Um breve afastamento no relacionamento, e outro se aproxima...



Um breve afastamento no relacionamento, e outro se aproxima...
Um conto erótico de Lua Mel   

Publicado Por: Tuga069

Categoria: Heterossexual

Data: 22/07/2026 23:44:39

Assuntos: Amiga, Amigo, Anal, Beijo, Boque-te, Buceta, Chifre, Corno, Cuckold, Escondido, Heterossexual, Hotwife, Infiel, Namorada, Namorado, Peituda, Rua, Seios, Sexo, Traição.

Às vezes o inimigo é sujo, e eu posso provar. Bom dia, boa tarde ou boa noite, meus amores ?? depende da hora que vocês meus amados leitores, estejam tendo acesso a esse meu conto real. Aqui é a Luena, mas podem me chamar de Lua. 26 anos, seios fartos, bunda grande, coxas grossas, estatura mediana, cabelos pouco abaixo do ombro, naturalmente ondulados, mas as vezes os quero cacheados, às vezes lisos. Namoro há um bom tempo com o Júlio Cesar, com quem tenho uma relação de cumplicidade, fetichista, e que me dá uma certa liberdade...

Eu e Júlio trabalhamos, ele em uma empresa de produtos eletrônicos, onde ele exerce um cargo de alta responsabilidade. Eu atualmente em uma loja de roupas femininas, onde tenho a amizade e confiança da minha chefe, a gerente da loja, e das meninas que trabalham comigo. Mas todo tempo livre que temos nós nos vemos, ficamos juntos. Então é comum trocarmos beijos e carinhos próximo ao meu trabalho, para onde sempre pode, Júlio me leva.

Quando dá ele fica comigo até dar a hora de eu entrar, então geralmente paramos em uma varanda de um barzinho perto do meu emprego, ou mesmo na pracinha, enfim. Aí ficamos ali, namorando como dois adolescentes, até a hora de nos despedirmos. Bem ao lado da loja onde eu trabalho tem uma farmácia, que conta com diversos funcionários. Um deles é o Vagner, um garoto de 19. Digo garoto porque é consideravelmente mais novo que eu, 7 anos de diferença. Vagner quase todo dia quando chega para o trabalho, nos vê juntos. Ele não conhece meu namorado, nunca se falaram, mas sabe quem sou, me conhecia de vista, e sabia que eu namoro. Mesmo assim, Vagner puxava assunto comigo sempre que podia. O pessoal que trabalha nas redondezas, costuma almoçar no restaurante da esquina, comidinha caseira, ou numa lanchonete da mesma rua, com vários "X". X-burguer, X-tudo, X-bacon, etc kkkkk e em em certa oportunidade, Vagner chegou em mim justamente quando eu me dirigia, nesse dia para a lanchonete. Foi a primeira vez que conversamos por mais tempo. Claro, ele me acompanhou e aproveitou para se apresentar melhor, falar um pouco mais sobre ele, saber um pouco mais de mim. E isso se repetiu outras vezes, fazendo com que nossa amizade fosse passando do limite de "nos conhecermos de vista". Mas ainda era amizade. Quando rolou assunto de relacionamento, ele citou que sabia que eu namorava, que me via sempre com o Júlio, antes do expediente começar. Mas isso não o impediu de me fazer diversos elogios, ao longo dos dias. Qual mulher não gosta de ser elogiada, não é mesmo? Independente de qualquer coisa, um elogio respeitoso, um agrado aos ouvidos, levanta a autoestima, de qualquer mulher. Isso fazia com que minha simpatia por ele aumentasse, mas eu ainda o via como um menino, um amigo ocasional. Não daqueles de frequentar minha casa, mas uma boa companhia durante as refeições, ou no trajeto até o restaurante. Só que eu mesma não percebi mas no fundo, ele estava ali, esperando alguma coisa. E foi em um dia que eu não estava legal que ele se chegou mais. Eu e Júlio havíamos nos desentendido. Nada muito grave, mas o suficiente para me deixar chateada. Por mais que eu não quisesse transparecer, sou autêntica demais pra disfarçar isso, ainda mais quando a pessoa fica ali, próxima a mim. Vagner apesar da pouca idade, foi extremamente gentil comigo. Percebendo que algo não estava legal, que eu estava chateada, foi se chegando, tentando "arrancar" algo, até que desabafei com ele. Me senti mais leve em falar, e ele tentando botar panos quentes, até a favor do Júlio, ou talvez do meu relacionamento. E claro... Aproveitando pra dizer coisas como "uma mulher linda como você não combina com tristeza", "seu rosto combina com sorrisos", e "que bom que ao menos te fiz rir um pouco". No segundo dia conversando com ele, ainda muito chateada com o Júlio, ele perguntou se poderíamos sair depois do expediente. Ele já sabia que eu e Júlio não nos veríamos e alegou que gostava de conversar comigo e no fundo, nos intervalos tínhamos pouco tempo. Não foi difícil me convencer. Eu estava gostando de contar com o ombro amigo dele, e não vi nada demais em ter algumas horas com um amigo. Marcamos de irmos direto, para um barzinho, porém só pedi que fosse longe dali, pra não ter riscos de alguém interpretar errado, se nos vissem juntos. E assim fizemos. Eu vestia uma blusinha verde, com uma fenda no decote, e aros por dentro. Essa blusa faz com que meus seios que já são grandes, fiquem bem apertadinhos, juntinhos, o que dá uma realçada e chama mais atenção. E também uma saia branca, pouco acima do joelho. Esse look inclusive, comprei na própria loja onde trabalho, eu acho lindo!

