Aconteceu Ontem. 09/07/2026

Meu nome é Rose, tenho 52 anos, separa, e tenho um relacionamento de incesto, com meu único filho.

Boa tarde, pessoal. Hoje, sexta-feira, dia 10/07/2026.

Estou aqui no escritório da empresa onde trabalho, fingindo que estou concentrada nas planilhas, mas na verdade, estou escrevendo isso escondida com a buceta melada, da safadeza de ontem, 09/07/2026, com meu filho.

Ontem, eu e o meu filho, fomos ao shopping comprar presente de aniversário da minha sobrinha (filha da minha irmã). A festinha é amanhã, sábado, e queríamos escolher algo legal, que agradasse à aniversariante.

Meu filho lindo, comprou um tênis top e um conjunto de moletom bem bonito pra ela. Eu comprei umas roupas e acessórios pra ir à festa.

Depois comemos um lanche no Burger King. Conversando sobre uns assuntos particulares nosso, como se fôssemos um casal real. Eu amo demais passear com ele… só não andamos de mãos dadas e damos beijos na boca, por medo de algum conhecido ver. Mas quando a gente for viajar pra bem longe, aí sim: vamos nos comportar como namorados de verdade, sem medo de nada. Mal posso esperar.

Na hora de voltar pra casa, ainda no estacionamento do shopping. Entramos no carro (eu no banco do passageiro, ele dirigindo), e mal fechamos as portas, começamos a nos beijar com vontade. Beijo de língua, pegada forte, gemidos baixinhos pra ninguém ouvir. Ele enfiou a mão dentro do meu decote, puxou meus peitos pra fora e chupou meus mamilos, que um dia ele sugou leite, ali mesmo.

Enfurecida de tesão, eu abri a calça dele, tirei aquele pau duro pra fora da cueca, e comecei a movimentar a mão devagar, batendo uma punhetinha pra ele. Meu filho soltou um gemido baixo, um sussurro, enquanto eu, a mãe dele, o ajudava-o, a se aliviar.


Não satisfeita, não aguentei. Me abaixei toda, o máximo possível que consegui, e comecei a chupar ele. Mamei sem culpa, curtindo o momento, babando no pau inteiro, engolindo fundo, pegando no saco dele, olhando pra cima, pra ver a cara de prazer do meu filho. Ele segurava meu cabelo com uma mão, enquanto com a outra apertava a minha bunda, apertando enquanto gemia baixinho.

Foi rapidinho, fiquei uns 5 minutinhos; mamando gostoso, acelerando o ritmo, sentindo o pênis latejar na minha boca, enquanto ouvia passos de pessoas do lado de fora perto do nosso carro.

Até que ele apertou minha cabeça, falando; que não estava mais aguentando segurar, que ia gozar.

Eu apenas esperei, ele gozou e gozou muito. Senti dois esguichos de sêmen, enchendo caindo na minha boca toda.

Eu segurei tudo na boca, a língua cheia de esperma, mas sem engolir. Olhei pra ele com cara de vadia, abri a porta do carro rapidinho (com cuidado pra ninguém ver). Cuspi todo o esperma no chão do estacionamento, um fio branco escorrendo do meu queixo. Depois peguei a garrafinha de água, lavei a boca e limpei o resto.

Meu filho colocou o pau pra dentro das calças, ligou o carro, e dirigiu pra casa com um sorrisinho de safado no rosto.

Durante a volta pra casa, ficou prometendo; quando chegássemos a gente ia transar. Fiquei o caminho todo com a buceta excitada, querendo chegar rápido pra transarmos.

Assim que pisamos dentro de casa, mal passamos da porta e fomos nos agarrando. Eu ainda sentia o gosto da porra dele na boca e a buceta pulsando, pingando de tesão.

Meu filho me pegou pelo braço, me carregou até meu quarto e me jogou na cama, como se eu fosse uma qualquer. Só que naquele momento, deixamos de ser mãe e filho, para duas; pessoas com tesão à flor da pele.

Eu, ele, a gente tirou tudo rapidinho. Fiquei nua e oferecida pra ele. Não tivemos preliminares, partimos direto pro sexo.

Começamos na posição [papai e mamãe]. Abriu minhas pernas bem abertas, ele veio por cima, e enfiou o pau duro na buceta que um dia ele saiu. Foi de uma vez e começou a meter extrema com força.

