Virou vício. Toda noite, depois que meu filho dormia, eu me trancava no quarto, lia aquelas mães safadas sendo fodidas pelos próprios filhos, sendo penetradas furiosamente, e me masturbava até ficar tremendo.
Eu imaginava que era eu. Imaginava o Lucas. Ele tinha 16, 17 anos na época e já era um rapaz alto, forte, com aquele corpo de quem malha. Eu me sentia a pior pessoa do mundo... e isso só me deixava mais molhada.
Após ler uma quantidade imensa de contos de incetos, eu já não conseguia olhar pra o meu filho do mesmo jeito. Via ele saindo do banho só de toalha e meu corpo inteiro reagia.
As histórias não bastavam mais. Eu queria o cheiro dele, o gosto, o peso dele em cima de mim, o pau do meu filho dentro de mim, sabe?.
Final de ano passado, lembro bem; era noite quente de verão, ele chegou tarde de uma festinha com os amigos. Eu estava na sala, de camisola fina, sem sutiã, assistindo a novela das nove na rede Globo. Meu filho sentou do meu lado direito no sofá, cheirando a álcool e perfume vagabundo de garota puta. Conversamos bobagem, mas eu não conseguia parar de olhar pra boca dele, para o volume que vinha da sua bermuda. Em determinado momento eu simplesmente soltei:
— Você já leu aqueles contos de mãe e filho?
Ele estranhou, entendeu nada olhando pra minha cara, ficou parado. Olhou pra mim com um espanto e choque, e não respondeu com palavras. Só colocou a mão na minha coxa e subiu devagar. Quando chegou na minha boceta, já encharcada, ele gemeu baixinho:
— Caralho, mãe... que pergunta foi essa? - Você tá molhada pra mim?
Eu já estava decidida há muitas noites antes, e perdi o resto de vergonha que ainda tinha. Abri as pernas, puxei ele pelo pescoço e o beijei. Foi um beijo mais louco, faminto, sujo e proibido da minha vida, daqueles que a gente guarda pra quem realmente quer foder. Ele tirou minha camisola, chupou meus peitos com força, mordeu meus mamilos enquanto eu gemia o nome dele.
Eu me ajoelhei na frente dele, tirei aquele pau grandinho, 16 cm, e duro pra fora da bermuda. Era maior do que eu imaginava. Chupei como uma puta desesperada, olhando nos olhos dele, babando inteiro, engasgando até lágrimas escorrerem. Ele segurava minha cabeça e fodia minha garganta chamando eu de "mãe, de safada, de tudo".
Quando ele não aguentou mais, me jogou no sofá, abriu minhas pernas com prazer, e ele enfiou tudo de uma vez. Eu gritei de dor, de alegria, de medo, foi uma mistura de sentimentos na hora. Era errado, era proibido, era a coisa mais gostosa que eu já senti na vida. Ele me fodeu forte, fundo, batendo aquelas bolas pesadas na minha bunda, enquanto passava a novela na televisão. Eu quase não me mexia, deixei meu filho conduzir a transa sem atralhar. Ele metia como queria: forte, leve, razo, profundo.
Eu gozei duas vezes antes dele, apertando o pau dele com minha boceta. No final, deixei ele gozar dentro, sem arrependimentos, sem medo, só deixei. O gozo veio quente, com uma razoável quantidade, enchendo minha buceta de porra do meu próprio filho.
Eu fiquei lá, tremendo, com o sêmen escorrendo, secando na minha pele, escorrendo no tecido do sofá, eu só conseguia pensar que queria mais.
Desde aquela noite já transamos mais de quinze vezes. No meu quarto, no dele, no banheiro, até no carro uma vez. Eu sou do meu filho, e ele é meu. E não me arrependo de nada.
Se você está lendo isso e se excita... saiba que eu também me excito toda vez que lembro. Sou uma mãe incestuosa. E adoro ser, aprendi a gostar.

Q delicia esse tema me prende muito com certeza vc se libertou e esta vivendo muito bem e seu filho está gostando de fuder uma mãe gostosa e safada
Obrigada por compartilhar essa estória conosco. Votadíssismo
karalhooooooo o muleke meteu mesmo na mãe, tÔ CHOCADOOOOOOOOOOOOOOOOOO ,C ARALHOOAAOOO OO
Vc tem muita coragem, ROSE, parabéns pela atitude nota 10