O MÉDICO DE FAMÍLIA

Estou terminando mais um dia de trabalho. Dizendo melhor, já terminei. Falta atender apenas minha paciente favorita e isso não é trabalho, é prazer. Abro a porta que dá para a recepção e sorrio para ela.
— Tua vez, Marcinha. Dona Gertrudes, pode ir para casa, já são quase sete horas. Eu fecho tudo quando sair. Sei que não é muito ético ficar sozinho com a menina, mas que diabo, eu a vi nascer, literalmente, afinal, eu que fiz o parto, depois, fui seu padrinho de batismo, me tornei seu pediatra, agora sou seu ginecologista…Volto vinte anos no tempo. Quando Clarisse apareceu no meu consultório, eu mal consegui falar. Nunca tinha visto uma mulher grávida como ela. Alta, toda grande e linda, muito linda. Já estava com sete meses de gravidez quando resolveu trocar de médico e se consultar comigo. Rapidamente, tomei conhecimento de tudo. Ela já tinha passado dos trinta e cinco e podia ser considerada uma gravidez de risco. Mas era saudável e muito forte. O maior problema dela era psicológico. O marido já não a procurava há quatro meses.
— Nem oral ele aceita, doutor… nada mesmo…

Foi assim a coisa. Nossa conversa era muito aberta e eu a encorajava a me contar as coisas mais íntimas. As consultas dela eram sempre as últimas do dia e não tinham hora para acabar. Eu as prolongava ao máximo, examinava cada centímetro do seu corpo, estava obcecado por aquela mulher. Até que me decidi. Eu ia suprir a sua necessidade de sexo, pelo menos até a criança nascer.
— Clarisse, estou muito preocupado com você.
— Algum problema? além da minha idade, tem algum problema?
— Sim, mas não é físico. É a tua cabeça, você sempre teve uma vida sexual ativa e pára, justo quando precisa mais de equilíbrio emocional, não é uma boa hora.
— Já fiz de tudo, doutor, mas ele não quer mesmo, mas eu tenho me virado, diminui a vontade quando me masturbo. Mas sei que não é a mesma coisa, mas ajuda.

Aquilo me sacudiu. Imediatamente visualizei aquele portento de mulher acariciando os seios inchados, seus dedos procurando o clitóris, penetrando a vagina na falta de um macho de verdade.
— Você usa consolo?
— Às vezes, depende do momento, mas eu prefiro o dedo mesmo, é mais sensível.
— Mostra pra mim como você faz.
Nada que ela pudesse estranhar no meu pedido. Já que há bastante tempo ela se despia assim que entrava e eu só permitia que se recompusesse na hora de ir embora. Mesmo nas conversas preliminares e finais, sentada à minha mesa, eu não deixava que ela usasse nem a calcinha. Camisolinha de paciente? nem pensar, ela ficava nua em pelo mesmo, na verdade nua mesmo já que ela raspava todos os pelos do corpo, o que deixava sua xoxota ainda mais apetitosa quando estava inchada.

— Eu fico encabulada, uma mulher se masturbando não é uma coisa muito elegante.
— Você está enganada, é uma coisa linda, faz para eu ver, quero entender como está fazendo.
Ela desistiu de argumentar e começou a acariciar os seios. Estava sentada numa cadeira a meu lado e não tirava os olhos dos meus. Levou uma das mãos ao ventre, correu entre as coxas. Abaixei-me, peguei seu pé e o coloquei no meu colo.
— Abre bem as pernas, querida. Fecha os olhos e relaxa, isso, mexe o dedo mais rápido. Vou te ajudar a sentir o máximo de prazer neste momento.

Eu olhava o dedo dela e imaginava meu pau entrando e saindo daquele poço de prazer.
— Vamos, Clarisse, mais rápido, quero ver você gozar…
— Não dá, doutor, não consigo, assim na sua frente, fico muito envergonhada e não consigo sentir tesão, ainda mais com o senhor assim vestido, parece que fica me analisando, preciso relaxar para poder gozar.
— Vamos para o sofá. Vou te ajudar. Assim, senta bem relaxada, deixa eu guiar tua mãozinha.
— É que eu não consigo esquecer que você está aqui.
— Mas não é pra esquecer. Quero que você se lembre o tempo todo que eu estou com você e quero que se sinta à vontade comigo aqui, te olhando. O que é que eu devo fazer para ganhar a tua intimidade?
— Mais ainda?
— Sim, mais ainda, quero conhecer todos os teus segredos, até os mais profundos.

