Sabe… vem cá, deixa eu te contar exatamente como é pra mim quando você me penetra analmente. Eu quero que você imagine cada sensação como se estivesse acontecendo agora, enquanto eu falo bem devagar… Quando a cabeça grossa e quente do seu pau encosta no meu cuzinho, eu sinto primeiro aquela pressão firme, insistente, pulsando contra o meu anelzinho apertado. Ele resiste um pouquinho, todo enrugadinho e sensível, e isso já me deixa louca de tesão. Eu respiro fundo, relaxo o corpo inteiro e empurro levemente contra você. Aí… ahhh… quando você começa a forçar devagar, vem aquela queimaçãozinha deliciosa, aquele esticamento lento e profundo que faz meus dedos dos pés se curvarem. É como se meu cuzinho estivesse sendo aberto só pra você, centímetro por centímetro, com uma mistura gostosa de ardor e prazer que me faz gemer baixinho, mordendo o lábio. No momento em que a cabeça passa o anel e desliza pra dentro… meu Deus do céu… eu solto um suspiro longo. Sinto você me preenchendo de um jeito tão completo, tão apertado, que parece que não sobra espaço nenhum dentro de mim. Meu reto abraça o seu pau com força, quente, molhado de lubrificante, pulsando em torno de cada veia, de cada centímetro grosso. É uma sensação de ser invadida bem fundo, de estar totalmente tomada por você. Eu sinto o seu calor latejando lá no fundo da minha barriga, uma pressão pesada e deliciosa que faz meu ventre ficar quentinho e minha boceta pulsar de excitação, mesmo sem você tocar nela. Quando você começa a se mexer… devagar no começo, por favor… cada retirada puxa levemente as paredes do meu reto, criando uma fricção que me faz arrepiar inteira. Cada estocada lenta entra fundo, roçando naquela parede fininha que separa o cu da boceta, e isso acende um fogo lá dentro. É um prazer diferente, mais visceral, mais animal. Conforme você vai aumentando o ritmo, eu sinto meu cuzinho apertando e soltando em torno do seu pau, como se ele tivesse vida própria. O prazer vai subindo em ondas pesadas, quentes, que sobem pela minha coluna, fazem meus mamilos endurecerem e minhas pernas tremerem sem controle. Eu começo a gemer mais alto, com a voz rouca, quase implorando pra você não parar. E o orgasmo… ai, amor… o orgasmo anal é outra coisa. Ele não vem correndo. Ele se constrói bem lá no fundo, como uma bola de fogo lenta e pesada crescendo no meu ventre. Eu sinto meu reto contraindo cada vez mais forte em torno de você, apertando o seu pau com vontade, sugando você pra dentro. De repente, ele explode de dentro pra fora. É um prazer tão profundo, tão avassalador, que meu corpo inteiro convulsiona. Meu cuzinho dá espasmos longos, ritmados e intensos, apertando você com tanta força que eu sinto cada pulsação sua dentro de mim. As ondas vêm uma atrás da outra, fazendo minhas pernas tremerem violentamente, minha visão ficar turva e um gemido gutural escapar da minha garganta. Tem vezes que eu squirto forte, um jato quente saindo da minha boceta enquanto o orgasmo continua me sacudindo, me deixando molhada, trêmula e completamente entregue. Depois do pico, eu fico ali, mole, ofegante, com o corpo todo formigando. Meu cuzinho ainda pulsa levemente em torno do seu pau, como se não quisesse te deixar sair nunca. É uma sensação de rendição total… de estar completamente sua, preenchida, dominada e absurdamente satisfeita. É isso que eu sinto quando você me fode o cu com calma, tesão e paciência. É íntimo, cru, profundo e deliciosamente intenso. Uma entrega que eu só consigo ter assim, com você dentro de mim desse jeito tão proibido e tão gostoso.
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