LARGANDO MINHA VIDA DE PUTARIAS (parte 02 de 02)

Parte final

        Fechei valores (claro que eu não iria de graça, afinal precisaria trazer dinheiro pra casa, mas cobrei abaixo do valor de mercado) e no sábado dia 21 de março de 2026 lá estava eu chegando às sete da manhã na casa da mãe da Kely que já me aguardava no portão, linda, numa belíssima roupa de academia, ela estava usando uma bermuda de lycra rosa choque e um top de alça branco (não sei mesmo se era top ou blusinha, sei lá, mas estava linda) a calça realçava suas curvas, sua bunda tamanho médio que eu amo, os seios apertados no top mas, marcando seu volume mediano, claro que não era nada mais firme como quando eu a conheci, mas eu também não estou, então, segue o jogo.
        Nos cumprimentamos e já fui tirando minhas bugingangas de pintura do carro ela foi me ajudando, pois, já estava aquecida por estar vindo da academia, demos muitas risadas e entramos, a casa estava com a pintura envelhecida, mas nada muito trabalhoso, a mãe dela estava fazendo um café e quando me viu veio me dar um abraço, corri para arrastar os móveis, cobri-los com plástico por causa do pó do lixamento e respingos de tinta, e com a ajuda da Kely, em uma hora já estava tudo pronto pra eu começar, mas nas primeiras lixadas, dona Naná começou a espirrar, parei, olhei para a Kely que disse que teria que levar a mãe pra casa dela e se eu me importava de ficar ali sozinho, pois, por elas tudo bem porque eu era de confiança. Vi meus planos irem pelo ar com a poeira naquele momento, e aceitei, elas saíram e fiquei sozinho naquela casa que me trazia tantas recordações. Me concentrei no trabalho e arrepiei, em duas horas eu havia terminado de lixar (como disse, as paredes estavam boas) iniciei os recortes da pintura quando a porta se abriu com a Kely me dizendo:”-Booo.”. “-Que fantasminha linda”. Sua mãe está bem?
        Ela me disse que o marido ia levar a filha para a praia e como a mãe chegou a tempo, ele a levou também. Estão indo com o irmão dele para a casa de praia dos pais em Ubatuba. Como moramos em Mogi das Cruzes, a distância é de no mínimo 3 horas de viagem, se eles chegarem lá e avisarem, tenho pelo menos seis horas a sós com ela aqui, isso se fizerem bate e volta, mas como a intenção deles é voltar no domingo melhor ainda. Ela se colocou a disposição para me ajudar e pedi para ela ir fazendo os recortes nos cantos enquanto eu ia passando o rolo nas paredes, e assim fizemos, conversando muito , dando muitas risadas, as vezes relembrando o passado, em alguns momentos nos olhávamos de uma forma diferente, mas ela desviava o olhar, e assim foram mais quatro horas de pintura, ao final, ela me eixou sozinho e foi buscar um almoço pra nós, ela chegou com o almoço quando eu já lavava meus acessórios de pintura, isso por volta das quinze horas, almoçamos conversando e rindo, sempre tivemos muitos assuntos até que ela soltou uma: “-Kkareka, pode tomar um banho antes de ir embora, não precisa ir sujo de tinta e pó se não vai sujar seu carro todo.” Normalmente eu não aceitaria, mas continuar com aquela musa e de banho tomado seria uma chance. “-Não trouxe nem toalha e nem roupa pra troca”. “-Isso não é problema, sempre tem alguma roupa do meu irmão por aqui. Toma esta toalha e entra no banho que eu já levo a roupa pra você.” . Como recusar a estas ordens.
        Lá estava eu no banho quando a porta foi aberta, “-Tô entrando e vou deixar a roupa pendurada aqui junto com a toalha.” “-Porque sair assim tão rápido, fica por aqui”. Falei em tom de brincadeira para testá-la. Então a porta do box se abriu e ela estava nuazinha e foi entrando. “-Eu ia te fazer uma surpresa lá fora, mas como me chamou, vamos começar por aqui mesmo.”. E foi me abraçando, meu pau subiu na hora estralando, pois, além de gostosa, ela sempre mexeu muito comigo. Nos beijamos apaixonadamente e entre carícias e um dando banho no outro com sabonetes e xampus, parecia que éramos namorados, cuidando um do outro, tirando tinta do corpo um do outro com muitos beijos e muita pegação. Ela desligou o chuveiro e me puxou para o quarto que ela tinha na casa da mãe e ali me jogou na cama vindo por cima de mim como ela sempre gostou, me beijando e chupando meu pescoço, peito e descendo até minha rola que já babava, ela elogiou minha rola e caiu de boca, que delícia de chupada essa mulher sabe dar, depois de um tempo eu a puxei e a coloquei deitada de barriga pra cima e foi minha vez de dar um banho de língua nela, fiz ela gozar na minha boca duas vezes, me orgulho muito disso e ela me falou que eu sempre fui o único que a fez gozar no oral, parti pra cima e posicionando minha caceta, entrou sugada por aquela bucetinha faminta, nunca foi tão difícil segurar uma gozada como aquele dia, a mulher que você mais deseja, fazendo o que você mais gosta, e te dizendo que nunca houve outro como você na cama, porra... Como segurar a gozada, para ganhar tempo, quando a vontade era de gozar de vez, eu saia de dentro dela e caia de boca de novo, ela me xingava, mas estava adorando, em dado momento ela montou sobre mim, e cavalgou deliciosamente, de repente ela parou, segurou a rola, colocou na portinha do cuzinho e me disse: “-O corno não come, você come;” “-Eu jamais desprezaria um prato destes”. Dito isso, vi a rola ir sumindo dentro daquele cuzinho rosadinho até o talo, ela descia e subia cadenciada, segurando em sua cintura, eu ajudava a coordenar os movimentos, assim, ficamos por muito tempo fazendo um amor delicioso, quando anunciei que gozaria, ela pediu pra inundar seu cuzinho, coloquei-a de quatro com uma visão privilegiada pra mim, pois ela além de estar de quatro, abriu as pernas encostou o peito na cama e arrebitou tudo o que pode o bundão pra cima. Afundei sem dó até gozar deliciosamente dentro dela que gritava”-Vai gostoso, mete, tô sentindo ele pulsando, que delícia amor”.
        Ficamos um bom tempo abraçados nos curtindo, mas eu precisava ir embora, lá pelas 19 horas fui embora mas combinamos que no dia seguinte voltaríamos para colocar os móveis no lugar, em casa disse que terminaria o serviço no dia seguinte. Então no domingo tive que voltar lá, e ela me disse que o marido e a galera ficariam até segunda em Ubatuba. Ou seja, em uma hora arrumaríamos os móveis e teríamos o domingo todo só pra nós.
        Tá vendo, eu quero largar a vida “putanesca”, ela é quem não quer me largar... kkkkk.

Foto 1 do Conto erotico: LARGANDO MINHA VIDA DE PUTARIAS (parte 02 de 02)

Foto 2 do Conto erotico: LARGANDO MINHA VIDA DE PUTARIAS (parte 02 de 02)

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anamar Comentou em 07/04/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
LARGANDO MINHA VIDA DE PUTARIAS (parte 02 de 02)

Codigo do conto:
258782

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/04/2026

Quant.de Votos:
4

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5