Nisso, fiquei meio “em pânico” e questionei a ele que, provavelmente, ela sabia o que estava rolando ali entre a gente. Ele afirmou, rindo, e me falou que era pra ficar despreocupado, pois só ela sabia e era um segredo deles. Relaxei.
Levantei da cama e fui tomar um banho. Quando me dou conta, estava lá, aquele negão de 1,87m peladão atrás de mim de novo. Entrou no box, sonolento, e me pediu pra “dar banho” nele, algo que gosto muito de fazer.
Aproveitei cada centímetro daquele corpo, passando a bucha de leve e ele sentindo cócegas, rindo baixo para não chamar a atenção. Ficou de pau duro de novo, mamei novamente e ele já me deu o “leite matinal” ali mesmo. Mesmo tendo gozado duas vezes durante a noite, a quantidade de porra que saiu não foi pouca!
Saí do quarto primeiro, fui até à cozinha e, como ninguém havia acordado ainda, fui fazer café e organizar a mesa. Márcio continuou no banheiro mais um tempo para “disfarçar”. Quando me dou conta, Rapha aparece na cozinha, me dá bom dia e, discretamente me pergunta se “algo de bom havia acontecido entre Márcio e eu” Fiquei tão vermelho, mas tão vermelho, que senti até calor. Ela riu da minha cara, me abraçou para me acalmar e disse que estava tudo bem. Poucos amigos meus sabem da minha sexualidade e ela é uma dessas pessoas.
Márcio chega na cozinha, olha pra ela, dá um sorrisão mega safado, uma piscadinha, olha pra mim, vindo em minha direção e, na frente dela, me dá um selinho. Tive um “baque” momentâneo e Rapha só fazia aquelas caras e bocas de amiga animada pelo amigo gay.
Arrumamos as coisas, começamos a preparar as comidas para a virada e resolvi deitar na rede um pouco. Havia várias pela varanda da casa, que era enorme. Apaguei e, quando acordei, vi que Márcio estava deitado no chão, num colchonete, bem próximo a mim. Dei risada da posição e falei que ele parecia um “cão de guarda”
-Sou protetor! – Disse ele
Resolvi baixar a guarda e me sentei do lado dele. Rapha chegou, sentou entre a gente, contando um certo caso de uma pessoa que ambos conhecemos e, discretamente, pegou nossas mãos. Quando me dei conta, ela havia feito com que eu pegasse e segurasse a mão de Márcio, com as delas em cima.
-Acho que hoje seria uma boa oportunidade de você parar de ser besta e aproveitar! – Disse, olhando pra mim.
O dia foi passando, todo mundo se revezando entre piscina e a arrumação para a virada. Dei uma fugida para uma mata próxima, dei a dica a Márcio e ele me encontrou lá, onde me deu leite mais uma vez.
Veio a hora da virada, comemoração, festa, som alto, todo mundo se cumprimentando e, quando fui dar um abraço em Márcio, ele falou no meu ouvido que não queria só abraço. Entendi o recado, obviamente.
Passamos o resto do tempo mais soltos e mais tranquilos. Quando chegou a hora de virmos embora, já chegando em Serra, achei que Márcio fosse ficar no mesmo local onde o pegamos e ele falou para a Rapha, que estava dirigindo que não, que viria comigo para minha casa um pouco. Sorri.
Chegamos, subimos, falei pra ele ficar à vontade e, quando me dei conta, ele já estava me agarrando e me beijando. Seu pau já estava duro de uma forma que dava até gosto. No meio da sala de casa, me abaixei e o mamei, até sentir o gosto do seu leite. Ele pediu pra eu não parar, mesmo já tendo gozado e continuei. Eis que ele gozou de novo, enchendo minha boca. Aí sim, ele sossegou um pouco, mas o pau dele não baixava. Pediu uma toalha, tomou um banho e saiu nu pelo meu apartamento. Perguntou se tinha problema e eu falei que nenhum, que adorava, inclusive! Nos sentamos no sofá, nus, assistimos a um filme e percebi que ele estava com sono. Chamei para o quarto, nos deitamos e dormimos de conchinha.
Mais tarde, por volta das 17h, fui acordado com o pau megaduro, roçando em minha bunda. Posicionei meu cuzinho de forma que o pau dele ficasse bem na entradinha e ele começou a empurrar devagar. Babava muito e melava tudo. A cabeça entrou. Gemi. Ele arqueou a cabeça para trás e gemeu alto. Meteu um pouco mais. Quando me dei conta, estava todo atolado. Ficou ali, parado, pulsando o pau dele. Eu gemia a cada pulsada. Ele gemia com as minhas contrações.
Meteu. Meteu fundo, intenso, gostoso. Me virou de lado, me pôs de quatro, na beirada da cama, mas falou que queria ver minha cara quando eu fosse gozar. Fiquei de franco, olhando pra ele. Meteu mais, tirava tudo, colocava tudo, enfiava dois ou três dedos no meu rabo. Falei que ia gozar e ele disse que também. Gozamos. Sentia o calor do leite dele dentro. Sentia o pau dele pulsando dentro, as jatadas. Ele se contorcia de prazer. E eu entrava em transe. Continuou metendo, continuei em êxtase e, quando me dei conta, ele gozou de novo e ainda mais intenso.
Caiu “desmaiado” sobre mim, ofegante, pulsação disparada. Ficou sobre mim uns minutos e falou, ainda ofegante “Alguém para o tempo, por favor.. quero continuar sentindo essa onda, kkkkk!!”
Descansamos um pouco e fomos tomar um banho. Depois perguntei se ele podia dormir comigo e ele disse que ia me pedir a mesma coisa. Compramos algo pra comer e, quando me dou conta, já estávamos nus, eu novamente mamando aquele mastro. Mamei até gozar e ele continuou de pau duro. Continuei mamando, gozei e ele gozou novamente. Achava incrível isso.
Tomamos outro banho e fomos dormir.
No dia seguinte, acordo com aquele homem nu ao meu lado, deitado de barriga para cima e o pau meia bomba. Ele ainda estava sonolento, mas o mamei. Falei pra ele ficar quietinho e só curtir. Mamei com gosto e com vontade, até ele me dar leite novamente. Bebi tudo e ele ficava com ainda mais tesão ao ver isso.
Tomamos café e depois ele disse que precisava ir pra casa. Na verdade, casa da mãe dele, pois ele mora em BH. Ele se arrumou, nos despedimos e ele foi embora.
Agora, de BH, vive me provocando, me chamando para ir. Já combinei uma data e vou lá fazer uma visita. Já estou super ansioso.