respiração, o corpo todo implorando por mais. Amo meu marido. Amo minha filha. Mas preciso dessa outra Misaki — a que geme como uma vadia, a que se abre inteira, a que adora ser preenchida, esticada e usada até o limite.
Essa contradição me deixa ainda mais molhada, latejando, desesperada.
(Narrador: Cada retorno para casa era uma tortura deliciosa. O contraste entre a esposa perfeita e a mulher que acabara de ser destruída de prazer tornava tudo absurdamente erótico.)
Deitada ao lado do meu marido à noite, sentindo o braço dele me envolver, fecho os olhos e mordo o lábio com força. Meu cuzinho ainda pulsa quente. Minha buceta continua inchada, encharcada e faminta. O corpo inteiro lateja, marcado por dentro, ardendo de desejo.
Ele acha que me conhece por completo. Não conhece. A outra Misaki continua aqui. Molhada. Inchada. Ardendo. Completamente faminta. Esperando o próximo momento em que poderá se entregar sem limites novamente. E ela sempre encontra um jeito.





delícia de conto, de história, fome, desejo, tesão...votei, claro...beijos doutro planeta em vc inteirinha...
Como gosto de uma japonesa do seu tipo, de todas as experiências que tive, com as japas foram as melhores
Dlç de texto muito excitante Meu sonho ter vc bem safadinha comigo. Bem submissa Parabéns pelo conto
Sensacional! Que confissão profunda e excitante! Bjos, Ma & Lu