Mariana mandou às 15h.
Fernanda e eu entramos na cozinha do andar de cima, usada só para eventos. Deserta. Mariana já estava pelada sobre o balcão de inox. Eu a penetrei por trás com força, enquanto Fernanda ajoelhava, me chupando as bolas enquanto via minha rola entrando e saindo.
— "Hoje você só goza dentro da gente, Arthur. Nada de cara, entendeu?" — disse Fernanda, lambendo os lábios.
Eu obedeci. Gozei dentro de Mariana primeiro. Depois de Fernanda. Ambas se revezavam sentando, lambendo uma à outra, me usando como se fossem donas do meu corpo.
Na sexta, Patrícia nos reuniu no fim do expediente.
— "Não quero fofocas sobre comportamento. Mas estou de olho no clima entre alguns setores." — disse séria.
Mas o que me chamou atenção foi o olhar dela para mim. Longo. Profundo. Quase desafiador.
Naquela noite, ela me mandou uma mensagem no privado, coisa que nunca tinha feito:
— "Arthur, preciso conversar sobre um comportamento seu… mas só você e eu. Pode ser fora daqui?"
E eu sabia: o jogo estava prestes a mudar de patamar.