Saindo do motel toda dolorida, marcada pelas cintadas.
Durante o trajeto até uma padaria, fomos conversando e o tempo todo sendo beijada e acariciada.
Me deu um casaco pra cobrir as marcas das cintadas, fui tratada como uma rainha o tempo todo.
Comemos, conversamos sobre trabalho, minha família e amigos, meus interesses e ele voltou a afirmar que falou serio sobre casar.
- No momento que meus olhos bateram em vc, eu soube que seria minha pra sempre.
Eu não sabia o q pensar ou o q fazer. Medo, tesão, prazer...
Saimos e ele disse que pegariamos um taxi até o bar pq o carro tinha ficado lá, depois me levaria pra casa.
Perguntou meu endereço, se eu iria trabalhar, em que eu trabalhava...
Eu respondia no automático, pensando q depois dele saber meu endereço, não teria mais volta.
Fomos até meu apartamento, onde entrou comigo e na entrada ja desceu meu shorts e meteu no meu cu novamente. De pé, encostada na porta mesmo, meteu e gozou sem cerimônia.
- Bonito lugar pra uma puta. Quantos machos ja trouxe pra cá?
Baixei a cabeça e fiquei em silêncio.
Veio na minha direção e me deu um tapa.
- Fala puta.
- Acho q uns 10.
- Não precisa mais procurar rola pra te fuder, não vai mais ter tempo de sentir vontade.
Olhou o lugar, pequeno. Uma kit net, quarto, cozinha e sala tudo junto, um banheiro e uma varanda.
Abriu a geladeira onde não tinha muita coisa.
- Que horas vc trabalha hj?
- As 14h.
Eu trabalhava como balconista em uma padaria perto de casa. Meu apartamento foi presente do meu pai, quando meu irmão fez 18anos ganhou um carro e meu pai disse q quando eu fizesse, assim q tirasse a carteira me daria um também, na epoca eu com 15, indaguei, e se eu trocasse por um apartamento ou a entrada de um? Sem dizer nada meu pai foi juntando e procurando. Quando fiz 18, ele me entregou e disse, não é muito, mas é um começo. Dois anos depois, ele e minha mãe tiveram um acidente de carro e faleceram. Ficamos com a herança e a casa, mas aquele meu cantinho era o q ele escolheu pra mim.
- Desculpa não ter muito, fim de mês fica mais apertado.
Se aproximou, me debruçou na mesa e comeu meu cu mais uma vez. Enquanto metia, eu chorava. Apenas chorava.
Gozou na minha boca e disse q ja era 12h45, eu deveria tomar banho e me arrumar pra trabalhar.
No banho minha cabeça tava muito confusa, só sentia dor e ainda pensava em quando e como seria a proxima aproximação dele.
Quando eu estava pronta pra sair, veio perto, me deu um beijo e arrancou meu sutiã. Meteu a mão na minha calça puxando minha calcinha até rasgar.
- Nunca mais quero te ver usando isso. Puta não usa nada disso. Ontem vc não usava.
- Mas agora vou pra padaria.
- Não interessa.
Me beijou e desejou bom trabalho.
Sai e ele ficou lá.
Quando voltei a noite, a mesa estava cheia de compras, a geladeira cheia, na minha cama tinha varios brinquedos de sexo e alguns legumes. Na minha mente ja começava entender q ele ia meter o q tava na cama em mim. Ja fui ficando com medo, pois tinha coisa muito maior q a tora dele.
A porta do banheiro abriu e ele saiu sorrindo. Ficou parado e apontou pra baixo. Fui até ele, me ajoelhei e meti tudo na boca.
- De puta para uma cadela obediente. Delícia.
Fudeu minha boca por um tempo, depois me puxou pelos cabels até a cama, onde fiquei de 4.
Ele sentou no sofá.
- Pega essa cenoura e meta no rabo, até sumir.
Fui enfiando e ajeitando até entrar tudo. Mandou por o vibrador na buceta e ajoelhar pra mamar a rola dele.
- Hoje to cansado. Mas quero vc entupida pra não sair atrás de homem. Se eu cochilar, continua chupando até q eu acorde ou apanha.
Fui chupando e foi endurecendo, derrepente amolecia e endurecia novamente. Olhei pra cima e ele adormeceu, mas continuei, não sei se passou 30min, 1hora ou mais, so sei q quando ele despertou minha boca ja tava dormente.
Ele levantou, me jogou na cama e meteu no meu cu. Dei um grito de dor.
- Cenouraa.
- Esqueci. Agora aguenta vagabunda. Lembra que quero te rasga pra não procurar macho.
Me fudeu enquanto eu chorava, me apertando os peitos e cravando as unhas, me puxava pra fuder o cu.
A dor foi tanta q au achava q ia morrer rasgada por dentro.
Me erguei e me deixou em frente ao espelho no quarto.
- Olha puta. O espelho é pequeno, mas pode ver como vc gosta. Rebola como fez ontem, sente meu pau e a cenoura te abrindo toda. Goza gostoso olhando teu macho te quebrando. Fica olhando e rebola.
Quando olhei, lembrei de como foi bom rebolar e sentir a pele dele nas minhas costas.
Mais uma vez ele meteu a mão na minha buceta e movimentava o vibrador. Eu ja estava me contorcendo em busca do prazer em meio a dor q me tomava.
Passei a me esfregar, rebolar e me movimentar pra sentir mais fundo no meu rabo e buceta. Eu precisava sentir mais uma vez.
- Por vavor, por favor...
Passei a pedir e implorar esperando q ele entendesse o q eu queria. Ele estocava cada vez mais forte e fundo. Eu comecei a chorar e jogar meu corpo contra o dele, pois sentia q precisava de mais dor pra conseguir gozar. Foi quando senti meu corpo tremer e toda eletricidade passar por mim. Percebi q ele também acabou gozando. Sorriu, tirou o pau e me deu pra chupar.
- Limpa tudinho. Força pra fora até a cenoura sair.
Depois q saiu, me mandou comer a cenoura.
Entre os brinquedos pegou um plug q parecia uma bola de sinuca na ponta, com uma parte mais fina e depois um tampão com um rabo. Entendi q a bola ficava dentro, a parte fina era pro cu se fechar quando a bola passasse e o tampão impedia do rabo entrar.
Guardei o restante em uma mala, as verduras no sofá e deitamos de conchinha com os dedos dele na minha buceta, adormecemos.
damascsub