— “Você vai foder nós duas aqui.”
Encostei Fernanda na parede, levantei o vestido e a penetrei com força. A ruiva gritou de prazer, com o vibrador ainda ligado dentro dela. Mariana agachou-se e lambia os seios dela, os dedos dentro da própria buceta.
Me virei para Mariana, que já estava de quatro, o plug brilhando entre as nádegas.
— “Agora me come no cu, Arthur. Na rua. Quero sentir você até o fundo.”
E eu entrei. Forte, sem piedade. Ela gemia e dizia:
— “Gosta de ver a ruiva suja, Arthur? Olha ela se derretendo.”
Gozei nas costas dela, enquanto Fernanda se ajoelhava e lambia os respingos, provocando, os olhos vidrados em mim.
Voltamos para o apê. Lá, a noite ainda estava longe de acabar.
Fernanda foi amarrada, vendada. Mariana subiu em mim, cavalgando devagar, revezando com a ruiva amarrada, que pedia:
— “Me fode sem parar… até eu implorar.”
E foi o que eu fiz. Acordamos com o sol entrando pela janela, corpos suados, colados, misturados. Mariana olhou pra mim e disse:
— “Você tá preparado pra mais?”
Querem mais cometem