Acho que quando ela se deu conta que o cara só queria comê-la e depois desapareceu, ai sim resolveu me dar atenção e finalmente a nossa conversa começou a fluir.
Carina tinha 23 anos, loirinha, tipo ninfeta, magrinha, cabelos tipo Chanel, cara de putinha safada e uma fome de picha infindável. Nas nossas primeiras conversas ela me confidenciou que tinha conhecido um representante comercial na internet e depois de alguns meses de conversa ela tinha ido ao encontro dele, tinha ido com ele para um motel e dado a tarde inteira. Foi tanta picha que ela chegou em casa e precisou passar uma pomada na buceta para dar uma aliviada. O problema é que ela queria mais e o cara simplesmente desapareceu. Foi exatamente ai que a nossa história começou e terminou num motel junto com o marido dela, um taxista corno que depois de ver a esposa gozando no pau de outro não aguentou a pressão e pediu divórcio.
Após algumas semanas trocando mensagens ou conversando via telefone, Carina topou me conhecer pessoalmente. Na época eu prestava serviço para uma escola em Sintra, no mesmo bairro que ela morava. O plano era ir ao encontro dela após a minha reunião e assim fizemos.
Ela iria me esperar numa praça bem arborizada e quando estacionasse o carro ela iria ao meu encontro. Na época eu tinha um Peugeot 5008 com os vidros bem escuros e isso iria nos dar uma certa segurança. Quando eu estacionei o carro debaixo de uma arvore eu a avistei sentada num banco. Carina parecia uma menininha de quinze anos, mas já era mãe de um menino de dois, casada e era secretária numa fábrica de postes. Quando ela se levantou e veio em minha direção pude ver como ela era muito mais bonita e mais gostosa pessoalmente. Ela usava um vestido amarelo claro, cabelos soltos, uma bolsa na mão e uma sandália que lhe deixava mais alta. Confesso que fiquei encantado com a sua beleza. Assim que ela entrou no carro seu perfume tomou conta do ambiente e após dois beijinhos no rosto começamos uma conversa sem fim, cheia de sincronia e cumplicidade. Parecia que nos conhecíamos há anos.
O clima começou a esquentar quando eu coloquei a minha mão direita na sua perna esquerda, ela me olhou e sorriu como se estivesse me mando autorização para prosseguir. Comecei a acariciara sua perna e cada vez e minha mão subia mais em direção a sua calcinha. Carina me olhava, mordia os lábios e num momento de impulso ela me beijou os lábios. Depois disso a gente quase colocou fogo no carro.
Com extrema facilidade, eu a puxei e ela se encavalou em mim. As alcinhas do vestidos se soltaram e eu comecei a mamar seus seios, que era pequenos, mas tinhas dois bicos avantajados e duros de tesão. Carina não parava de me beijar, nossas línguas travavam uma guerra sem fim, minhas duas mãos pode debaixo do seu vestido apertavam a sua bunda enquanto ela rebolava no meu pau.
O mesmo impulso que a fez me beija, também fez com que ela recuperasse seu juízo normal e saísse do meu colo. Sua calcinha estava tão molhada que deixou uma marca na minha calça bege. Ela viu a macha, riu, disse que estava pegando fogo, mas que eli era perigoso. Voltamos a nos beijar e antes dela sair do carro combinamos de nos encontrar sábado, na minha empresa.
A semana se arrastou, custou a passar. Eu só pensava no sábado, queria comer aquela ninfeta em cima da minha mesa de reunião, no sofá da minha sala, em todos os cantos. Na manhã do nosso encontro acordei cedo, tomei banho, fiz a barba, me perfumei e fui. Cheguei na empresa por volta das 9h30 e meia hora depois ela chegou usando outro vestidinho, porém, azul claro. Já começamos a nos atracar na recepção, um beijo intenso, quente, molhado, estalado. Agora ela se sentia mais segura do que na praça, soltou a loba faminta que havia dentro dela.
