A dia em que me entreguei para o uber (PretaCarente)

O ar-condicionado do carro mal dava conta do mormaço daquela tarde de sexta-feira. Eu estava no banco de trás, sentindo o tecido da minha mini saia vermelha — justa, curta e marcando cada centímetro das minhas curvas — subir perigosamente enquanto eu me acomodava. O top decotado, da mesma cor vibrante, parecia pulsar no ritmo do meu coração.
De repente, as memórias daquela noite na casa de swing invadiram minha mente. O calor das luzes, o toque dos desconhecidos... um fogo começou a subir pelas minhas coxas, uma umidade quente que me fez suspirar baixo. Olhei pelo retrovisor e encontrei os olhos dele. Aquele preto moreno, de traços fortes e mãos firmes no volante, já tinha percebido que algo mudara no ar.
O jogo começou ali. Eu cruzava e descruzava as pernas, deixando o batom vermelho brilhar sob a luz do fim de tarde que entrava pela janela. O silêncio do carro ficou pesado, denso, carregado de uma eletricidade que fazia os pelos do meu braço arrepiar. Ele limpou a garganta, a voz mais grave do que quando entrei: "Tudo bem aí atrás?". Eu apenas sorri, um sorriso lento, e deixei meu olhar descer pelo pescoço dele.
Quando o carro finalmente parou em frente ao meu portão na Baixada, o mundo lá fora não existia mais. Eu me inclinei para frente, o decote revelando tudo o que ele queria ver, e murmurei o convite que selaria o nosso destino.
Assim que a porta do apartamento bateu, o controle foi jogado pela janela. Ele não esperou nem o primeiro passo. Suas mãos grandes e quentes encontraram minha cintura com uma urgência bruta, me prensando contra a parede fria do corredor. O contraste do gelado da parede com o calor do corpo dele me fez soltar um gemido baixo, abafado pela boca dele que caiu sobre a minha.
Era um beijo com gosto de proibido, faminto, explorador. A língua dele invadia a minha com uma autoridade que me deixava bamba. Minhas mãos se perderam naquele cabelo curto, puxando-o para mais perto, querendo fundir meu corpo ao dele. Ele desceu os beijos pelo meu pescoço, deixando um rastro de fogo, enquanto uma de suas mãos subia pela minha coxa, apertando a carne sob a mini saia vermelha, descobrindo o quanto eu já estava pronta para ele.
Ali, no corredor escuro, éramos dois estranhos unidos por um incêndio. O top vermelho já parecia apertado demais para a minha respiração ofegante. Eu sentia cada músculo do corpo dele contra o meu, uma promessa de que aquela sexta-feira estava apenas começando e que, naquela noite, o apartamento na Baixada não conheceria o silêncio.
Foto 1 do Conto erotico: A dia em que me entreguei para o uber (PretaCarente)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A dia em que me entreguei para o uber (PretaCarente)

Codigo do conto:
258100

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
29/03/2026

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2

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