Sempre busco ler contos quando estou só em casa. Resolvi me abrir em relatos. Tenho 40anos, morena clara, um pouco acima do peso. Sempre gostei de sexo, gosto de ser tomada e levada ao limite, tinha muitos parceiros até conhecer meu marido. Ja sou casada 15anos. Quando conheci ele, estava em um barzinho, jogando sinuca e me esfregando pra ver se rolava algo aquela noite. Ele bebia e me olhava, quando percebi aquele homem, que mais parecia um armário numa calça jeans colada. Estava calor, então eu vestia shorts e regata. Encarei ele por uns minutos e depois fui ao banheiro, quando saí, ele tava na porta. Me puxou pelo braço e com a mão entre minhas pernas me deu um beijo. Senti medo e um tesão enorme. Quando parou de me beijar, disse q queria me usar a noite todinha. Com a mão em meu ombro me forçou ajoelhar, esfregando meu rosto em sua calça e rindo pra todos. Eu ja estava alta da bebida, cheia de tesao. Quando ele me levantou, me guiou pra fora do bar me segurando o braço. Gelei, mas ja não tinha muito controle. Pegou um taxi na porta e fomos pra um motel. Chegando no quarto, levei um tapa na cara e cai sentada na cama, parece q fiquei sobrea na hora. O medo tomou conta e disse q queria ir embora. Ele apenas riu abrindo a calça. - Minha. Vou te rebentar a noite toda sua puta. Nenhum homem vai te querer quando eu acabar e vc vai ser só minha, vagabunda. Fui em direção a porta ,mas ja estava trancada. Comecei a chorar e pedir pra ele não me machucar. - Se não quisesse se machucar, não estaria ali se oferecendo. Tira a roupa se não quer q eu rasgue tudo. Exitei e ele veio na minha direção puxando a alça da regata, me aprecei pra tirar antes q ele rasgasse. Nua, me fez ajoelhar e meteu o pau na minha boca. Foi quando eu vi q não era normal, longo, com uma cabeça q parecia um cogumelo e grosso q parecia q era uma long neck sendo enfiada na minha boca. Duro feito pedra. Com uma mão segurava minha cabeça tentando enfiar mais fundo e com a outra me enchia a cara de tapa. Eu me debatia, tentando escapar, mas ele era muito maior e mais forte. Forçou e fodeu minha boca com violência por uns 10min que parecia uma eternidade. Quando cansou, me virou e montou em mim. Percebi q estava procurando meu cu com aquela coisa q chamava de pau. Esperneei, tentei fugir, apanhei e percebi q não conseguia. Então senti meu corpo ser partido ao meio. Eu ja tinha dado o cu muitas vezes, mas aquilo era demais. Enquanto metia no meu rabo estava com minha boca toda aberta pelos dedos que metia enquanto me puxava pela cabeça. Era dor de mais. Eu mal tinha chegado e ja não aguentava, ficava pensando q ele disse q seria a noite, achei q ia morrer rasgada ao meio. Ele fodia e não gozava, saiu do meu rabo e voltou pra boca, depois forçou na minha buceta, muita dor pra aguentar. Parou de pé com aquela tora dura apontando firme pra frente, rindo de como eu estava. Esticou o braço onde estava a calça e pegou o cinto. Quando percebi o q ele ia fazer com o cinto, ja fui dizendo não e me afastando. Mas foi em vão, quando me alcançou simplesmente ergueu o braço e foi me lanhando as costas e as pernas de cintada. Eu apenas chorava encolhida no canto. Nunca tinha sentido tanta dor, nem no corpo ou nos meus buracos q tava tudo rebentado. Me pegou pelos cabelos e me arrastou pra cama de volta. - Cadela gostosa que vc é. 40min desde q chegamos e ainda temos a noite pra brincar. - Olha no meu olho e diz q é puta, que ta adorando e quer q eu te rebente todinha. Se não me convencer te bato ate desmaiar. - So sou puta. - eu só tinha medo naquele momento. Uma cintada veio com tudo e percebi q pegava o telefone, imaginei q ia me gravar. - Fala vagabunda e me convence. - Sou muito puta e adoro quando me bate e me usa. Quero que me use toda e me rasgue no meio. Me quebra e acaba comigo o quanto quiser. Ele sorriu, e ao falar minha mente e corpo se encheu de tesão imaginando o q iria acontecer. Voltou a me lanhar com o cinto e apontou o pau. Entendi q deveria chupar, fui e enquanto forçava a tora na boca sentia a cinta nas costas e bunda. - Olha no espelho vagabunda. Não quero choro, quero te ver sangrar e pedir mais. Eu tava assustada, com dor, mas minha buceta pulsava como se tivesse chamando. Me colocou de quatro e meteu na minha buceta por trás, com tudo, com os polegares abria meu cu. Estocava sem parar, sem pressa, só um vai e vem constante me abrindo toda. Eu ja estava cansada e desisti de lutar, apenas aceitei. Depois de um tempo me fudendo com os dedos brincando em meu rabo, tirou da buceta e meteu com muita força no cu. Dei um grito e recebi um tapa, que mais parecia um soco. Ergueu meu corpo e enquanto enterrava no meu cu, me segurava o pescoço e com a outra mão metia em minha buceta. - Olha puta. Que imagem linda no espelho. Vc empalada no meu pau, toda