Minha Imaginação Fértil Rendeu

Olá, apenas narrarei as fantasias de uma pessoa normal; alguém como eu sou ou você é, sem dotes, sem perfeições de Deuses Nórdicos, sem aberrações ou sadismo, mais tão somente um mix de tesão, curiosidade, inexperiência e vontades inibidas.O fato aconteceu em Natal/RN, a algum tempo atrás, tratava-se de um fim de semana normal, sem nenhuma novidade, já passavam das 21:00 hrs de uma sexta-feira, cuja semana transcorreu sem novidades, a mesmice de sempre, e eu estava mais uma vez me dirigindo para o flat em Ponta Negra, onde morava sozinho durante a semana, e no sábado voltaria para minha casa e família no Estado vizinho de PE. Decidi então tomar um banho e sair para jantar fora, ou ao menos comer algo diferente, ver gente, desopilar. Minha primeira reação, como de costume foi se dirigir ao shopping Sea way pois estava acostumado e conhecia bem o local. Com o avançar das horas, o movimento do shopping começou a diminuir normalmente, decidi então pagar o consumo e ir para o flat, nesse momento, a caixa do barzinho, que a muito me observava, sem eu perceber, perguntou-me: – É chato beber sozinho, não é? Pelo jeito você também não é daqui?
– Você está duplamente certa, não sou daqui, e realmente é um saco beber sozinho, mais como você descobriu?
– Simples, você só se levantou para ir ao banheiro, e afinal de contas eu sinto a mesma sensação de solidão, pois estou aqui na mesma situação, à trabalho.

Assim, começamos um papo bem agradável, descontraído e sem maldade para ambas as parte. E nessa conversa, rolou até uma carona, ela morava na zona norte, o extremo do meu flat. Lá chegando, um lugar simples porém descontraído, Raysa me ofereceu uma cerveja, no que aceitei sem problemas. O papo rolava solto, até que em um determinado momento, ouvi-se a porta da casa se abrir, era Luana, que dividia a mesma casa com Raysa.

Houve uma breve apresentação, e a Luana pediu licença e foi tomar banho, posto que também tinha chegado do trabalho. Como disse, a casa era humilde, havia uma pequena sala, interligada a cozinha, estilo cozinha americana, um outro cômodo, que deduzi ser o quarto, e o banheiro. Só que, tudo sem portas entre eles, de onde se via a silhueta da Luana tomando banho. Confesso que fiquei um pouco embaraçado com a cena, porém quando ela começou a tirar a roupa, fiquei de logo excitado. A Raysa percebendo a situação, ofereceu-me outra cerveja, talvez para que eu pudesse ver melhor, acreditar no que meus olhos viam, e até me recompor, pois minha ereção foi quase que instantânea.
sensualidade com que ela tratava as coisas, parecia que tudo que ela tocava se transformava em sexo, em prazer. Já a Luana era mais encorpada, robusta, tipo malhada de academia 75 kg, pernas bem torneadas, roliças, cinturinha de pilão, como dizemos por aqui, mais tinha uma bundinha que era coisa de cinema, devia ter uns 105 cm e totalmente arrebitada, bem distribuída nos seus quase 1,80 de altura. Literalmente um pedaço de mal caminho.
A conversa já ia pra lá de animada quando a Luana perguntou-me se eu era liberal ou careta, se eu tinha algum tipo de preconceito, eu tenho imaginação fértil, mais não achei que fosse tanto assim, e respondi-lhe que nunca tive problema com nada, mais devolvi a resposta: por que? Talvez esse tenha sido meu erro! As duas chegaram-se mais próximo de mim, e trocaram caricias e deram um beijo na boca de quase um minuto, mais daquele tipo de beijo, que chega a dar água na boca de tanta vontade, logo em seguida a Luana começou a tirar o baby doll de Raysa e esta começou a tirar minha roupa sem muita timidez, e até com uma certa ansiedade. Em instantes estávamos todos nus, trocando caricias e beijos. Observei que a Luana quase nunca tocava em mim, e quando o fazia, era muito superficial, já a Raysa não, era com muito carinho e sensualidade.

