O dia em que eu me entreguei para o Uber parte final (preta carente)

O ápice daquela noite foi uma explosão de sentidos que parecia reverberar pelas paredes do apartamento na Baixada. No centro da cama, o contraste era absoluto: minha pele clara, tingida pelo vermelho do top que agora estava jogado em algum canto, contra o tom retinto e poderoso dele.
A transa não foi apenas um ato, foi um embate de vontades. Ele me possuía com uma força que parecia querer decifrar cada mistério que eu guardava, enquanto eu o recebia com a urgência de quem tinha pressa de viver tudo o que o passado lhe roubou. Nossos corpos se chocavam em um ritmo frenético, uma percussão de pele com pele que abafava qualquer outro som. Eu cravava minhas unhas nos ombros largos dele, sentindo os músculos das suas costas retesarem a cada movimento profundo.
Eu me perdi nos olhos dele, que brilhavam com uma mistura de espanto e fascínio. Mordi seu lábio inferior com força, sentindo o gosto metálico do desejo, enquanto minhas pernas o envolviam, prendendo-o em um abraço possessivo. O calor era insuportável, o suor fazia nossos corpos deslizarem um no outro, tornando cada toque mais escorregadio e intenso. Quando o clímax veio, foi um choque elétrico que me fez arquear as costas e soltar um grito que há anos estava preso na garganta. Ele desabou sobre mim, o peito subindo e descendo, o coração martelando contra o meu.
Ficamos ali por alguns minutos, envoltos no cheiro do sexo e no silêncio que sucede a tempestade. Mas, enquanto ele ainda recuperava o fôlego, minha mente já estava em outro lugar. O fogo tinha sido saciado, e com ele, a necessidade da presença dele também se esvaiu.
Eu me levantei com uma calma que parecia assustá-lo. Vesti minha minissaia vermelha e recuperei minha postura de mulher decidida. Ele me olhava do colchão, com um olhar de quem tinha acabado de encontrar um tesouro e não queria perder o mapa.
— “Você é incrível... eu preciso te ver de novo. Me passa seu número?” — ele disse, com a voz ainda rouca, já tateando o celular dele.
Sorri, aquele meu sorriso enigmático que não prometia nada. Dei a ele uma sequência de números que soava convincente, mas que eu sabia que nunca completaria uma chamada no meu aparelho. Vi o brilho de satisfação nos olhos dele ao salvar o contato falso. Ele saiu do meu apartamento achando que tinha conquistado algo, mas ele não entendia que a nova mulher da Baixada não pertence a ninguém.
Fechei a porta e encostei a cabeça na madeira fria. O prazer momentâneo era a minha nova religião. Sem apego, sem cobranças, sem desilusões. Eu não queria o número dele, não queria o bom dia dele no WhatsApp. Eu só queria a lembrança daquele fogo. Agora, eu era a dona do meu destino, e o meu destino era ser livre, um encontro intenso de cada vez.
Foto 1 do Conto erotico: O dia em que eu me entreguei para o Uber parte final (preta carente)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia em que eu me entreguei para o Uber parte final (preta carente)

Codigo do conto:
258103

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
29/03/2026

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3

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