Meio em contragosto, arrumei umas roupas, organizei as coisas e, no dia e horário combinados, estava no local onde esperaria o pessoal me pegar. Chegaram, entrei no carro, fizeram aquela festa e me disseram que iam passar para pegar mais um amigo:
-Vamos passar ali perto da prefeitura para pegar o Márcio, blz?
-Beleza.. - respondi, ainda sonolento e um pouco emburrado. Afinal, não eram nem 5 horas da manhã.
Chegamos ao local e ele já estava esperado. Levei um leve baque, pois eu não o conhecia e gostei do que vi. Aliás, gostei MUITO: alto, negro, cavanhaque, sorrisão, perfumado e energia contagiante. Nos apresentamos e seguimos viagem. De tempos em tempos, ele olhava pra mim, dava um sorriso de canto de boca, com aquele ar bem sacana, mas eu achava que era coisa da minha cabeça. "Nunca que um cara desses daria bola pra mim", pensei.
Fomos até a cidade de Fundão, onde nos encontraríamos com mais uma parte do pessoal, que vinha de Aracruz e Colatina. Eis que recebemos a notícia de que o carro do pessoal que vinha de Colatina havia dado defeito e estavam esperando. Porém, justamente neste carro, vinham várias coisas perecíveis, ou que precisavam de refrigeração. Pensamos numa alternativa e, enquanto isso, o pessoal de Aracruz chegou. Comentamos a situação e decidimos que parte seguiria para o sítio enquanto pelo menos 3 iriam encontrar o pessoal na estrada para buscar a bagagem enquanto resolviam o carro.
Acabamos indo o dono de um dos carros, Márcio e eu, afinal "somos os gigantes da turma". Entramos no carro e, como Márcio era um pouco mais alto que eu, falei que era melhor que ele fosse na frente e eu iria atrás. A ideia era que eu pudesse ficar mais à vontade e até tirar um leve cochilo, mas era meio difícil, com aquele deus de ébano na frente. Eu tentava cochilar um pouco mas, volta e meia, acabava acordando com o balanço do carro e, por várias vezes, quando olhava pra frente, Márcio estava olhando pra mim.
O Gabriel, dono do carro, precisou parar num posto rapidamente e ficamos no carro, esperando. Começamos a conversar, daí me sentei mais perto e ele começou a falar que também não ia naquela viagem, mas o pessoal o havia convencido. Falei que foi a mesma coisa comigo, que fui vencido pelo cansaço e aí ele me disse na lata "ah, não.. eles me mostraram uma foto de quem ia, eu vi a sua foto e decidi vir"
Depois do baque, fiquei meio sem reação, corei de vergonha e ele me olhando com a cara mais safada do mundo, só sabia rir. Aí a coisa mudou de patamar. Eu nunca imaginaria que um cara daqueles poderia manifestar vontade de ficar comigo, mas me contive. Aí perguntei algumas coisas a respeito e ele, "ah, chegando lá no sítio a gente conversa"
Daí em diante, o sono passou, o mau humor passou... e eu ainda sentado lá atrás, o olhava direto, enquanto seguíamos a viagem. Ele percebia e, num determinado momento, passou a mão direita entre a porta e o assento, levou até atrás e fez um gesto "me chamando". Mudei de posição levemente, peguei em sua mão e ele começou a apertar a minha, levemente, fazendo um pouco de carinho, mas tivemos que parar quando chegamos ao ponto onde estava o pessoal.
Pegamos tudo que coube no porta-malas e uma das meninas que estava no carro, pediu para ir na frente, pois estava com uma panela com algo que poderia entornar e, na frente, ela poderia controlar melhor. Olhei para cara de Márcio, que olhou para mim e só deu um sorriso safado. Sentamos atrás, com alguns pacotes no colo, fazendo um pouco de volume, quase escondidos debaixo daquilo tudo. Eram o cenário e a condição perfeitos.
Pouco depois, Márcio, disfarçadamente, sinaliza que era para eu lhe dar a mão. Achei que fosse só para segurar a mão dele novamente, mas ele foi ousado: levou minha mão ao seu pau, que não era nada pequeno. Olhei pra ele, um pouco receoso, ele deu uma piscadinha e um sorriso e tome conversa entre todos no carro. Seguimos viagem assim, e em todo trajeto, fiquei pegando no pau dele, sentia a baba e o calor. De repente, senti mais do que baba. Ele havia gozado com a minha "massagem" e, ao mesmo tempo, ele fez uma cara de leve "desconforto", por não poder gemer e deu um sorrido bem sacana.
