Não sei dizer que horas eram, talvez (09:30/ 10:00), quando meu filho abriu a porta do meu quarto sem bater, acendendo a luz, como se o quarto fosse dele também. Eu, já, estava acordada mexendo no celular, vestia camisola branca e, estava deitada de bruços, com o edredom cobrindo meu corpo.
Meu filho entrou só de cueca boxer preta e chinelos nos pés, o volume na frente da cueca já meio duro marcando o tecido.
Ele fechou a porta e ficou me olhando, deu pra ver nos olhos dele, o que ele queria de fato. Sabe aquela cara de pidão? Pois é...
Eu levantei a cabeça do travesseiro, e vi aquele olhar faminto.
Ele disse com essas palavras: — “Mãe… eu cheguei tardão da noite, e não quis te acordar...” — ele disse baixinho, olhando nos meus olhos.
Meu filho mal esperou eu dizer alguma coisa, porém, ele veio pra cama tirando a cueca. O pau dele balançando, batendo entre as coxas, meio duro, meio mole, a cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Meu filho. E eu senti minha buceta contrair, molhar na hora, é sempre assim antes da gente transar.
Ele subiu na cama, puxou o edredom que cobria meu corpo com força e se jogou em cima do meu corpo. Me beijou, enfiando a língua fundo, chupando minha boca como se quisesse me devorar.
Eu: — Para (eu, falando o nome dele) … eu nem escovei os dentes, a gente não pode…” — eu sussurrei, mas minha voz saiu fraca, quase um gemido.
Ele riu, nem se importou, mordeu minha orelha e respondeu:
— “Depois, mãe. Depois você escova.”
Aí... foi uma loucura, sempre quando transamos. Ele foi descendo minha camisola, a língua lambendo meus peitos, chupou um mamilo com força, mordeu o outro até eu envergar as costas e gemer alto.
Cheio de energia e vontade... Desceu a mão entre minhas pernas, enfiou dois dedos de uma vez na minha buceta molhada e começou a foder com eles rápido.
Ele disse sussurrando: — “Olha só… já tá encharcada pra mim, mãe? Sua buceta, tá pedindo pau, né?
Neste momento, eu não me aguentei. Abri as pernas pra ele como uma puta barata.
— “Me fode… por favor… me fode forte.”
Ele não esperou, o pau dele já duro. Virou meu corpo de lado, levantou minha perna direita e enfiou o pau todo de uma vez, sem aviso, sem pedir licença. Como foi gostoso! Eu gritei, gritei de prazer, gritei de alegria, um grito de liberdade.
Me senti tão amada, tão desejada, o pau entrou, como se estivesse me rasgando. Meu filho segurou meu quadril e começou a meter fundo, batendo aquelas bolas contra minha bunda.
Ele: — “Isso, mãe… rebolava mais, rebola mais, não para.”
Eu fiquei maluca de tesão, e comecei a sussurrar: — “Eu sou sua puta… aí, caralho… sou uma puta”. — Dei, empinando a bunda pra ele meter mais fundo.
Ele me fodeu assim de lado por um, dois minutos, depois me virou de quatro. Segurou meu cabelo como rédea e meteu com força, batendo a pélvis contra minha bunda com estalos altos. Cada estocada fazia meus peitos balançarem.
Meu filho: — “Olha esse cu, mãe… tá piscando pra mim?
Meu corpo formigava de prazer. Eu só conseguia gemer, e dizer: “sim, filho… pra você… me usa como quiser”.
Ele me puxou pelo cabelo, e fez o pau dele entrar no meu cu. Eu desci a cabeça devagar no travesseiro, sentindo-o entrar.
Quando senti até o fundo, ele segurou minha bunda com as duas mãos e começou a me comer com força. Eu rebolava, apertando os músculos do interior do ânus em volta do pau dele.
Em determinado momento, ele disse o seguinte: — “Olha pra mim enquanto eu te fodo”. — Ele mandou, eu olhei pra cara meu filho enquanto me fodia. Eu estava toda suada, babando, e comecei a quicar mais forte.
Transbordando de tesão, eu pedi: — “Me enche, (disse o nome dele) … goza dentro, goza dentro…
Ele falou algo que não lembro agora, mas lembro que ele acelerou nos movimentos quase gozando. Ele me empurrou pra baixo, me fazendo deitar de bruços com a cara no travesseiro. Montou em cima de mim, pernas abertas, e meteu de cima pra baixo, bem fundo, quase me esmagando contra o colchão. Era a posição mais bruta de todas. Eu mal conseguia respirar, só gemia abafado.
Ele ficou repetindo: — “Vou gozar, mãe…” - Vou gozar, mãe…” - Vou gozar, mãe…”
E, eu levando lá, bem gostoso, com o tesão a mil por hora, respondendi com muita dificuldade, muita mesmo: — “Goza, meu filho… goza tudo dentro de mim!!!”.
Só sei que ele deu mais três estocadas brutas e gozou fora. Senti os jatos quentes, grosso, melando a minha bunda inteira. Ele ficou ali, tentando penetrar dentro de mim, mas o pau amoleceu rápido.
A porra escorreu pela minha coxa, misturada com meus próprios fluidos no lençol. Lençol esse, eu já coloquei pra lavar na máquina, antes de vir escrever;
Ele desabou do meu lado, ofegante, e puxou minha cabeça pro peito dele.
Meu filho: — “Você é demais, mãe. Eu te amo”
Eu, ainda tremendo, confusa, com a buceta latejando, com a bunda cheia da porra dele, só consegui responder:
— Também te amo, meu amor…
E eu sei que hoje à noite vai ter de novo. E eu vou abrir as pernas de novo, feliz, quantas vezes ele quiser.
Boa tarde, bom final de semana pra vocês;
Rose,
