Ninguém na minha família, no meu ciclo que amizade, no meu trabalho, imagina o que acontece quando eu chego em casa.
Meu filho, que não posso dizer o nome, está estagiando numa empresa de telefonia. Ele trabalha de segunda a sexta, sai de manhã cedo, volta no fim da tarde, e quando nós dois cruzamos dentro de casa, à vontade… o mundo lá fora pode até acabar.
Desde que começamos esse relacionamento amoroso e sexual, nossa vida mudou completamente. Meu filho dorme todas as noites na minha cama, no meu quarto. Às vezes durmo na cama dele.
Toda noite ele se deita pelado ao meu lado, me abraça por trás, e eu durmo sentindo o pau dele encostado na minha bunda, na buceta e, é uma delícia. Às vezes acordamos no meio da noite e transamos devagar, quase sem fazer barulho, penetração leve, só gemendo baixinho. Outras vezes ele me acorda chupando meus seios, minha buceta, ou enfiando os dedos no meu cu.
Em média, transamos pelo menos quatro vezes por semana, às vezes mais, todas sem preservativo. E não é só no quarto que transamos. Já fizemos inúmeras vezes na cozinha — eu apoiada na pia, ele metendo por trás enquanto o café da manhã esfriava na mesa. Na própria mesa de jantar. Na sala, no sofá, no chão, contra a parede. Têm dias, que nem conseguimos chegar no quarto. No banheiro é frequente também: meu filho me fode no chuveiro, me faz ajoelhar no box e goza na minha boca, me obriga a engolir seu delicioso esperma, enquanto a água cai sobre nós.
Um dos meus lugares prediletos, e talvez dele também, é no quintal de casa… ah, o quintal. Já transamos de madrugada lá fora, duas vezes aconteceu durante a chuva, eu segurando no muro, ele me comendo forte, com risco de algum vizinho escutar.
Desde o dia que eu me entreguei pra ele, eu não transei com mais ninguém. Faz um ano que estou separada do meu ex-marido.
Só quero o pau do meu filho. Só quero o corpo dele. Só o quero.
Eu confesso que adoro o jeito que ele me trata na cama. Nenhum homem nunca me comeu do jeito que o meu filho come. Ele não tem dó, mesmo eu sendo a sua mãe. Ele me fode com força, e com vontade, como se quisesse nascer novamente.
Ele me fode como se eu fosse uma puta dessas de rua, e eu amo isso. Adoro quando ele me segura pelo cabelo, me chama de “mãe safada”, “de puta”, “de minha cadela” e mete fundo sem piedade. —
Eu gozo mais forte quando ele é bruto assim.
A gente também brinca. — Já me vesti pra ele várias vezes nas nossas noites de diversão. Comprei fantasia de enfermeira sexy, com meias 7/8 e tudo. De Mulher-Gato, toda de preto, com rabo, máscara e chicotinho. E de professora safada, com óculos, saia lápis e blusa aberta. E sabe que uma coisa? Ele adora. Me faz dar aula particular de como chupar pau e depois me pune, me fodendo em cima da mesa da cozinha.
Tá bom... Eu sei que isso é proibido. Eu sei que é pecado grave. Eu sei que a sociedade, a igreja, a família… todos condenariam isso, mas, hoje. eu não me arrependo.
Eu, Rose, gosto de transar com o meu filho. Gosto de sentir o pênis dele gozando dentro de mim. Gosto de dormir com o cheiro dele no meu corpo. Gosto de ser dele, completamente dele.
Às vezes sinto culpa? Sim, é óbvio. Às vezes penso no que as pessoas conhecidas diriam se descobrissem. Mas quando o meu filho chega perto de mim, me beija daquele jeito possessivo e enfia a mão por baixo da minha saia… toda a culpa some. Só fica o desejo, o tesão, a falta de vergonha na cara, o foda-se pra sociedade.
Preciso falar sobre o Dia das Mães deste ano. Foi, sem dúvida, o melhor Dia das Mães da minha vida.
Meu filho me surpreendeu. Ele me chamou pra sair, fomos ao shopping, almoçamos juntos num restaurante bonito, e depois fomos ao cinema assistir a um filme.
Durante o filme, na sala escura, ele segurou minha mão o tempo todo. Em determinado momento, ele virou meu rosto e me beijou na boca. Gente, foi um beijo longo, molhado, apaixonado… com língua e tudo. Eu correspondi, sentindo o coração acelerar. Tinha gente ao nosso redor, casais, família, mas graças à Deus, ninguém desconfiou de nada. Para todos ali, éramos só mais um casal namorando no escurinho do cinema. Ninguém imaginou que eu era a mãe dele. Isso me deixou absurdamente excitada.
Quando o filme acabou, fomos para o estacionamento do shopping, assim que entramos pela porta traseira do carro, eu não consegui me controlar. Abri o zíper da calça dele, tirei aquele pau grosso pra fora e comecei a chupar ali mesmo, no banco do motorista.
O carro estava estacionado no meio de outros carros, com gente passando perto. Não tive medo de ser vista, porque sei que os vidros do meu carro são escuros. Chupei, chupei ele com vontade, babando inteiro, engolindo fundo, apertando as bolas dele, enquanto ele segurava meu cabelo e gemia baixinho:
— “Isso, mãe… chupa o pau... aqui no estacionamento do shopping… que vadia você é.” — palavras dele.
Eu gozei só de chupar ele. Quando ele gozou, engoli quase tudo, o resto escorreu no meu queixo. Limpei com os dedos e lambi tudo, olhando nos olhos dele.
A parte boa vem agora: Chegando em casa, mal passamos da porta. Ele me jogou no sofá da sala, tiramos as roupas no desespero, ele me fodeu com força. Primeiro de quatro, metendo fundo na buceta, depois no meu cu, sem dó. Ele me virou, me colocou por cima, me fez “quicar” enquanto apertava meus peitos e me chamava de “minha puta”. Transamos por uma hora. Ele gozou duas vezes: uma dentro da minha buceta, e a última na minha cara. Eu estava destruída, feliz, completamente dele.
Foi o melhor Dia das Mães da minha vida. Não troco por nada.
Estou planejando fazer uma surpresa para o meu filho, a próxima aventura com ele. Quero levá-lo num motel bonito, daqueles com hidromassagem e espelhos no teto. Quero passar a noite inteira com ele, sem pressa, como se fôssemos um casal de verdade. Quero me arrumar toda pra ele, de lingerie nova, e deixar ele me usar do jeito que quiser.
E tem algo ainda maior que estamos conversando. Estamos estudando a possibilidade de irmos juntos numa casa de swing.
Só de estar escrevendo e pensar nisso, meu corpo inteiro treme. —Seria o maior desafio até agora: transar com ele na frente de outras pessoas, ou até mesmo deixar que outros assistam enquanto ele me fode. Eu tenho medo? Sim… muito medo. Mas também sinto uma excitação absurda só de imaginar.
Eu sei que tudo isso é errado. Sei que é pecado. Sei que se alguém descobrir, minha vida acaba. Mas eu não consigo parar.
Eu o amo. — Amo como filho e amo como homem. E quanto mais proibido fica, mais eu o quero.
— Sou completamente dele. E vou continuar sendo.



parabem mas um conto muito bom votado
Quer entra no meu grupo do zangi não pra compartilhar mais 8152952739
Realmente, vc é muito gata! Himm
Delicia entre mãe e filho e o e o tesão mais real e puro que existe
ficou maravilhosa de rainha gata , delicia , parabens