Quem não arrisca, não petisca!

Olá a todos! Cá estou, mais uma vez, pra contar outra aventura. Esta aconteceu há alguns dias, quando resolvi ir ao shopping para comprar algumas coisas e ver um filme. Entrei numa loja, fui ver umas calças e o vendedor se aproximou, perguntando se poderia ajudar. Expliquei o tipo de calça, o tamanho e pouco depois ele me trouxe algumas. Me mostrou onde era o provador e fui experimentar. O vendedor era um caso à parte: moreno, barbudo, sorriso bonito e muito simpático. Parecia ser peludo, o que confirmei depois.

Comecei a provar as calças e decidi ficar com duas. Enquanto eu tirava uma pra vestir minha bermuda, ele abriu a cortina, pra perguntar se precisava de ajuda, me deu aquela secada e pediu desculpas, pois "não sabia" que eu ainda não estava vestido. Saquei a dele logo, separei as calças e ele, sempre muito solícito, me cercava de todo jeito.

Enquanto efetuava o pagamento, disfarçadamente, peguei um papel, anotei meu nome e telefone e, ao me despedir e agradecer o atendimento, entreguei o papel a ele. Dei mais uma volta no shopping e, pouco depois, recebi uma msg no whatsapp. Era ele:
-Oi, eu curti você! Saio em uma hora. Afim de me esperar pra conversar?

Respondi que sim, combinamos o local e, pouco tempo depois, ele veio. Conversamos um pouco e ele disse que estava livre. Disse que morava num bairro próximo ao meu (do lado, na verdade), que morava sozinho e não tinha nada pra fazer. Me chamou pra irmos até a casa dele e aceitei. Pegamos um uber e foi difícil conter a vontade dentro do carro, mas logo que chegamos e entramos eu seu apto, ele me atacou, me abraçou, me deu aquele beijo e pude sentir seu perfume, seu toque. Ele fazia questão de esperar minha reação a cada ato dele, a cada toque, a cada beijo.

Tirou minha camisa, caiu de boca em meus mamilos e depois eu tirei sua camisa e pude ver aquele "lontra" delicioso.... aquele monte de pelos maravilhoso, cobrindo o peito e fazendo aquele caminho até o "prêmio máximo". Continuamos a nos beijar, a nos tocar e ele disse que era pra irmos para o quarto. Chegamos lá, ele arrancou o que restava da minha roupa e eu tirei a dele. Ficamos os dois nus, abraçados, ajoelhados na cama, depois ele me abraçou por trás, ficou passando aquela barba macia em mim, me deixando arrepiado, me apertando, me tocando e eu já podia sentir aquele pau bastante pentelhudo roçando em minha bunda.

Deitei de bruços e ele se esfregava todo em mim. Podia sentir seu corpo peludo sobre o meu. ele me virou de frente, sentando de frente ao meu pau, pegando os dois e punhetando juntos, me fazendo delirar. Ele não era musculoso, mas era um pouco mais forte e tinha uma leve definição que era ressaltada por seus pelos que ele só aparava em locais estratégicos. Ele percebia que eu gostava de alisar seus pelos e pegava minhas mãos e as colocava nas áreas mais peludas do corpo, principalmente na pentelhada, o que me deixava cada vez mais doido.

Inverti de posição com ele, o coloquei deitado, aquele pau duro, reto e muito peludo pulsando, aqueles olhos castanhos me olhando profundamente, quase implorando pra que eu o mamasse, mas eu fui "cruel" e, ao invés disso, o beijei profundamente, mamei seus mamilos, fazendo com que ele gemesse alto e se contorcesse de tesão, me xingando algumas vezes, devido ao tesão. Podia sentir seu pau pulsar mais e mais intensamente enquanto ele se contorcia. Depois fui descendo por seus pelos, percorrendo o caminho, até chegar à pentelhada, onde enfiei a cara e pude sentir seu perfume. Mamei suas bolas e seu pau babava assustadoramente. Caí de boca e ele, literalmente, teve um espasmo de prazer quando fiz isso. Em seguida, caiu quase desfalecido, tamanho o tesão e eu continuei a mamar sua vara. Ele se contorcia mais e mais e dizia pra que eu não parasse, pois ele estava gostando muito. Até que ele mesmo tirou o pau da minha boca, me puxou em direção ao seu rosto, me beijo e começou a me chupar, me deixando louco também.

No fim, acabamos fazendo um 69 delicioso, mas ele enfiava uns dedos em meu rabo, fazendo movimentos de tirar e colocar, massageando meu saco. Depois disso, me colocou de quatro, lubrificou meu rabo, encapou a vara e começou a roçar na entradinha, até que a cabeça entrou e depois foi enfiando até o final. Quando estava todo dentro, pulsava, me deixando maluco. Pra retribuir, eu apertava o pau dele com meu rabo e ele gemia gostosamente.

Começou a bombar devagar, pra que eu pudesse sentir cada centímetro de sua rola grossa lá dentro e também sentir seus pelos em mim. Ele era um pouco mais alto que eu, o que dava margem pra ele, literalmente, me abraçar por trás por inteiro. Acelerou as bombadas, me fazendo trocar de posição algumas vezes, até que me colocou de frango assado (minha favorita), metia, metia, metia, gemia e me deixava louco. A cara que ele fazia enquanto metia, me deu tamanho tesão que, quando me dei conta, estava prestes a gozar. Avisei a ele e ele disse que já estava pra gozar também, o que o fez meter mais forte e intensamente, até que gozamos praticamente juntos e ele, pra cada jatada, metia mais e mais fundo.

Caímos os dois, um pra cada lado, mortos, suados, exaustos.... Ele pegou minha mão, a colocou em seu peito, onde sentia seu coração acelerado, depois a pegou, beijou, me puxou de encontro a ele e disse:

-Ainda bem que você me deixou seu telefone. Você foi ousado! Quem não arrisca, não petisca!

Demos risada, depois demos um tempo deitados. Acabei dando uma leve cochilada e ele me acordou, me dando uma toalha pra depois do banho. Fomos ao banheiro, dei um banho nele, ensaboando todos aqueles pelos, nos beijamos mais um tanto e ele sempre fazendo muito carinho. Saímos do banho, ficamos deitados mais um pouco e ele disse que me traria em casa. Estranhei e ele disse que tem moto, mas por questão de economia, não a usa pra ir ao trabalho, só aos finais de semana. Nos vestimos, subimos na moto e, quando ele percebeu que eu havia me segurado na garupa, pegou uma das minhas mãos e a colocou no pau dele, que já estava em ponto de bala de novo. Impliquei com ele e ele deu risada, mas disse que seria para a próxima ocasião.
Me trouxe em casa, já que era bastante perto e partiu. Pouco depois, recebo uma mensagem no whatsapp:

-Posso te ver de novo amanhã?
Respondi que sim. Agora, vou ficar ansioso até o proximo encontro com o moreno peludo que me deixou louco de tesão.


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Comentários


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kaikecamargo3 Comentou em 08/05/2026

Muitas vezes a gente perde uma oportunidade por medo de arriscar. Foi uma história cheia de tesão, parabéns. Aqui aguardando o próximo encontro.

foto perfil usuario charlesmilk

charlesmilk Comentou em 08/05/2026

Que delícia! Ótimo que você arriscou.




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Ficha do conto

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capixabao

Nome do conto:
Quem não arrisca, não petisca!

Codigo do conto:
261552

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/05/2026

Quant.de Votos:
2

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