Esposa causando no Pagode

Somos um casal jovem que curte exibicionismo. Somos do Sul do Brasil. Temos aproximadamente 40 anos, peso e alturas proporcionais, de excelente nível e extremamente discretos. Ela é bem branquinha, estilo mignon, bonita, vaidosa, seios deliciosos e bucetinha sempre depilada.

Chegamos ao pagode pouco depois das dez da noite, numa sexta quente pra caralho. O boteco era enorme, lotado, com aquele cheiro característico de cerveja gelada, suor e perfume doce misturado no ar. O som do pagode já estourava nas caixas, grave batendo forte no peito, luzes coloridas piscando sobre a pista cheia de gente.

Eu deixei ela entrar primeiro, como combinamos. E puta que pariu… o efeito foi imediato.Minha esposa caminhava devagar, consciente de cada olhar que caía sobre ela. O vestidinho preto que eu mesmo escolhi era absurdamente curto — mal cobria a metade de cima das coxas branquinhas e firmes. O tecido elástico grudava no corpo, marcando cada curva: os seios grandes e empinados quase saltando do decote em V profundo, a cintura fina, a bunda redonda, alta e perfeita. Os saltos pretos altos deixavam as pernas ainda mais longas e o rebolado naturalmente safado. Por baixo, eu sabia que ela só usava uma calcinha fio-dental preta, bem enfiadinha, daquela que marca a bundinha de um jeito que me deixa louco.O cabelo castanho com mechas prateadas solto ondulava nas costas, o batom vermelho vivo destacando a boca carnuda. Ela tinha aquele sorriso leve, quase inocente, mas eu conhecia o olhar: ela já estava molhada só de imaginar o que a noite poderia render.

Assim que ela passou pela entrada, o salão pareceu reduzir o volume por um segundo. Cabeças viraram. Conversas pararam. Um grupo de caras encostados no balcão, todos com cerveja na mão, ficou em silêncio. Um deles cutucou o amigo e falou alto o suficiente pra eu ouvir:— Porra… essa branquinha tá perdida aqui hoje, hein?Eu vinha logo atrás, cerveja gelada na mão, sentindo o pau já começando a latejar dentro da calça. Eu tinha escolhido o lugar, escolhido a roupa, e agora só queria curtir cada segundo disso.Ela andava devagar pela pista, rebolando mais do que precisava, no ritmo do pagode. A cada passo o vestido subia um pouco, deixando ver a curva inferior daquela bunda gostosa.

O grupo do balcão acompanhava o movimento sem disfarçar. Vi um deles ajustando o pau na calça abertamente.Ela parou perto de um quarteto de pagodeiros — quatro caras morenos, entre uns 28 e 38 anos, animados, bebendo e cantando alto. Sem dizer nada, ela começou a dançar. Devagar, provocante. Levantou os braços, rodou o quadril, deixou os peitos balançarem suavemente dentro do decote. Os quatro perceberam na hora. Os olhares desceram pelo corpo dela como se estivessem comendo com os olhos.Ela foi se movendo aos poucos para o meio da pista, mais perto do palco, rebolando no compasso da música. Mais homens ao redor começaram a notar. Risadas baixas, comentários murmurados.

Eu fiquei a uns três metros de distância, bebendo minha cerveja calmamente, dando espaço pra ela brilhar, mas perto o suficiente pra ver tudo. Meu coração batia forte, mistura de tesão e aquela adrenalina gostosa de ver minha mulher sendo desejada por outros.Um dos caras — o mais alto, moreno, com sorriso fácil — se aproximou dela com naturalidade e falou por cima da batida:— Ei, gata… se você dança tão bem assim sozinha, por que não vem dançar com a gente um pouquinho? A gente sabe tratar uma mulher direito. Seu marido pode vir junto, sem problema.Ela olhou pra mim. Eu sorri e acenei com a cabeça, dando sinal verde. Nós dois nos juntamos ao grupo.O círculo se fechou ao redor dela. Os elogios vieram rápidos e sinceros:— Caralho, tu dança muito bem, hein…
— Branquinha com esse rebolado… tá difícil de encontrar no pagode.

Eu me aproximei por trás dela, colei meu corpo levemente no seu e sussurrei no seu ouvido, bem pertinho:— E aí, amor? Tá curtindo?Ela virou o rosto, me deu um beijo rápido e molhado na boca, e respondeu com aquela voz manhosa que me deixa louco:— Tô amando… esses meninos dançam muito bem.

Eu senti ciúme, não posso negar, mas eu entendia o jogo. Dançamos juntos, relaxados, deixando o clima esquentar naturalmente.

No meio do grupo, ela começou a dar mole de forma cada vez mais safada, mas ainda dentro do ritmo da dança:
Ela dançava de frente pro moreno alto, colando o corpo no dele, rebolando devagar e deixando que ele sentisse os seios macios pressionados contra o peito dele.
Virava de costas pra outro e empinava sutilmente a bunda, roçando de leve no quadril do cara no ritmo da música.
Deixava um deles segurar sua cintura com mais firmeza, enquanto outro deslizava a mão pela lateral da coxa exposta.
Ria alto das piadas deles, mordia o lábio inferior quando elogiavam seus peitos ou a bunda, e respondia com aquela vozinha doce e provocante, olhando nos olhos de cada um.

Eu observava tudo, cerveja na mão, pau latejando, sentindo um orgulho doentio e um tesão absurdo de ver minha esposa sendo o centro das atenções, sabendo que, no final da noite, ela ainda era minha.

E a noite mal tinha começado.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casal4x

Nome do conto:
Esposa causando no Pagode

Codigo do conto:
259050

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
10/04/2026

Quant.de Votos:
3

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