Naquele sábado, nós transamos de todas as formas possíveis imagináveis. Carina se mostrou uma verdadeira putinha sem limites, se algo poderia lhe fazer gozar, ela com certeza queria experimentar.
Na semana seguinte começamos a falar sobre sexo a três, ela disse que tinha vontade de dar para outro homem na frente do marido dela, mas havia um problema que eu até então não sabia, eles eram evangélicos, da Maranata e possivelmente ele jamais aceitaria isso. Mas mesmo assim, começamos a arquitetar o plano e uns dois meses depois ela me mandou uma mensagem dizendo que tinha conseguido convencê-lo, mas ela escolheria a pessoa, que no caso seria eu.
Marcamos de nos encontrar num sábado no aeroporto Humberto Delgado ( Lisboa ). Eu deixei meu carro no estacionamento e entrei no carro dele. O marido dela era taxista, gente boa, uns dois anos mais velho que ela. Entramos num bar para conversamos como se fosse a primeira vez que eu estivesse vendo Carina pessoalmente, o corno sequer imaginava que eu já tinha arrombado a sua esposa de todas as formas.
Como eles não bebem álcool, pedimos um suco para cada um e algo para beliscarmos. Quando saímos do bar, ele perguntou para onde iriamos e Carina foi taxativa.
- Nós vamos para um motel. Estamos aqui para isso.
O cara perdeu a cor, mas topou. Carina foi mais além e disse que iria no banco de trás comigo, ele estava gelado, coração devia estar disparado, quase saindo pela boca, mas não teve coragem de discutir com a esposa.
Já dentro do carro, no banco de trás, eu e Carina pegávamos fogo enquanto o corno dirigia nos olhando pelo retrovisor. Ela me chupou, eu a chupei e só não transamos porque estávamos sem camisinha. Sim, na frente dele nós usamos camisinha, mas na minha empresa Carina saiu com a buceta e o cuzinho cheio de porra.
Chegamos no motel e nós dois avançamos sobre Carina, não demorou muito para deixá-la nua à nossa disposição na cama redonda. Ele beijando a boca dela, eu
chupando a buceta e passando a língua no cuzinho, Carina se contorcia na cama com seus dois machos. Não demorou muito para ela gozar.
Depois ela veio me chupar, mamava meu pau como se fosse uma bezerra faminta, depois beijava a boca do corno.
Foi dela a inciativa e pegar uma camisinha e desenrolá-la no meu pau. Enquanto fazia isso, ficou de quatro na cama, com a bunda bem empinada, sentindi a língua do seu marido deslizando entre a buceta e seu anel.
Com o meu pau todo encapado, ela sentou devagar, eu pude sentir cada centímetro do meu pau sendo engolido por ela. Enquanto isso seu marido se preparava para comer seu cuzinho, sem camisinha, afinal de contas ele era marido dela. Quando começou a meter no rabo dela, ele parecia afoito, queria socar rápido no começo. O resultado disso é que ele não demorou a gozar no cuzinho da sua amada esposa. Ela ficou puta, mandou ele ir pro banho e foi ai que nós começamos a colocar fogo na cama.
Sentada na minha picha, Carina quicava, os sons dos nossos corpos ecoavam no quarto e enquanto isso o corno tomava banho. Mudamos de posição várias vezes.
Carina bebeu porra, gozou em pé, na hidro e eu comi seu cuzinho ainda melado da porra do corno. Entrou fácil, entrou tudo.
Saímos do motel tarde da noite após tomarmos um banho. Nós literalmente namoramos debaixo do chuveiro na frente do corno que não suportou a pressão e semanas depois pediu o divórcio.
Reencontrei Carina anos depois, ela tinha se tornado gerente de banco e havia casado com um negro alto, forte que com toda certeza lhe partia ao meio em todas as fodas.
Assim foi a minha primeira experiência com casais. Houveram outras, que certamente dividirei com vocês no futuro.
Fim.