Não demorou muito e estava eu sendo chupado pela Raysa, enquanto que a Luana não deixava ela quieta, era dedos e mãos escorregando sobre o corpo dela e o cheiro de sexo que exalávamos já tinha incensado toda a casa. Ficamos nessa posição por um bom tempo, até que a Luana, que sempre dava as idéias e as vezes chegava a ser ordens, sugeriu que trocasse de posição. Foi ai que comecei a chupar a Raysa, sabe aquela bucetinha raspadinha, que com certeza ela tinha acabado de raspar no banho, lisinha, pois é, parecia coincidência, mais eu sempre gostei de poucos pelos, lá estava a Raysa deitada no tapete da sala, eu por cima dela, fazendo o que mais gostava e sabia, que era deixar uma mulher louca com uma chupada, e a Luana veio por trás de mim, deitou-se nas minhas costas e começou a morder e arranhar meu corpo com as unhas, e foi descendo, percorrendo e deixando meu corpo todo arrepiado, até que parou na minha bunda, abrindo minhas pernas e lambendo meu saco, virilha, cochas e voltou para meu cuzinho, pincelando a língua, e introduzindo-a sempre um pouco.
Foi um sensação que nunca havia sentido, pois sempre fui hetero, e nunca ninguém tinha feito algo parecido, a cada introduzida da língua de Luana, eu descontava todo meu prazer na Raysa, mordendo o seu clitóris, fazendo-a puxar o tapete com as mãos de tanta excitação, fazendo-a gozar, escorrendo um líquido tão quente e cheiroso que dava gosto. Raysa não aguentando pediu para ser penetrada, e foi logo puxando um preservativo, sei lá de onde saiu, colocou na boca e vestiu em mim usando as mãos só para segurar meu membro que estava a ponto de bala, me puxando logo em seguida para cima dela e com as mãos, ficou brincando na entrada de sua buceta, até eu introduzir a cabeça que latejava na espera de ser engolida por aquela grutinha avermelhada, de inicio fiquei dando pequenas estocadas, até que ela mesma segurou na minha bunda e puxou todo meu corpo ao seu encontro.

O grito da Raysa, foi alto, que fez ela ir abrindo toda a perna, o me dava uma chave de cintura. Eu estava tão envolvido com a pressão que a buceta da Raysa dava no meu cacete, e com a temperatura dentro dela, que nem via mais a Luana. Até que novamente senti-a me abraçar por trás, e novamente começar a me chupar o cuzinho, só que desta vez, ela passou algum tipo de gel e logo o meu cuzinho começou a piscar e até a arder um pouco, mais eu tava tão envolvido com a Raysa, que pensei ser normal, foi quando senti um dedinho da Luana forçar a entrada do meu cuzinho, de inicio, isso me deixou tremendamente perturbado e até diminui o ritmo das estocadas na xoxota de Raysa, o que fez ela perceber imediatamente e me pedir para mudar de posição, desta vez, de joelhos no tapete, apoiou seu corpo em cima do sofá, ficando de quatro com todo seu sexo à mostra, dei umas estocadas na bucetinha dela, que já estava totalmente encharcada e lubrificada, depois ela mesmo puxou com as mãos minha rola, e introduziu no cuzinho dela, dizendo ser ali o máximo de tesão e prazer que sentia.
apertando a camisinha e amarrando-a, eu tentei sair também, mais a Luana pediu para esperar, pois tínhamos que sair juntos, quando conseguimos desengatar, vi que havia um pênis de borracha ou silicone, com duas pontas, uma menor e mais fina, estava no meu cuzinho, e outra bem maior, e super grossa, estava na buceta de Luana, e o anel central desse cacete era preso a cinta de couro que vestia Luana.
Nos levantamos e fomos ao banheiro, elas entram na ducha primeiro, eu estava com as pernas bambas e com o cuzinho ardendo, só neste momento é que pude ver a xoxota cabeluda que Luana ostentava, carnuda, e com uma enorme quantidade de pelos, elas me puxaram para a ducha e começaram a me ensaboar, a Luana já estava super carinhosa comigo, só que, quando a água escorreu pelo rego da minha bunda, senti um ardor enorme, e fiquei todo arrepiado, elas perceberam e foram me abraçar e me acariciar, ficamos na ducha por uns 10 min até que elas começaram a se beijar de novo e eu novamente no meio das duas, recebendo caricias e retribuindo-as, até rolar um beijo meio inesperado da Luana comigo, uma coisa muito estranha, mais gostoso.