molhada. Olha e curte, pq vou te abrir e te quebrar. Ao me olhar de frente pro espelho, aquela mão enorme em meu pescoço, o vai e vem q ele fazia no meu rabo enquanto invadia minha buceta com os dedos, minha mente e meu corpo se alinharam e eu tremi numa onda de tesão que tirou um sorriso muito sincero daquele homem enquanto me fudia. - Fica olhando pra vc, admite pra vc mesma que era isso q procurou a vida toda. Ser rasgada e usada como nunca foi. Enquanto ele falava e eu olhava, o tesão foi invadindo, comecei a rebolar sentindo meu cu abrir, comecei a perceber o toque da pele dele nas minhas costas, a força que os dedos faziam em meu pescoço, a invasão na minha buceta. Passei a me esfregar buscando mais de tudo. Olhando no espelho me senti muito puta mesmo. Como aquela situação poderia estar me deixando satisfeita e fazendo meu corpo e mente buscar mais. O olhar dele me fudendo e vendo eu me contorcer e me esfregar no corpo dele era de pura diversão. - Goza cadela. Goza, me prova que vc quer mais. Quero ver vc gozando quando tiver sangrando e toda quebrada, esperando e implorando por mais dor e mais prazer. Então goza. - Eu preciso de mais, quero. - Minha voz saiu num sussurro, mas era só pensamento e nem sei pq falei. O gozo veio me fazendo tremer na mão dele. Me pos de 4 e meteu sem dó na minha buceta, onde parecia q eu ja não tinha controle. Sentia muita dor e meu corpo simplesmente explodia em prazer sem q eu conseguisse entender ou pensar. Me jogou na cama voltou a meter e me beijar, perecendo q ia me engulir de todas as maneiras, com o pau, a boca e as mãos. Quando deu uma estocada com mais força e cravou as unhas em meus seios, percebi q ia gozar, enquanto me olhava, estendi minhas mãos e toquei o rosto dele e falei num sussurro.- Goza. Deu um sorriso, me enchendo de porra e desabando ao meu lado. Deitou de conchinha, enquanto alisava meu corpo. Eu sentia a dor pulsar nas minhas entranhas, mas não sentia vontade de sair. Em poucos minutos ja fui sentindo a tora tomar forma nas minhas costas e os dedos dele invadir meu cu. Se posicionou e meteu sem pressa, num vai e vem fundo e lento. - Empina, minha puta. Eu apenas obedeci sem pensar, sentindo meu cu rasgar a cada estocada, as lagrimas escorriam, não entendia pq eu obedecia sentindo tanta dor, procurando o prazer novamente. Virou meu rosto e sorriu enxugando minhas lagrimas. Sem parar de fuder meu rabo de conchinha, meteu o polegar na minha boca me forçando a olhar pra ele. - Minha vontade é te partir ao meio, vagabunda. - Fica de 4, rebola e me oferece esse rabo. Ficou de pé com a cinta na mão. Obedeci, de 4 e rebolando, com uma mão de cada lado, abri minha bunda e enfiei meus dedos abrindo mais o cu. - Me rasga e me enche toda de porra. - Gostoza vc me deu uma ideia. Me puxou pelos cabelos até a banheira, onde tinha uma magueirinha de jato. Me pos de 4, enfiou a mangueira no meu rabo e ligou. Depois meteu junto a tora. Eu comecei a me desesperar, sentia tudo encher. Comecei a chorar de dor e medo. - Eu vou morrer, vc vai me matar. Ele ria e metia sem pena das minhas súplicas. Sentia minha barriga inflar, ele tirou a mangueira, mas continuou fudendo. - Se escapar água, bato tua cabeça na parede. Falou enquanto esfregava meu rosto contra o boxe. Tirou e me virou pra gozar em minha boca fodendo com força. Me segurou pelo queixo e repetiu pra não deixar a agua sair, mas meu cu ja tava frouxo, mesmo assim eu me esforçava pra não sair. Eu tremia, minha barriga tava cheia, tudo doia, uma cólica forte. Me deixou na banheira e foi pra cama. Eu chorava e não sabia o q fazer. - Vem me chupar sua puta. Prende essa água no cu e vem me chupa. Vem caminhando, aperta bem essa bunda e deixa a agua no rabo se não quiser um olho roxo. Me esforcei. Fui bem devagar até ele que me olhava sorrindo e balançando o pau meio mole pra mim. Chupei e tive a boca fodida a força. Derrepente senti q não ia aguentar mais. - Por favor, não aguento mais. Me deixa tirar isso do cu. - Claro. Com a condição q apartir de hj vc é minha namorada, toda minha e me deve obediência. Só sai daqui depois q eu souber tudo de vc. Vc aceita? Eu vou casar com vc. - Sim. Eu aceito. Sai e fui direto pro vaso esvaziar tudo. Fui pensando. Que nem adianda contrariar ele, pq só saio viva daquele quarto se ele deixar. Me limpei e voltei pro quarto onde o pau duro ja me esperava, montei e cavalguei com o pau no cu enquanto ele enfiava a mão na minh buceta. Ja tinha umas 3horas q estavamos ali. Depois de gozar enfiou o polegar no meu cu e os dedos na buceta, deu boa noite e adormecemos. Acordei levando uma cintada forte na bunda. Dei um pulo. Assustada, lembrei obde estava. - Bom dia minha vadia. Se veste q vamos tomar um café e vou te levar pra casa. ... Continua...
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