Ontem

Meu nome é Rose, tenho 52 anos, e preciso continuar desabafando aqui, porque aconteceu uma transa ontem, entre mim e meu filho.

Depois que escrevi sobre nossa rotina ontem, e algumas aventuras nossas, passei o dia inteiro no escritório com a cabeça longe.

Não consegui me concentrar nas planilhas, nos relatórios… só conseguia pensar no pau do meu filho entrando em mim, nas mãos dele apertando minha pele, na voz dele me chamando de puta. Fiquei molhada a tarde toda…

Quando cheguei em casa por volta das 16:40, estava desesperada, fui direto tomar banho. Mal entrei debaixo da água quente, minha mão já desceu lá. Primeiro esfreguei o clitóris com as pontas dos dedos bem rapidinho, gemendo, sussurrando baixinho. Depois enfiei dois dedos na buceta, bem fundo, e comecei a foder eu mesma.

Amigos leitores: Não demorou muito… gozei forte, gozei alto, encostada na parede gelada do box, gemendo o nome dele, mas não foi suficiente. Cinco minutos depois eu estava de novo: dessa vez enfiei um dedo no cu enquanto massageava o clitóris com a outra mão. Gozei ainda mais forte, gritando alto, as pernas trêmulas. Tive que me apoiar pra não cair. Saí do banho com a buceta inchada, piscando e pingando de tesão. Isso foi tão bom!!!

Após me vestir, respirei fundo e fui pra cozinha. Preparei um jantar gostoso pra ele: filé, arroz, batata frita, salada e aquela sobremesa que ele adora, pudim.

Quando meu chegou, por volta das 18:30, eu quis pular em cima dele ali mesmo na cozinha. Mas me controlei. Me cumprimentou, perguntando se eu estava bem? Respondi que estava! Ele foi tomar banho e eu esperei. Fui paciente. Esperei ele jantar, esperei ele descansar um pouco, esperei ele jogar videogame no quarto.

Gente do céu. Meu corpo inteiro queimava de tesão, mas eu quis fazer diferente dessa vez. Por volta das 22:30, eu tomei outro banho, me arrumei toda. Coloquei uma lingerie rosa nova, transparente, que marca bem os meus seios e deixa a buceta quase toda à mostra. Não vesti calcinha, pra quê? — Fui pra cama e fiquei esperando, o coração batendo rápido, a buceta em chamas, e o ânus em chamas.

Quase 23:00, enfim, meu filho entrou no quarto, e me viu deitada, sem estar coberta pelo edredom, estava daquele jeito. Ele franziu a testa e perguntou:
— “Mãe, você tá doente? Tá tudo bem?”

Vieram tantas respostas na mente, porém eu sorri, nervosa e excitada, e respondi com essas palavras:
— Não, meu amor… eu não tô doente. Só estava te esperando.

Queridos leitores, nossos olhares se encontraram, e nós dois sorrimos. Aquele sorriso safado, cheio de desejo. Meu filho não disse mais nada. Deixou a lâmpada do quarto acesa, tirou a camiseta, a blusa, a calça de moletom, e subiu só de cueca na cama, entrando debaixo do edredom comigo.

A partir daí foi delicioso, começamos a nos beijar com muita vontade. Beijo de língua, molhado, barulhento. Nossas mãos passeavam pelo corpo um do outro sem nenhuma vergonha. — Ele apertava meus seios, eu segurava o pau dele por cima da cueca.

Os gemidos foram ficando mais altos, mais empolgantes. — Quanto mais o tempo passava, mais gostoso e intenso ficava.

Ele desceu a boca pros meus seios, lambeu e chupou meus mamilos com fome, mordendo de leve do jeito que ele sabe que eu gosto. —Depois foi descendo devagar, passando a língua pela minha barriga, beijando cada pedacinho da minha pele, passando pelo umbigo, até chegar na minha pepeca. Quando ele abriu com as pontas dos dedos os grandes lábios da minha vagina e colocou a boca ali… ai meu Deus, eu quase desmaiei de tanto tesão, dei um grito mais firme.

Meu filho é muito bom no oral. Isso é um dos pontos fortes dele, não aonde ele aprendeu, mas eu adoro. Ele lambe devagar, depois rápido, chupando meu clitóris com pressão certa, enfia a língua dentro de mim e ainda usando os dedos.

