Levei o meu filho para o Motel.

Pra quem nunca leu – os meus relatos. Meu nome é Rose, tenho 52 anos, e tenho um relacionamento com meu único filho.

Agora são, às 13:00h — do dia 06/07/2026.

Sim, agora tenho certeza: quando eu morrer, vou direto pro inferno. E olha… tô achando que vai valer cada segundo, explicarei:

Há meses, eu e o meu filho, vínhamos combinando essa loucura. Era pra ter sido no Dia dos Namorados, mas fiquei com medo, estava insegura, e com culpa na consciência. Falei pra ele; que preferia esperar um pouco mais. Ele ficou chateadinho, mas respeitou.

Na sexta-feira agorinha, dia 3 de julho, não teve mais desculpa. Reservei o quarto no motel que não posso dizer o nome. Tomamos banho, nos arrumamos e fomos de carro.

Eu vesti o vestido da foto, preto curto, brilhante, bem decotado. Coloquei um salto alto, me maquiei, passei o meu melhor perfume. Pedi e combinei com ele; esquecer éramos mãe e filho, queria me sentir mulher dele de verdade.

Já ele; foi de blazer preto por cima da camisa, calça clara e sapato social. Meu guri estava lindo, maravilhoso, cheiroso e gostosão. Parecíamos um casal de verdade, ué, mas não somos?

Faziam anos, mais de uma década, que eu não entrava num motel. A última foi com o pai do meu filho. Da nossa casa para o motel, deu em torno de 40, 50 minutos de carro. Eu fui dirigindo, com ele do meu lado.


Vou contar uma situação bastante curiosa e constrangedora. Foi chegar lá com meu próprio filho no portão, na recepção do motel, e apresentar à atendente, os nossos RGs (documentos). Eu nem olhava na cara da mulher, foi uma sensação estranha, de culpa. Meu coração batia tão forte, as mãos suadas, calafrios no corpo. Só voltei ao normal quando fomos liberados.

Logo após, parei o carro na vaga privativa. Foi um sonho realizado, entrar de mãos dadas com ele. Porque havíamos planejados há muito tempo. —Parecíamos um casal de verdade.

Como podem ver... tiramos algumas fotos, da suíte, da cama enorme, da hidromassagem, da piscina, das luzes baixas, tudo preparado pra nós. Só não tinha espelho no teto. Sinceramente, eu não gostei. E outra coisinha, meu filho nem desconfia; que eu tirei essas fotos, com a intuição de exibir aqui no site.

Bebemos um pouco de espumante. Foi aconteceu aos pouquinhos, ele me sentou no colo dele na beira da cama, subiu a mão pela minha coxa e me beijou com fome. Língua, saliva, gemidos… eu rebolando no pau dele por cima das calças.

Ele disse; que queria muito me comer. Então a coisa foi acontecendo. Disse que; eu era a puta particular dele. Ele riu, nós rimos, foi piada interna nossa.

Pra começar, tirei o blazer dele, a camisa, e ele baixou as alças do meu vestido, meus seios ficaram expostos. Ele chupou meus mamilos, mordiscando, enquanto eu gemia e apertava a cabeça dele contra mim.

E foi continuando: Tirei o vestido inteiro, fiquei só de calcinha fio-dental preta. Ele ficou me olhando de cima a baixo de pau duro. Meu filho tirou a calça e a cueca, aquele cacete ereto pulou pra fora. Segui o meu instinto, e ajoelhei na frente dele e comecei o oral. Amo chupá-lo! — Chupei devagar, lambendo todo, depois engoli fundo, babando, olhando pra cima pra ele ver a cara de puta da mãe dele.

Estou excitada aqui no escritório, só por estar escrevendo e lembrando do que fizemos na sexta-feira no motel.

Como havíamos combinado, ele esqueceu por um tempo, que éramos mãe e filho. Durante o oral, ele segurava meu cabelo e fodia minha garganta, enfiando o pênis todo, às vezes, me fazendo engasgar. A gente falou muitas coisas, palavras proibidas, que nenhuma mãe e filho diz para o outro.

Depois ele me segurou pela cintura, me jogou na cama, abriu minhas pernas e me devorou no oral. Lambeu minha buceta inteira, chupou o clitóris, enfiou a língua dentro e ainda meteu dedos, e um dedo no meu cu.

Nunca mais na minha vida, eu irei esquecer. Foi tanta emoção e tesão misturados; gozei a primeira vez assim, gritando, gemendo, falando um monte de coisas, apertando a cabeça dele entre minhas coxas.

