O motorista de Aplicativo de Laranjeiras/Serra/ES ( parte 1)



Precisei solicitar uma corrida de aplicativo para agilizar umas coisas em Vitória há uns 40 dias e fiquei esperando. Logo que o carro chegou, fiquei paralisado com o motorista: forte, sorriso bonito e muito cheiroso. Pensei comigo "Quem me dera", mas como estava com pressa, desviei o pensamento pra não me complicar. Porém, volta e meia eu olhava aquele macho, braços fortes, sem exagero, pernas grossas e um volume que me deixava com ainda mais vontade. Creio que ele deve ter percebido, pois volta meia olhava pelo retrovisor, mas eu disfarçava rapidamente.

Chegando ao trajeto, ao pagar a conta, ele me entrega um cartão e fala
-Precisando de mais, só me chamar que eu te pego.

Peguei o cartão agradeci e fui resolver meu compromisso. Levei muito mais tempo do que eu imaginava, mas me livrei do problema e podia retornar pra casa. Resolvi chamar o mesmo motorista, pelo número do cartão. Avisei quem era e ele se lembrou. Pediu pra esperar uns 10 a 15 minutos, se eu não me importasse. Concordei e ele seguiu.

Quando ele chegou, estava de bermudão, ao invés de calças, pois fazia calor. Já estava de noite e ele parecia bem mais relaxado que na primeira viagem.
-Você trabalha lá naquele local?
-Não, eu só fui resolver um problema.
-Ah, sim... então, você resolve os problemas dos outros... (de forma bem maliciosa)
-É... digamos que sim, ao menos determinados tipos de problemas (falei de forma ainda mais maliciosa)
-Então... (disse isso mexendo na bermuda e tirando o pau pra fora) acha que consegue resolver meu problema aqui? (falava isso balançando aquele pau grosso mega pentelhudo e já bem duro)
-Rapaz... um problema desses é ótimo de resolver!
-Tá com pressa de voltar?
-Não, nenhuma!

Ao receber essa confirmação, ele desvia o caminho pela ES-010 e segue aparentemente sem rumo. Enquanto isso, eu já havia pulado para o banco da frente e engolia aquela piroca, com a bermuda dele já abaixada, aquela pentelhada cheirosa, na qual eu enfiava a cara com gosto. Sinal fechou, ele tirou a camisa e eu aproveitava que o carro tinha insulfilm e lambia os mamilos, punhetava o pau dele e ele gemia gostoso. Fiquei praticamente nu também e ele me segura a cabeça e me faz engolir o pau dele até o talo.

Subitamente, ele entra com o carro numa estrada secundária, com pouca iluminação e eu comecei a ficar com receio. Ele percebeu e me disse que estava tudo bem, que só estávamos indo ao "motel" dele. Deu uma pausa novamente com o carro e tirou o que restava da roupa, me fazendo tomar coragem e fazer o mesmo. Estava calor e ele seguiu mais uns 500m, até chegar numa área com um bambuzal que estava escura o suficiente pra nos esconder, mas não tanto que nos impedisse de ver alguma coisa.

Ele saiu do carro. Era ainda maior do que eu imaginava, completamente nu, com aquele pau duro, pulsando. Me agarrou, me lascou um beijo e me colocou sobre o capô do carro. Lambeu meu rabo com destreza (por sorte, estava limpo!) e alternava entre os dedos e a língua. Me soltou um pouco, voltou ao carro e pegou gel e camisinha. Encapou o pau, lubrificou meu rabo e começou a enfiar aos poucos. Por fim, estava todo dentro de mim, puro tesão!

Meteu gostoso por alguns minutos sobre o capô, até que resolveu meter em pé. Me colocou apoiado na traseira do carro, abri as pernas um pouco e ele meteu tudo de uma vez. Ninguém por perto, nem de longe... gemíamos gostoso, como há muito tempo não fazia, o que aumentava ainda mais o tesão de ambos.
Mudou de ideia mais uma vez e resolveu me colocar deitado no banco traseiro e mandar brasa, mas pelos nossos tamanhos, não deu muito certo. Então, se lembrou que havia uma toalha no porta malas, abriu, a pegou, colocou no chão atrás do carro e continuou a mandar brasa. De algum ponto havia uma luz que nos permitia nos enxergarmos o suficiente pra percebermos nossas expressões e ele sorria "Adoro pegar um cara gostoso e meter" e metia forte e fundo.
Sentou-se sobre a toalha, com aquela tora dura, apontando para o alto e eu sentei até o talo. Cavalguei gostoso até ele anunciar que ia gozar, acelerei minha punheta e gozamos juntos. Ficamos abraçados, meio mortos de cansaço por alguns minutos, até que ele se deitou com o pau ainda dentro de mim. Me levantei, tirei o pau dele, quase meio litro de leite escorreu, mas o pau dele ainda estava duro. Até assustei.

Ele se ajoelhou, olhou pra minha cara e começamos a rir.
-Acho que essa corrida não vai sair barato não...
Relaxa... sou profissional, sei fazer direito! (E como sabia!)

Demos um tempo, deitados, completamente suados e ele ainda de pau duro. Perguntei se não ia baixar e ele disse que só baixava depois da segunda gozada. Falou isso já enfiando um dedo no meu rabo, o que me atiçou de novo. Entretanto, ele se levantou e começou a seguir em direção ao bambuzal. Fiquei parado e ele me disse "vem pra cá, vai gostar!" Fui em direção à voz dele e, pra minha surpresa, ele estava apoiado numa pedra, de quatro, com aquele rabo à mostra:
-Quero sentir você um pouco também. (Delirei!)

Dei uma bela linguada no rabo dele e ele gemia gostoso. Por fim, comecei a meter nele e ele gemendo, pedindo mais... mais... Meti um bocado, mas ele resolveu voltar a me comer, ou pelo menos fazermos um troca troca. Encapou o pau e me pos na mesma pedra, onde meteu gostoso, me apertando, me abraçando. Parava, apoiava na pedra, abria o rabo me pedia pra meter. No fim, sentou-se sobre a pedra e me fez cavalgar no pau dele, até que não aguentamos e gozamos novamente. Gozamos, ficamos abraçados igual à primeira vez e aí sim, o pau dele deu sinais de que estava baixando.

Ficamos sentados na pedra mais uns minutos e ele me conta que é bi, e que havia me curtido desde a hora em que entrei no carro dele, mas ele não tinha certeza e usou o cartão como teste. Funcionou! Do nada, me dei conta de que estávamos bem melados e suados e que não tinha como limpar. Nisso, ele diz que havia mais uma toalha e lenços umedecidos. Usamos, nos limpamos e retornamos a corrida.

Quando me deixou em casa, perguntou se eu dormiria cedo. Falei que não e ele me disse que, se eu não me importasse, que ele gostaria de repetir novamente. Nos despedimos e ele seguiu. Como era uma véspera de feriado, não teria problema em dormir até um pouco mais tarde no dia seguinte.

Daí, lá pela uma da manhã ele me manda um zap e diz que está perto... Mas o que rolou, vai ficar para a parte dois

Foto 1 do Conto erotico: O motorista de Aplicativo de Laranjeiras/Serra/ES ( parte 1)


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O motorista de Aplicativo de Laranjeiras/Serra/ES ( parte 1)

Codigo do conto:
264563

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
16/06/2026

Quant.de Votos:
3

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1