Logo após, a Luana saiu do banho saltando toda molhada pela casa e foi pegar mais cerveja, e ficamos, eu e Raysa conversando embaixo d´água, onde ela me confessou que a Luana não curtia muito homens e sempre fazia isso com os paqueras, casos e namorados que ela arrumava. E começou a falar que tinha a maior vontade de ver a Luana levando vara de verdade de um homem, nisso meu cacete começou a ficar duro de novo, e começamos a nos beijar, foi quando a Luana chegou reclamando do silêncio que estávamos fazendo, puxando-nos pelos braços, e caímos os três na cama de casal que havia no quarto, ainda com os corpos molhados, começamos a nos chupar mutuamente. De início a Luana deitada e por cima da Raysa a chupava, e eu por trás de Raysa dando altas chupadas naquela buceta avermelhada pelo sexo que havia feito.

Depois a Raysa me deu um preservativo, piscando o olho para mim maliciosamente, e deitou-se de bruços e era chupada pela Luana, que ficava com as ancas pra cima e eu cai de boca naquela potranca, no entanto não saia da cabeça ver aquele rabão todo, malhado, duro, e com marquinha de biquini asa delta, virado pra mim e não me saia da cabeça também o que a Raysa tinha comentado no banho, sem falar no ardor que eu sentia no meu rabo por conta daquela escrota pervertida, nisso a Raysa pediu para que Luana colocasse a cinta com o tal membro, senti um arrepio na alma só de lembrar, mais aí, só as duas fizeram uso daquele artefato, e a Luana metia com tanta força em Raysa que dava para escutar o barulho, eu continuava chupando a Luana por trás, e vez ou outra pincelava a língua na entrada do cuzinho dela, e via que ela se arrepiava toda e ainda aumentava as estocadas em Raysa foi quando a Raysa fez a mesma coisa com a Luana, passou as pernas na cintura dela e travou seu corpo com o de Luana.

Não perdi tempo, coloquei a camisinha, subi por trás em Luana e fui metendo a vara naquele cú que só gostava de ver pica de borracha, de início ela reclamou um pouco, mais ai a Raysa puxou-a pelos cabelos e deu um baita beijo de boca nela, ficamos nesse movimento por mais alguns instantes, até que, no movimento de entra e sai dos três, meu pau escapou para fora do cú de Luana, e eu já engatado com o corpo por cima dela, decidi que era a hora dela sentir o veneno que tinha injetado em mim, e nem pensei duas vezes, mirei meu pau na entrada da sua xoxota já recheada com o pauzinho da cinta e com cuzinho dela aberto e forcei a entrada, entrando só a cabeça, no que a Luana parou geral os movimentos e retrucou, dizendo que ali não! A Raysa percebendo o que estava acontecendo, apertou mais ainda as pernas dela, enrolando-as com as de Luana e abraçou-a de tal forma a deixá-la imobilizada, e falou bem alto para eu meter de uma só vez.
Nem deixei ela terminar a frase, e desci todo o peso do meu corpo em cima das duas, entrando o meu cacete de uma só vez, sem dó nem remorso na buceta cabeluda da Luana, que começou a berrar e se contorcer, e implorar, dizendo que estava doendo, e aos prantos de choro. Raysa, ria bem alto, e não parava de ordenar que eu não parasse de forma alguma, e que a Luana iria aprender, sentindo na pele, o que ela fazia todas vezes com ela Raysa e com os homens que ela trazia. Com a continuidade dos movimentos, de entra e sai da minha pica na Luana, começava a ficar com menos pressão, ou seja, que a musculatura já havia relaxado mais e se acostumado com o diâmetro que à penetrava, e ela já não reclamava mais, nem xingava mais, apenas ouvia-se uns soluços baixinhos.

