— *“Oi, negão… tô vendo que gosta de novinho, né?”*
Sorri antes mesmo de responder. Adoro quando começam assim, diretos, sem vergonha nenhuma.
Puxei conversa e logo descobri que o tal “viadinho rabudo” era da mesma zona que eu. Isso deixou tudo ainda mais interessante.
— *“Tenho 19, mas já sei o que quero”*, ele escreveu.
Veio junto uma foto que me fez ajeitar o volume no calção. A bunda dele… redonda, lisa, marcando no jeans justo. Difícil acreditar que era de um novinho.
Respondi na hora:
— “Você sabe que eu não vou ter pena, né? Eu gosto de quem aguenta.”
Ele não hesitou:
— *“Pode vir, negão. Tô doido pra saber como é.”*
Marcamos para a manhã seguinte.
Quando ele chegou, veio de camiseta justa e calça skinny, desenhando cada curva. Aquele corpo parecia um convite. Eu já estava de calção, deixando evidente o volume que ele ia encarar.
Assim que entrou, os olhos dele desceram direto.
— “Já vai logo, putinho?” — provoquei.
Ele nem respondeu. Só se ajoelhou, puxou meu calção e travou por um segundo.
— “Caralho… é maior que na foto…”
Nem esperou muito. Já veio com vontade, engolindo cada pedaço como se fosse a coisa mais natural do mundo. Deixei ele aproveitar, puxando o cabelo devagar, guiando o ritmo.
— “Assim… isso, viadinho guloso…”
Mas não demorou pra eu perder a paciência.
— “Agora chega. Vem cá. Você vai levar o que pediu.”
Segurei pelo braço, virei ele de costas. Ele já se apoiou no sofá, empinando sem nem precisar mandar.
Quando entrei, sem aviso, o gemido que saiu dele arrepiou.
— “Porra… assim, negão… tá entrando tudo…”
Fui no ritmo, forte, sem dar espaço. A mão marcando na bunda dele, que já começava a ficar vermelha.
— “Tá gostando, putinho? Quem mandou provocar?”
Ele só conseguia responder entre gemidos:
— “Nossa… nossa… não para…”
O corpo dele começou a tremer.
— “Vou gozar… vou gozar, negão…”
Segurei mais firme.
— “Aguenta, viado. Tô enchendo esse cu primeiro.
Acelerei até o limite, sentindo ele se apertar todo. Quando gozei, ele praticamente desabou, ofegante, largado no sofá.
Ficou ali, respirando fundo, com um sorriso besta no rosto.
— “Foi melhor do que eu imaginava…”
Ri baixo, puxando ele de volta.
— “Relaxa… isso
aqui foi só o começo.”
Porque um novinho daqueles… merece repetição.