Jesus Amado; só de lembrar está me dando calafrios.

A cabeça do seu pênis, batia fundo, com o pênis inteiro dentro, enquanto as bolas estalando na minha pele. Com tesão, comecei a falar um monte de merdas pra ele.

Disse mais ou menos com essas palavras: — Isso, filho da puta… mete forte na minha buceta! Me rasga! — eu gemia alto, riscando as unhas nas costas dele.

Depois ele me virou de lado, levantou minha perna e continuou metendo na buceta, muito fundo, apertando meus peitos e beijando e lambendo meu pescoço. Eu gozei pela primeira vez assim. O corpo ficou tremendo, apertando o pau dele com a xota.

Mudamos de posição! Eu por cima. Sentei no pau babado dele e comecei a cavalgar como uma cadela no cio. Rebolava, subia e descia rápido, meus peitos pulando na cara dele, foi uma bagunça gostosa. Ele dava tapas na minha bunda e mandava; eu rebolar, me chamou de puta, de tudo.

E na última posição, ele ganhou uma prenda. Me coloquei de quatro, e mandei comer meu ânus. Ele cuspiu no meu cu, enfiou devagar, ficou me cutucando por 1, 2 minutos, e depois meteu com tudo. Sexo anal bom, sem piedade.

Ele segurava meus quadris, depois segurando meus cabelos curtos como rédea, me chamando de tudo que era nome.

Fiquei feliz e triste. Feliz; por estar transando com ele. E triste; porque a transa estava chegando ao seu final.
Ele meteu sem parar, cada vez mais rápido, até que não aguentou mais. E quando sentiu que ia ejacular, tirou o pau do meu cu, bateu punhetinha rápida, e jorrou tudo na minha bunda. Saiu pouco esperma, devido ao meu boquete no estacionamento do shopping.

A gente ficou ali, suados, se curtindo, beijando na boca, alisando o corpo um do outro, felizes da vida.

Ele me abraçou forte e disse:
— “Eu te amo, mãe. Te adoro.”

Fiquei tão feliz, por ele dizer que me amava, que me adorava. Eu o beijei e respondi:
— Também te amo, meu filho.

Eu sei que isso que estamos fazendo é errado pra caralho. —Eu sou a mãe dele, caramba. Eu que pari esse menino, que criei, que dei colo… e agora eu a mulher que abre as pernas, chupa o pau, oferece a buceta e o cu pra ele foder.

Eu sei que é pecado grave, é incesto, é uma loucura que a sociedade inteira condenaria. Se alguém conhecido descobrisse, nossa vida acabava. Mas a verdade é que… nós não conseguimos mais parar.

Já pensei a respeito, já tentei, juro que tentei. Depois das primeiras vezes, eu falava pra ele “isso não pode mais acontecer”, dormia pensando na culpa…, porém, no dia seguinte, quando ele chegava perto, me beijava daquele jeito possessivo ou simplesmente encostava o pau duro em mim, eu derretia toda. A xota molhava na hora e eu abria as pernas de novo como uma mulher desesperada.

Voltar ao normal? Impossível. Não consigo mais olhar pra ele como só “meu filhinho”. Ele é meu amante agora. Meu homem. O filho que me fode melhor que o pai dele, ou outro já me fodeu na vida. Eu amo acordar com ele na minha cama, amo sentir o gosto do sêmen dele na boca, amo quando ele me fode sem dó e me chama de puta. Eu amo tudo isso, mesmo sabendo que é errado.

Sei que quando morrer, irei pro inferno. Não sei até quando vamos conseguir esconder. Não sei o que o futuro reserva pra gente. Mas enquanto puder, enquanto meu corpo aguentar, eu vou continuar me entregando pro meu filho.

Desculpem as palavras, o desabafo. Porque agora… isso virou a nossa normalidade. E eu não quero mais voltar atrás.

Boa sexta-feira, bom final de semana. Beijos de uma mãe completamente apaixonada pelo filho.

Foto 1 do Conto erotico: Aconteceu Ontem. 09/07/2026


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Aconteceu Ontem. 09/07/2026

Codigo do conto:
266771

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
10/07/2026

Quant.de Votos:
6

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