Eu fiquei segurando a cabeça dele, puxando seus cabelos, rebolando contra a cara dele, gemendo alto, sussurrando com essas palavras:
— Isso, filho… assim… lambe mais, lambe, lambe… você faz isso tão bem…

Enquanto ele me lambia e chupava, nós ficamos o tempo todo nos olhando. Eu sorria entre os gemidos, mordendo os lábios, sentindo um prazer maestral, mas com aquela vergonha gostosa de ver meu próprio filho com a cara enterrada na minha buceta. Ele me olhava com cara de tarado, de homem, nem parecia meu filho, olhos brilhando de desejo, língua se movendo sem parar — ora chupando meu clitóris com força, ora enfiando fundo.

Devo confessar a vocês: Foi uma cena tão suja, tão pecadora, e tão íntima ao mesmo tempo; que eu quase gozei só com o olhar dele.

Depois, eu não aguentei mais. Virei de quatro na cama, empinei bem a bunda pra ele e pedi:
— Vem, meu filho, me chupa aqui…

Jovem e todo empolgado, não perdeu tempo. Começou lambendo minha bunda toda, passando a língua quente e molhada, deu umas mordidinhas. Depois abriu minhas nádegas e atacou meu cu com a boca, chupando e lambendo meu cuzinho sem nenhuma vergonha.

Foi tão bom, eu gemia alto, empurrando a bunda contra o rosto dele. Ele enfiou um dedo no meu cu, depois dois, enquanto enfiava outros dois na minha buceta, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Eu estava tremendo, molhando o lençol, o edredom inteiro.

Não demorou muito e ele se ajoelhou atrás de mim. Começamos a transar pra valer sem preservativo. Ele enfiou o pau na minha buceta de uma vez, bem fundo, e meteu com força do começo ao fim. Fecho os olhos e lembro: Eram estocadas deliciosas, sem dó.

Ele me segurava pela cintura, depois puxava de leve os meus cabelos como rédea, e de vez em quando esticava as mãos pra apertar meus seios, beliscando os mamilos. Cada vez que ele batia fundo eu soltava um gemido mais alto que o anterior.

Preciso dizer a verdade. A transa foi rápida, mas extremamente gostosa! Ele me fodeu com vontade, como se tivesse descoberto, que eu passei o dia todo pensando nisso. Fora o barulho de pele contra pele batendo e fazendo barulho no quarto inteiro.

Depois ele deitou de costas e eu subi em cima dele. Foi a última posição da noite. Eu segurei o pau dele e desci devagar, sentindo-o me abrir toda. Comecei a cavalgar. Primeiro lentamente, rebolando bem gostoso, depois fui aumentando o ritmo. Pulava no pau dele com força, meus peitos balançando, enquanto ele segurava minha bunda e me ajudava a subir e descer.

Não demorou muito. Meu filho apertou a minha bunda, gemeu alto e gozou bem fundo dentro de mim. Senti jatos quentes. Ele gozou muito, como sempre.

Eu desabei por cima dele, exausta, suada, feliz e completamente realizada. Fiquei ali deitada no peito dele por alguns minutos, sentindo o coração dele batendo forte, o pau ainda dentro de mim, pulsando e murchando. Beijei o pescoço dele e falei: que ia tomar banho, que ele tinha gozado muito.

Quando levantei, o sêmen escorria pela minha perna inteira. Tomei um banho rápido, limpei tudo e voltei pra cama. Ele foi urinar, quando retornou, eu o esperava de braços abertos. Nos aninhamos um no outro, pele com pele, e dormimos juntos, como todas as noites agora.

A camisola rosa, que descrevi no relato. Mesmo sabendo que isso é proibido, que é um pecado grave… eu não consigo me arrepender. Eu amo transar com meu filho. Amo ser dele.

Foto 1 do Conto erotico: Ontem


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Comentários


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educontos Comentou em 03/06/2026

cAdElA kI Dá PrU fIlHo

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carlinhap Comentou em 03/06/2026

SOU EX PROSTITUTA E JÁ FINGIR SER FILHA, NETA, SOBRIA DE CLIENTES

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casaltheoeluna Comentou em 03/06/2026

Admiro a sua coragem mulher. PQ falar de incesto não é mole, nota dez




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Ficha do conto

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roserosasilva9

Nome do conto:
Ontem

Codigo do conto:
263612

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/06/2026

Quant.de Votos:
17

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