Minha dor! Meu prazer. 03

Depois de dois dias na companhia do homem q me fornecia dor e prazer, acordei sozinha e me sentindo perdida.
Sentei na cama, senti meu cu preenchido e lembrei do rabo fixado em mim.
Sozinha, não sabia se devia deixar ou tirar.
Procurei um recado, um bilhete, alguma informação do q fazer.
Me senti vazia e abandonada, parei em frente ao espelho, olhando minhas marcas e tocando meu corpo, faltava algo em mim.
Fui tomar um banho, tirei o rabo e fui trabalhar.
Eu não sabia o nome, nem telefone, nada sobre ele. Mas e agora o que eu faria se nunca mais encontrasse ele?
Passou uma semana de dias longos e vazios. Eu tentava meter, fuder os brinquedos e tudo q podia imaginar e tinha em casa. Mas nada era bom, me sentia quebrada.
Numa tarde, padaria lotada, vejo aquele homem vindo ao balcão e abri um sorriso de orelha a orelha, meu mundo ficou colorido naquele momento.
Me comprimentou e pediu um café e um salgado.
Olhou na direção dos meus peitos e sorriu, pois como ele tinha falado, nunca mais usei calcinha ou sutiã.
Sentou em uma das mesas, fui servir, apenas me olhou, sorriu e agradeceu.
Voltei ao balcão com o coração disparado.
Quando ele saiu, pedi licença e fui atrás.
Chegando, toquei o braço de leve.
- Oi.
Nao sabia o q dizer.
- Ola minha puta, sentiu minha falta?
Sorri e baixei a cabeça.
- tenho ido na sinuca, achei q ia ver vc lá.
- Não fui mais.
Chegou bem perto, enfiou a mão na minha calça e os dedos na buceta. Ali na calçada mesmo.
Olhei pros lados morrendo de vergonha.
Me beijou com loucura e me pediu a chave de casa.
Sorri e disse q ja trazia.
Passei o resto do dia querendo ir pra casa.
Chegando em casa, ele estava dormindo, nu, espalhado na cama.
Cheguei perto e não resisti, cai de boca no pau dele.
Ele abriu o olho e sorriu.
- Puta, sentiu saudade, dá pra ver no teu olho.
Levantou, arrancou minha calça e meteu com tudo no meu cu.
Eu só senti o rabo rasgar e chorei de dor e de alegria, pq eu ja tinha desistido em encontrar ele mais uma vez.
- Toma puta, toma, pede pra eu fuder. Enquanto como, quero ouvir vc implorar bem alto, me convence a ficar.
- Rebenta meu cu de vagabunda, por favor, me abre toda, me bate. Preciso que me rasgue como só vc faz, me tira essa vontade de buscar macho na rua.
Comecei a jogar meu corpo de encontro a rola dele.
- Me empala, por favor, eu preciso.
Me pegou pelo cabelo, me puxando pra olhar ele, me beijou e sorriu.
Com as mãos em torno do pescoço, me apertando e puxando pra socar, quase desmaiei, pois tinha um fiu pra respirar.
Deitou e mandou eu sentar com a buceta, meter até q ele gozasse e se eu parasse antes tomaria uma surra.
Fui cavalgando e ele apertando as unhas com toda força nos meus peitos, cravou até ver o sangue escorrer, lambeu e sorriu.
Foi cansativo, eu fodia, ele torturava meu peito com as unhas chupoes e merdidas, porém minhas pernas doiam e nada dele gozar.
- Sua vagabunda, me faz gozar. Mas não para sem conseguir, pq se vc não serve pra tirar porra do meu pau, serve pra quê?
Baixei e fui beija-lo enquanto rebolava na tora, ele corespondeu, me segurou a cintura e se esfregou em mim. Senti q tava bom, mas faltava algo. Cheguei no ouvido e sussurrei.
- Mete os dedos no meu cu, por favor.
Com um sorriso largo, abocanhou meu peito e esticou os braços pra alcançar meu rabo.
Quando senti ele me abrir com as mãos, fui rebolando cada vez mais.
Se ele ia gozar não sabia, mas eu ja tinha tudo pra curtir uma gozada muito boa. Senti meu corpo todo tremer e enlouquecer.
Com o rabo invadido, voltei a cavalgar e foi certeiro. Vi ele fechar os olhos e soltar um som q parecia um rugido.
- Vagabunda. Mete o rabo de cadela e prepara algo pra gente comer. Não, lembra do motel? Quero q coloque água no cu e depois o plug de cadela.
Obedeci, com a barriga doendo e estufada, preparei arroz e bife.
Quando ficou pronta, sentamos a mesa pra conversar sobre como foi a semana sem ele. Contei tudo q senti e tudo q usei dentro de mim. Me pegou pelo pescoço e perguntou se tinha fodido com outro macho.
- Não, só fiquei pensando em vc me rasgando, me batendo, senti falta das marcas no meu corpo.
Depois dessa janta, ele passou a estar comigo todos os dias, um mais violento q outro.
Nos proximos meses foi preparado a documentação pra irmos ao cartório onde me casei e transferi todos meus bens pra ele, minhas contas bancárias foram esvaziadas e canceladas. Pois ele sempre me lembrava que puta não tinha nada e que eu poderia ficar com o q eu quisesse, mas ele iria embora de vez, se ele nao era tudo q eu queria ele não ficaria.
Claro q optei por ficar apenas com ele e ser total puta dele.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico damascsub

Nome do conto:
Minha dor! Meu prazer. 03

Codigo do conto:
259199

Categoria:
Sadomasoquismo

Data da Publicação:
11/04/2026

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