Quando parei de tremer, gemer, de falar bobagens, ele subiu em cima de mim, abriu minhas pernas bem abertas e enfiou o pau todo de uma vez na minha buceta. Mandou ver por alguns minutos, sempre no mesmo ritmo, de quando transamos em casa. Ele começou a bombear forte, olhando nos meus olhos, me beijando, sussurrando palavras proibidas; dizendo que gosta de me comer.

Deu vontade de chorar, fiquei tão emocionada, era prazer misturando com tesão, do sonho realizado. Fora o que cravei as unhas nas costas dele, pedindo-o; para me foder mais, pra me arrombar. Sussurrando frases absurdas. Foi o nosso momento à dois.

Gozei de novo, apertando o pau dele. E o meu homem não parou. Me virou de quatro, segurou meus cabelos e meteu ainda mais fundo, não sei por quanto tempo. Só sei que aproveitamos cada segundos juntos.

Depois me colocou por cima. Eu cavalguei gostoso, rebolando, pulando, meus peitos balançando na cara dele. Ele apertava minha bunda com as duas mãos, me ajudava a quicar nos movimentos.

No final, meu filho me deitou de novo na cama e metemos com tudo, no ‘papai e mamãe´. E antes de ele ejacular, pedi que fosse no rosto, mas não deu muito certo, assim que tirou, gozou entre as minhas coxas e o lençol da cama.

Mas valeu, ficamos abraçados na cama, ofegantes. Ele beijou minha testa e disse; ‘que estava muito feliz’. Eu respondi; que também estava por nós.

Agora falando sério: Nunca pensei que ia amar tanto ser comida pelo meu próprio filho. Se soubesse, tinha feito isso antes. Ficamos de bobeira na suíte, bebendo, comendo porção de calabresa com batata frita. Conversamos muito.

Depois de um breve descanso, veio a segunda rodada, bem mais intensa. Fomos piscina aquecida, e logo após, pra hidromassagem.

Fiquei quatro e chupei o pau dele até ficar no ponto exato pra me comer, assim que ficou do jeito que eu queria, ele cuspiu no meu cu, e enfiou devagarzinho. Foi tão bom!!! Sexo anal no motel, com a água batendo… eu gemia como uma cadela. Ele metia fundo, apertando meus quadris. Não sei se agradeço à Deus, ou o Capeta. (kkkkkkkk)

Depois voltamos pra cama, fizemos de ladinho, (vaginal e anal). Depois, eu por cima, (vaginal e anal). Engraçado, ele dura mais na segunda transa.

E pra terminar, ele me comendo de novo de quatro. (vaginal e anal). Eu gozei 3 vezes. E dessa vez, antes do meu filho gozar, combinamos; que avisasse antecipadamente. Deu certo!!! Fiquei batendo punheta no seu pau, enquanto aguardava ele gozar. Meu filho gozou no meu rosto e na minha boca, com a língua pra fora. Sei que é pecado, mas engoli seu esperma. O resto ficou escorrendo pelo queixo e pingando nos meus peitos.

Essa parte foi legal: Saímos da hidromassagem e pulamos na piscina, pra comemorar o acontecido, beijamos muito, nos abraçamos, fizemos algumas brincadeirinhas sexuais.

Ficamos duas horas no motel. Foi a melhor transa que já tivemos, desde o começo. Uma coisa é certa dessa experiência; saímos de lá de mãos dadas, mais unidos do que nunca, e prontos pra fazer outras aventuras.

— Obrigada a quem lê essas confissões. Vocês não imaginam como é difícil escrever isso aqui, de esconder. Vocês não imaginam o tesão que dá pra escrever isso. Um beijo e boa semana pra vocês.

Foto 1 do Conto erotico: Levei o meu filho para o Motel.

Foto 2 do Conto erotico: Levei o meu filho para o Motel.

Foto 3 do Conto erotico: Levei o meu filho para o Motel.

Foto 4 do Conto erotico: Levei o meu filho para o Motel.

Foto 5 do Conto erotico: Levei o meu filho para o Motel.


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Comentários


foto perfil usuario zanaleitte

zanaleitte Comentou em 06/07/2026

Admiro sua coragem, diferente de muitos aqui, tá certa em esconder a identidade do seu filho., parabéns

foto perfil usuario krystalbuarque2

krystalbuarque2 Comentou em 06/07/2026

AMEI AS FOTOS, FELICIDADES TREPEM MESMO❤😛




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Ficha do conto

Foto Perfil roserosasilva9
roserosasilva9

Nome do conto:
Levei o meu filho para o Motel.

Codigo do conto:
266330

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/07/2026

Quant.de Votos:
19

Quant.de Fotos:
5