Tudo começou naquele grupo de WhatsApp do restaurante. A proposta era inocente: combinar turnos, trocar ideias, bater papo entre colegas. Mas não demorou muito e o grupo virou um verdadeiro campo minado de vídeos proibidos, zoeiras ousadas e conversas atravessadas.
Numa madrugada qualquer, fui surpreendido. A notificação subiu no canto da tela — um vídeo que durou só 8 segundos antes de ser apagado. Mas eu vi. E não foi pouco. A cozinheira — a morena (Mariana), de quadril largo, sorriso debochado e olhos que queimavam mais que qualquer fogão da casa — tinha mandado um vídeo dela se tocando. Por engano. Ou talvez não.
Mandei no privado:
— "Se isso foi sem querer... imagina quando for de propósito."
Ela respondeu com um emoji de diabinho. Depois, a conversa fluiu naturalmente. Flertes, elogios, piadas sujas... e confissões. Ela dizia que adorava dominar e ser dominada. Que amava fazer um homem gemer com a boca. Que curtia uma pegada mais intensa. E deixou escapar, sem pudor: “sou do tipo que ama dar o cuzinho, desde que o cara saiba como me merecer.”
Marcamos de fechar o restaurante juntos numa sexta. A tensão entre nós já era absurda. Durante o expediente, trocas de olhares, mãos que se esbarravam, sorrisos de quem sabia exatamente o que estava por vir.
Ao final, ela me chamou: — "Vem comigo pegar um negócio na câmara fria."
Assim que entramos, ela trancou a porta. O ar gelado contrastava com o calor que explodiu entre nós. Sem falar nada, ajoelhou-se na minha frente, desabotoou minha calça com aquela calma provocante de quem sabia exatamente o que estava fazendo. O frio batia nas costas, mas minha pele ardia de expectativa.
E ali, entre caixas de legumes e bandejas de carne, ela começou a me chupar. Lenta, profunda. Os olhos fixos nos meus, como se saboreasse cada centímetro. A língua quente dançava com precisão, e o som abafado do prazer enchia aquele espaço apertado. Eu segurando só coque e ela sugando cadê centímetros do meu pau que delícia era ela com a boca.
De repente — "shhh!" — ouvimos passos. A porta quase girou. Era a amiga dela, outra cozinheira.
Ela congelou. Me olhou com aquele sorrisinho maroto, limpou a boca com o dedo e sussurrou:
— "Quase que a Fernanda pegou a gente..."
Saímos como se nada tivesse acontecido. Mas o clima entre nós só cresceu. Na mesma noite, ela mandou no zap:
— "Você não acha que a gente merece terminar isso como deve ser? Motel, espelhos, e minha boca te agradecendo de novo."
Não pensei duas vezes. Fomos. E lá, naquele quarto com luz vermelha e lençóis amassados, conheci todas as versões daquela mulher. A morena de andar firme, dona de si, com a buceta quente e larga que me engolia como se quisesse me prender dentro dela. E quando se virou, empinada, gemendo baixo, e me deixou entrar devagarinho no outro lugar… ali eu soube que não ia esquecê-la tão cedo.
Esse foi só o único aqui no site chego tímido e espero que a mulherada goste dos meus conto achei um lugar onde posso falar tudo que aconteceu um passado que adora lembra de gostarem e querem a parte 2 comenta aí vamos interagir juntos só novo no site.