Chegamos ao sítio e, ao descarregar as coisas, disfarçadamente, cheguei perto dele e perguntei se precisava de um pano ou algo pra limpar e ele disse que não, com uma expressão de alívio daquelas! Seguimos todos para a casa, organizamos as coisas e nos demos conta de que havia uma suíte com duas camas de casal, onde nos acomodaram. Como eu estava cansado e havia acordado muito cedo, resolvi tirar um cochilo. Um tempo depois, sonolento, olho para a cama ao lado e levo um leve susto, pois Márcio estava sentado, mexendo no celular.
-Ah, acordou... hehehe!
-Apaguei..
Começamos a conversar um pouco, falei sobre o episódio do carro e vi que ele havia ficado animado de novo. Nisso, perguntei como a gente faria qualquer coisa, com mais seis pessoas na casa. Nisso ele me fala que ele não via problema algum, que era pra eu ficar tranquilo e que ele queria aproveitar o momento. Caiu a minha ficha de que eu deveria fazer a mesma coisa. Daí ele me fala que "a porta do quarto estava fechada, para todos os fins e efeitos, ele também tinha entrado pra tirar um cochilo" e sugeriu um banho. Ele riu da minha expressão mas eu "encarei" o desafio e lá fomos nós. Aquele corpo, aquela pele, tudo me excitava, tudo me deixava enebriado. Ele me deu um beijo e falou que não ia me deixar escapar. Entramos no banho, em silêncio, me abaixei, comecei a mamar seu pau, muito peludo e ele apoiava as mãos na parede e no box, com um gemido profundo e baixo. Depois de um tempo, ele me levantou, se abaixou atrás de mim e caiu de língua no meu rabo, me deixando doido. Melou bastante até estar no ponto e começou a passar a cabeça do pau na portinha. Me contive para não gemer alto e ele começou a meter devagar, aumentando aos poucos. Em alguns momentos, parávamos para ouvir o que falavam do lado de fora, mas alguém havia ligado um som alto, dificultando ouvir qualquer coisa, tanto dentro quanto fora. Ficamos ali, agarrados, até quando eu falei que ia gozar e ele gozou de novo, me enchendo de leite muito quente, que escorria de dentro de mim.
Terminamos o banho e, para disfarçar, cada um saiu do quarto em instantes diferentes, mas a tensão e a energia entre nós estava intensa. Toda hora ele dava um jeito de ficar perto e eu não recusava.
Deu a "hora de dormir," pois ainda teríamos o outro dia inteiro, até a hora da virada, fui para o quarto mais cedo um pouco, pois não bebia há muito tempo e fiquei tonto. Acordei um tempo depois sentindo alguma coisa mexendo na cama. Eram duas camas de casal no mesmo quarto, e Márcio havia saido da cama dele e foi para a minha. Falou bem calmamente para eu não me assustar e ficou um pouco grudado em mim. A porta do quarto fechada e, quando me dei conta, ele estava de pau duro de novo.
-Me mama? - pediu.
Sentou-se enconstado na parede, me posicionei e caí de boca naquele mastro. Mamei. Mamei muito, mamei com vontade, mamei com desejo. Mamei até ele anunciar o gozo e continuei até beber a última gota do seu leite.
-Agora é minha vez - Disse
Caiu de boca no meu pau e começou a mamar. E mamava muito gostoso, misericórdia! Para eu não gemer alto, peguei um travesseiro e coloquei em frente ao rosto e ele riu disso. Ficou nisso até que eu não aguentasse mais e anunciasse que ia gozar. Ele parou um pouco para que eu não gozasse, segurou e, do nada, muda de posição e direciona meu pau ao seu rabo. Sentou. Entrou tudo. Gemeu. Gemi, bem baixinho. Cavalgou um pouco e ficou "mordendo" meu pau com o rabo. Falei que ia gozar, ele continuou, até que gozei. E ele, novamente de pau duro, gozou mais uma vez.
(fim da parte 1)