A Raysa soltou os braços de Luana e foi diminuindo a pressão que fazia nas pernas dela, para deixá-la imóvel, e começou a acariciá-la com as mãos, enxugando as lágrimas que ainda escorriam do rosto, terminando num beijo terno e doce, uma mistura de saliva, suor e lágrimas. As duas começaram a rebolar e voltaram com os movimentos de vai e vem, com aquela coisa socada nas bucetas delas, não demorou muito e já estavam anunciando o gozo, e eu acelerei as estocadas naquela que seria a melhor e maior bunda que já teria comido em minha vida, quando comecei a gozar, a pressão por conta do tesão era tão grande que senti escorrer pela minha virilha e pernas um líquido, que achei ser esperma, nem liguei, gozei farta e profundamente, mais uma gozada que nunca havia tido em toda minha vida, algo que nem posso descrever, só ouvia os uivos do meu ser pondo para fora toda minha fome, tesão e prazer!
consentimento dela. Não tive nem tempo de responder, quando me vi já estava por cima dela, de início na buceta, na velha e boa posição de frango assado, só para dar mais tesão e lubrificar mais antes de enrabá-la de novo. Qual não é minha surpresa, quando a Raysa vendo tudo aquilo, diz em voz alta que também não iria ficar de fora, e que a minha condição de continuar com aquilo, seria deixá-la usar de novo a cinta em mim.

Eu já tava engatado mesmo, já havia levado na noite anterior, pensei e nem fiz questão, a Raysa começou a rir e foi logo instalando o “equipamento” nela e em mim, nisso a Luana que já levava vara na bunda e rebolava como uma verdadeira cadela no cio, puxou um outro vibrador, debaixo do travesseiro, e introduziu em sua buceta, eu levei um baita susto, quando ela ligou, pois tocava no meu cacete, separado apenas pela película que divide a vagina do ânus. Foi o que me tirou a atenção de Raysa, e ficamos os três ali engatados, sendo penetrados mutuamente, até gozarmos, primeiro a Luana, que soltava uivos de tesão, pois estava gozando na buceta e no cuzinho também, depois foi a Raysa, que se excitava com os gritinhos de Luana, e começou a gozar, e por fim eu, que fico até sem jeito de confessar, mais já havia gozado comendo o cuzinho de Luana, e continuei fazendo o mesmo movimento, e pela primeira vez, sentia prazer, e acho que também gozei pelo cu, pois com as estocadas que a Raysa dava em mim, meu cacete não baixava, e eu não conseguia pedir para ela parar, pois a sensação era estranha, diferente, mais muito bom.

Depois disso, tivemos inúmeros encontros e transamos de formas, posições e lugares diferentes, trocando sempre de papéis, e que nós vamos contar, ora eu escrevendo ora Luana, ora Raysa.

Foto 1 do Conto erotico: Minha Imaginação Fértil Rendeu

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Comentários


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comocasais Comentou em 16/04/2026

Votado.

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lucasemarcia Comentou em 16/04/2026

Sensacional! No final já estava gostando! Bjos, Ma & Lu




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Minha Imaginação Fértil Rendeu

Codigo do conto:
259499

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
16/04/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5