deixando a porta entreaberta

Márcia, a telefonista da Prefeitura, era um jovem senhora de seus 35 anos, de ancas largas e seios fartos, do tipo deliciosamente avantajada, que no entanto não tinha (ao menos aparentemente), uso para todo aquele material . Era casada até seu marido sair para o futebol e nunca mais voltar...neste tempo, tornou-se uma beata católica, de casa e missa, a ponto de um padre indicá-la ao prefeito para o serviço de telefonia.Era falante apenas no seu exercício de trabalho, sendo no mais fria e de poucas palavras...afastava seus pretendentes com sua quietude e aparente desânimo, o que escondia muito bem seu segredo: Observar da sua janela de apartamento , com um binóculo atento estrategicamente posicionado num quarto de totalidade escura, o amor desenfreado de casais que se encontraram no parque municipal. Ficava ali noites a fio saboreando o desejo de terceiros, imaginando-se secretamente amada, posto que seu marido nunca se demonstrou afeto enquanto ser humano, muito menos desejo.

Seu segrêdo parecia escondido até um que.... Paulo(eu) sou um homem sem o menor recalque, afeito a ares prazerosos e aventuras deliciantes. Tenho muito comprometimento com meu trabalho de escritor de contos, mas fora dele, era um boêmio dos mais finos. Sempre teve os olhos naquela abastada rabada de Márcia, e sempre passava olhando para sua janela, até que percebeu um brilho estranho mesmo dentro da penumbra.

Minha curiosidade impulsionou-me a coragem, e fazendo uso da lente de aumento de uma câmera de mão, acabou meio que sem querer descobrindo a vida secreta daquela mulher que até então parecia tão recatada. Quase não dormiu de afinco e não negou a sua descoberta repetidas bronhas aquela noite...como fazer para ter aquela loba sedenta comendo em suas mãos era seu pensamento. Arquitetado um plano, assim que o dia amanheceu dirigiu-se ao telefone:

- Bom dia, observadora das taras alheias.... se você não quer quer eu revele, com as provas que tenho, para que toda cidade saiba quem você realmente é, sugiro que deixe hoje a noite sua porta encostada, para que eu entre assim que a calmaria no seu prédio permitir.

Márcia sabia muito bem de quem era aquela voz... quantas repelidas já havia dado naquele homem, sabendo que este deflagaria seus desejos ocultos e depois iria desfazer sua reputação por toda a cidade. Aturdida com aquela chantagem, diante do cair da noite não viu outra alternativa a não ser obedecer deixando a porta entreaberta. Como sempre entregava a noite, despido da farda, correspondência a quem não entregava durante o dia e tinha naquele prédio enorme uma tia-avó, ninguém estranharia a presença de Paulo nos arredores.

O tempo foi passando e cada minuto comia sua mente e a desfalecia em desejo...que agruras faria com ela aquele rufião inveterado...ficou no escuro, na sua cama..imaginando diabruras e nem percebeu os passos rápidos entrando na sua casa até que ouviu...você esta aí minha delícia..prepare-se para obedecer seu novo dono...amanhã quero que vá trabalhar sem calcinha...e não me desobedeça..que hoje já tenho farra marcada...

Paulo, conhecedor que era do íntimo feminino, fez o que havia arquitetado com maestria....o dia escorreu lento a enervar e atiçar a telefonista que, a toda hora tremia com cada rompante de vento na porta... finalmente chegou Paulo logo depois do almoço, final do expediente ao público, e depois de falar com ela sobre recados a um dos seus vizinhos, como se nada houvesse acontecido antes, puxou-a nu beijo quente, deleitoso e provocador..seus dedos apertavam sua bunda carnuda, enquanto alguns deles já se propiciavam a sua vagina, que como imagina o chantagista, estava deveras molhada....entregue muito mais pelo desejo que pela obrigação de apego ao seu segredo, Márcia a telefonista só desnorteou quanto o telefone tocou e ele, largando-a e fechando a porta disse:

Atenda.... enquanto ela falava, aquele homem a despia chupando seus seios com voracidade e dedilhando sua vagina com indescritível apuro e tesão...a pobre funcionária publica já não sabia como disfarçar o tesão e quase tremiam gemidos em plena ligação, tendo sua mão levada até o grosso e insaciável instrumento do carteiro,mas entre o receber e o dar de prazer, naquela frívola ciranda de pensamentos sucumbindo ao tesão agora latente, segurou-se até desligar, quando foi posta de 4 na mesa e degustada sem o mínimo pudor. O vívido membro de Paulo a fazia delirar enquanto este parrava com força seus seios, vociferando em seus ouvidos o quanto ela era gostosa e que ele sempre soube que ela era uma bela de uma safada, até que o telefone tocou e ela, num tesão nunca sentido, lutava para dizer cada palavra diante de estocadas repetitivas e incessantes, rebolando os quadris e dando asas a próprio líbido.

Ela há muito já havia decidido tirar vantagem desta oportunidade, dando vazão ao seu desejo recolhido ao observar do delirar alheio..até puxar o cabo do telefone, interrompendo a ligação para gozar num misto de saciedade e ato libertário...cada palmo da sua vagina tremia e absorvia aqueles movimentos clamando por mais e mais....no suspiro findo do gozo ela olhou ao redor e pode ver aquele homem dilacerando-a em prazer na sua sala de trabalho..e toda confiança a ela devotada...e se as pessoas soubessem o que ali estava acontecendo....nisso Paulo acelerou (não tendo parado nem quando ela gozava) e quando finalmente decidiu gozar..puxou a incauta de frente para ele e enfiou o pênis todo em sua boca...e disse...bebe que estou mandando.....Márcia não se faz de rogada engolindo todo aquele êxtase masculino, lambendo como loba que se regala ante a saborear de custosa e merecida caça, o que não a impediu de atender o telefone com um : - Boa Tarde ...Prefeitura trabalhando para você....com uma voz de realização e normalidade que quem a ouvia jamais imaginava do que aquela fêmea enjaulada era capaz....

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Ficha do conto

Foto Perfil paulo-zambroza
paulo-zambroza

Nome do conto:
deixando a porta entreaberta

Codigo do conto:
258397

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/04/2026

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