A mão dela agora estava pousada sobre o assento do sofá. Seus dedos tinham sido substituídos pelo meu dedo médio que fazia movimentos loucos dentro da sua vagina. Lentamente, ela foi abrindo as pernas, mais e mais, baixei o rosto sobre seus seios, abocanhei um mamilo e suguei, esfomeado.
— Ai, doutor, que bom, que delicia, ai, ai, acho que agora eu consigo. Ai, Ai, morde meu seio, morde, ai, ai, ai, o dedo, mexe o dedo, depressa, agora eu, eu vou gozar, vou sim, não pára, ai, ai, ai, eu morro de…

Foi assim, a primeira vez que ela gozou nos meus braços. Com o dedo na xoxota, como uma colegial num cinema. Fiquei extasiado, vendo aquela mulher maravilhosa largada em seu abandono, gemendo baixinho, o desejo saciado.
— Puxa, que gostoso, você faz tão bem, que delicia, mas você deve estar precisado, deve ter ficado excitado, você não gozou.
— Não se preocupe comigo, depois eu dou um jeito.
— Depois não, agora, deixa eu te agradecer, precisava muito gozar e vai ser um imenso prazer lhe fazer gozar. Ante meus olhos embasbacados, ela se ajoelhou e abriu a braguilha da minha calça. O pau já duro, pulou fora como uma mola e ela sorriu.
— Viu? você esta precisado mesmo, na verdade muito precisado, olha como tá duro. Falava e lambia suavemente a cabeça do meu membro que parecia que ia explodir. Não era bem esse o meu objetivo, eu queria fodê-la, fazer com que ela gozasse novamente, mas dessa vez com meu cacete enterrado nela.
— Clarisse, vamos para a cama. Ela já estava com o pau na boca, tanto quanto podia afundar.
— Deixa mais um pouco, tenho tanta saudade, você não quer gozar na minha boca?
— Mais tarde, meu bem. Agora eu quero te penetrar de verdade, quero que você goze mais, muito mais.

Um tanto contrafeita, ela me obedeceu. Coloquei-a na mesa ginecológica, com os pés nos calços. Já tinha visto sua boceta daquele mesmo ângulo um milhão de vezes, mas dessa vez o efeito foi avassalador. Passei os braços em torno de suas coxas e esfreguei o rosto na umidade dos seu sexo. Mordisquei seu grelo com delicadeza e a resposta dela veio em gritinhos abafados.
— Ai doutor, que gostoso. Chupa meu grelinho, meu amor, assim, enfia a língua na minha bucetinha, ai, ai, ai, me come, meu bem, ai, eu nunca tinha sentido isso, juro que não, que nunca tinha sentido tanto tesão.
Eu também não, não contava que existisse uma boceta tão gostosa como a daquela mulher. Lambi, chupei, enfiei a língua até onde ela pudesse alcançar. Ela não parava de gemer e resmungar sacanagens, puxava minha cabeça como se pretendesse enterrar meu corpo inteiro na sua vagina.
— Vem, doutor, me come toda, ai, que saudade que eu estou, mete em mim, doutor vem depressa, me fode, me fode de verdade!
Como deixar de obedecer uma mulher dessas? Coloquei-me entre suas coxas, já nu da cintura para baixo e a penetrei de um só golpe. Ela deu mais um gritinho e suas unhas se cravaram em meus braços.
— Com força, doutor, mete com força, mete tudo, meu homem… Suas mãos não paravam. Ao mesmo tempo que despia minha camisa, ela arranhava meu pescoço, me puxava para poder colocar a língua na minha boca, apesar da dificuldade de eu me curvar sobre aquela barriga imensa.
— Desce daí, Clarisse. Coloquei-a de quatro no chão e aí o que era bom ficou ótimo. Meti na minha cadela, que não parava de rebolar pedindo mais e mais, apertei seus seios até sentir um esguicho de leite no tapete.
— Mexe, putinha gostosa, mexe mais, não pára, rebola, vagabunda, vou matar essa tua saudade de pinto, vou te foder até não aguentar mais. Quanto mais sacanagem eu falava, mais ela enlouquecia. Acostumada que estava a um tratamento bastante formal, apesar de toda a intimidade nas confidências, agora ela se sentia à vontade para se liberar e fazer tudo que nunca tivera coragem, inclusive com o babaca do marido.