Marquei com o Vagner 2 ruas depois de onde trabalhamos. Nada demais, só queria evitar fofocas. Assim que nos encontramos, pedimos um Uber e fomos. Chegando lá, achei bonitinho a forma como ele me tratava. Puxando a cadeira para que eu sentasse, todo cuidadoso com as palavras, todo gentil. Pra mim, era apenas um encontro com um amigo, mas percebi que ele estava encarando como um date. Achei fofo. E isso ficou mais claro quando ele começou a me tocar mais, se chegar mais... Meio sem graça, claramente querendo... Foi quando tocou um pagode mais romântico, a gente próximo demais e acabamos nos beijando... Meio afoito, meio nervoso, Fagner beijava minha boca, me acariciava o rosto, os cabelos... Pousava a mão sobre minha coxa, "esbarrava" nos meus seios... O clima favoreceu, eu estava meio carente, acabei cedendo... A noite foi passando, nesse clima, longe de olhares de gente conhecida, um clima leve... Pelo sorriso dele, a sensação era de vitória, conseguindo o que queria. E eu deixei, eu também quis... Chegou a hora de irmos... Saímos dali de mãos dadas, fomos para uma praça perto do bar. Haviam algumas pessoas por ali, alguns amigos, alguns casais... Procuramos um cantinho mais discreto, um pouco... Encostados em um carro, que cobria a visão das pessoas. E começamos a trocar carícias mais ousadas... Senti em seu abraço, seu pênis bem duro... Ele me puxava para si, me abraçando forte... Nossos beijos agora de língua, com ele apertando minha bunda com as duas mãos... E de vez em quando tirando a mão da minha bunda direto para meu peito... Por cima da bermuda dele, segurei seu pau, duro... Queria sentir como era... Bem grosso, bem duro... Ele pegou minha mão, fingi que não queria, resisti um pouco... Mas ele pegou e botou dentro da bermuda, dentro da cueca... Segurei firme, dei um sorrisinho malicioso... Ele voltando a beijar minha boca enquanto eu pegava no pau dele... Agora sua mão ia dentro da minha blusa, direto no meu seio... Com os dedos ele pegou o biquinho e começou a mexer, devagar, acariciando... Isso deixou os biquinhos dos meus peitos ainda mais durinhos, afinal era tesão, friozinho, clima de fazer algo escondido... Olhei para um lado, para outro, e me senti segura... Então abaixei, botei seu pau para fora e pus na boca... Acelerei na punhetinha, babei um pouco na mamada... Ele tbm olhava para os lados mas não deixou de aproveitar o momento... Ainda bem que não tinha ninguém tão perto porque meu boque-te começou a fazer um barulhinho... Punhetando e chupando, mamando, babando... Até que Vagner não se segurou mais e gemeu, um pouco mais alto... Na hora o pau dele estava fora da minha boca e jorrou toda a porra no meu rosto... Deu nem tempo de desviar... Só abocanhei pra sugar o restante do néctar... Passando a mão em seu peito, abocanhei o pau e suguei, aquela chupada na cabeça depois do gozo que enlouquece qualquer homem... Usei o casaco dele para limpar meu rosto e levantei, já recebendo mais um beijo na boca, ardente, demonstrando claramente o quanto ele curtiu... E assim acabamos a noite, indo embora de Uber. No carro, Vagner e eu conversávamos baixinho, rindo, no clima... E ele perguntou se teríamos outros momentos como aquele, que ele curtiu muito mas que queria mais, com a gente mais a vontade... Falei que ia pensar, que não podíamos esquecer que tenho namorado. Mas que eu ia pensar com carinho...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um breve afastamento no relacionamento, e outro se aproxima...

Codigo do conto:
268018

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
23/07/2026

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