Agora são 11:51, e eu acabei de ligar o computador, porque agorinha cedo, eu e o meu filho, fizemos a coisa mais proibida da nossa vida novamente.
É bem doido, ainda dá aquele medinho! Meu coração está confortável, porém disparado. Eu, já tomei banho, porém, sinto o gosto do sêmen do meu filho na boca, e isso não é normal,
Sabe, tenho medo de alguém conhecido descubra. Também tenho medo de que eu não consiga mais parar, medo de que eu já esteja completamente perdida. Sei que a minha alma está suja, que para muitos, sou uma louca, uma pervertida, uma pecadora.
Tenho que preparar o almoço, vou ser breve, contar resumidamente:
Eram 09:30 – 09:40: Depois do café da manhã, meu filho ainda estava sentado à mesa, só de short marrom de moletom. Pois bem, eu levantei pra lavar a louça, estava usando camisola, cor preta, fina, sem nada por baixo (calcinha). Estava de costas pra ele, esfregando a bucha com detergente no prato, quando senti as mãos quentinhas dele segurarem minha cintura por trás. Meu filho colou o corpo quente dele no meu, o pau com algum volume, já duro pressionando um pouco forte a minha bunda.
— “Mãe…” — ele falou bem pertinho no meu ouvido. — “Eu tô louco pra te comer.”
Nem sequer tentei resistir. Aliás, vou ser sincera, estava esperando-o pedir. Segui o destino, como pena que é levada pelo vento.
Neste momento, ele já estava beijando meu pescoço, apertando meus peitos por dentro da camisola. Fiquei roçando a minha bunda no pau dele, para deixa-lo mais excitado. Gemi baixinho e me virei para ele. Nossos lábios literalmente grudaram, beijo molhado, com língua, daqueles que mãe e filho nunca deveriam nem sonhar em dar. Meu filho levantou minha camisola, enfiou a mão entre minhas pernas, na vagina, e sentiu que eu já estava pronta, encharcada.
— Ele disse, mordendo minha orelha. — “Vamos pro meu quarto?”.
E novamente, eu cedi. Como sempre cedo. Fechei a torneira, deixei a louça na pia e fui atrás dele, o coração batendo forte.
Entramos no quarto bagunçado dele, ele trancou a porta para os ruídos não saírem do quarto e me jogou na cama dele. Nem resisti, ele tirou a minha camisola pela cabeça e ficou me olhando nua, como se eu fosse uma mulher qualquer.
Primeiro, não teve preliminares, foi direto, ele me colocou de “papai e mamãe”. Abriu minhas pernas bem abertas, deitou em cima de mim e enfiou de uma só vez o pau todo na minha buceta. Soltei um gemido alto, cravando as unhas nas costas dele.
Aí foi, aos poucos, os nossos movimentos foram acelerando. Ora ele me beijava, ora lambia meus seios.
A gente ficava falando umas besteirinhas para o outro, para atiçar mais a transa. Eu gemia alto, as pernas tremendo em volta da cintura dele. Foi rápido e incrível!
Depois me pediu para eu ficar de lado, levantou minha perna esquerda e continuou comendo na buceta, desta vez mais devagar, mas bem fundo. Ele chupava meu pescoço e apertava meu clitóris com os dedos enquanto trabalhava lá. Eu só conseguia gemer e pedir mais dentro.
Foi aí que mudamos de posição. Então ele deitou de costas e me mandou sentar em cima dele. Eu subi, segurei o pau dele e desci devagar, sentindo-o entrar na minha buceta pulsante. Comecei a quicar, os peitos balançando na cara dele. Meu filho segurava minha bunda com força, me ajudando nos movimentos, de subir e descer.
Eu rebolava gostoso e gemia, pedindo para ele não parar. Acabei gozando e fiquei tremendo inteira, apertando o pau dele com minha buceta. Foi uma loucura essa parte!
E na última posição, eu fiquei de quatro na beira da cama, empinei a bunda bem alto, oferecendo os dois buracos. Meu filho cuspiu na minha buceta, enfiou de novo e meteu com força por uns minutos. Então parou, tirou o pau melado e encostou na minha bunda.
— “Posso?” — ele pediu pra comer meu cu...
Sabe gente, eu estava com tanto tesão que só falei “vai… fode meu cu”. Ele cuspiu lá e pressionou devagar, abriu meu cu com a cabeça e foi entrando. Sim, doeu um pouco no começo, mas quando ele estava todo dentro eu só sentia prazer e ser feliz.
Ele começou a meter no meu cu, cada vez mais rápido, segurando meus quadris. Ele alternou: tirava do cu, enfiava na buceta, depois voltava pro cu. Eu estava gemendo como uma safada no cio, ele ficou uns 3, 4 minutos.
No final, meu me virou de novo, me fez ajoelhar no tapetinho na frente dele. Segurou meu cabelo com uma mão e começou a bater punheta bem rápido. E eu de boca aberta, olhando nos olhos dele, esperando-o ejacular. Ele gemeu alto e gozou.
Dois jatos fortes atingiram-me. Um acertou minha testa, outro meu olho esquerdo. Me senti suja, mas ao mesmo tempo, leve. O gozo dele escorrendo pelo meu rosto. Ele ficou ali, ofegante, olhando pra mim toda melada de porra.
— “Você é muito gostosa, mãe”. — disse mais coisas, mas o principal foi essa frase.
Eu, com o rosto coberto de sêmen dele, só consegui balançar a cabeça, chupar o pênis dele, e responder baixinho:
— “Sou seu meu filho”.
Em seguida, ele foi tomar banho, porque havia marcado de jogar bola com os amigos. Eu fiquei na cama, depois fui me lavar no meu banheiro. Agora estou aqui, sozinha no quarto, escrevendo tudo que aconteceu no Word.
Vou salvar o arquivo e desligar o computador, tenho que fazer o almoço, daqui a pouco ele chega do futebol “morrendo de fome”.
Sabe, ainda estou com medo. Medo de quanto eu gostei. Medo de que amanhã eu vá querer de novo. Medo de que eu já não consiga mais viver sem o pau do meu filho dentro de mim.
Mas o pior é que, mesmo com medo, minha buceta está molhando só de lembrar, desculpem-me a sinceridade.
Ass: Rose,
Beijos.

amo esses contos de mãe e filho, parabéns
Seu tesao e seu desejo é pelo o proibido.