Até que não se conteve e começou a gritar:
— Vou gozar! vou sim, de novo, é bom demais, goza comigo, meu macho, me enche de porra, goza dentro de mim, quero pensar que uma parte dessa minha filha é tua, goza, meu amor.
E gozamos loucamente. Uma vez, duas, até que o telefone tocou. Era o corno do maridão. Foi fácil explicar que o exame tinha sido mais demorado que o normal e que ela precisaria de um acompanhamento mais cuidadoso, aumentando a freqüência das consultas para duas vezes por semana. Ele concordou imediatamente. Afinal, nós três sabíamos que o telefonema tinha sido uma mera formalidade. Ele não estava nem aí para o que estivesse acontecendo. Mesmo porque nunca iria supor que algum maluco pudesse sentir tesão por sua mulher, no estado em que ela se encontrava.

Daí até o nascimento da criança, foi para nós uma lua de mel. Em pouco tempo, comecei a levá-la para um motel próximo ao consultório. Para todos os efeitos, “nós apenas estávamos jantando juntos, quando eu aproveitava para prepará-la psicologicamente para o parto”. E um dia, estávamos acabando de gozar no consultório mesmo, quando ela disse que estava na hora…

Em meia hora, Marcinha estava chorando para a vida em meus braços emocionados. Era como se fosse minha filha e naquele momento eu soube que iria cuidar dela para sempre. É óbvio que fui seu padrinho. Fiz especialização em pediatria também, só por causa da garotinha. Claro que ninguém mais poderia zelar pela saúde da “minha” garotinha. E ela foi crescendo, linda e doce como a mãe. E agora, estava na sala de espera, aguardando a consulta não com o pediatra, mas já com o seu ginecologista. Ainda não completara vinte anos, mas já ostentava uma gravidez, que estava agora de sete meses. Parecia até que eu estava vendo a Clarisse no dia em que ela apareceu no consultório pela primeira vez. Alta, forte, bela…
— Entra, Marcinha. Cadê mamãe, não veio hoje?

Era difícil para mim disfarçar a frustração. Normalmente, após a consulta, eu liberava a Marcinha e dava uma boa foda na mãe dela, que cada vez estava mais gostosa e mais sacana. — Ah, Dinho, hoje eu vim sozinha. Nós achamos melhor ela não vir. Eu a acostumara a não ter vergonha de mim, de modo que, assim como a mãe, ela se despia logo que entrava na sala. Já estava quase nua quando percebi que chorava.
— Que foi, querida? brigou com o Ronaldo? conta pra mim, vamos, desabafa com teu padrinho.
— Briguei não, Dinho, pior que isso, sabe que a indiferença é pior que a raiva?
— Como assim?
— A gente não briga, nem ao menos discute mais. Olha, ele mal tem olhado pra mim, não me toca nunca. Parece que tem nojo, disse que tem horror da minha barriga. Que só quer saber de mim, quando eu ficar bonita denovo.
— Mas você não tenta excitá-lo?
— EXCITÁ-LO? Dinho, ontem eu peguei ele desprevenido e botei o peru dele na minha boca. Sabe que ele me empurrou e foi embora sem uma palavra? Eu estou ficando maluca.
— É, isso não é nada bom, Marcinha. Nada bom mesmo.
— Ah, não se preocupa, eu ando dando uns jeitinhos. Não me olha assim, não tenho mais ninguém. O Ronaldo é meu único homem, o rival dele é isso aqui.

Com um sorriso triste, me mostrou as mãos, mexeu os dedos, colocou um deles na boca, tudo em gestos lentos mas bem espontâneos.
— E você consegue se satisfazer assim?
— Não é a mesma coisa, mas sempre evita que eu enlouqueça.
Que estranho “eu já vi esse filme”, pensei. Será possível?
Firmei os olhos naquela deusa em forma de menina-mulher e mal pude acreditar que era eu que estava falando:
— Senta aqui, querida. Mostra pro Dinho como é que você faz..

Foto 1 do Conto erotico: O MÉDICO DE FAMÍLIA

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Comentários


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lucasemarcia Comentou em 15/04/2026

Quem é mais safado? o médico ou a paciente? Delicia de conto, parabéns. Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O MÉDICO DE FAMÍLIA

Codigo do conto:
259467

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
15/04/2026

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1

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