O vigilante me fez gozar.

Eu estava há mais de uma semana na estrada. Trechos longos, quase intermináveis por Minas. E como estava precisando de uma grana extra, no meio da viagem de volta para São Paulo, aceitei um frete de um galpão logístico para o qual eu já transportava cargas há um tempo.

Quando cheguei à empresa, encostei na portaria, no balcão da expedição e falei com o cara sobre o meu carregamento.

Ele me disse que tinham tido problemas com uma das empilhadeiras e que o carregamento estava atrasado. Que havia nove carretas na minha frente eu teria que esperar até a manhã do dia seguinte.

Aquilo me enfureceu. Eu não esperava por isso.

_ São as ordens, seu Luiz, disse o cara. Neste caso, a empresa tem um convênio com uma pousada onde o senhor pode pernoitar sem custos. É só chegar e apresentar esta autorização.

Eu saí dali muito insatisfeito rumo ao meu caminhão. No meio do pátio encontrei um cara do carregamento e perguntei a ele sobre um banheiro que eu pudesse usar.

_ O único por aqui fica naquela portaria no final do pátio atrás dos caminhões, senhor.

Eu segui até a portaria que me foi indicada. Lá estava o vigilante, um homem na casa dos 50, baixinho e cabelos grisalhos.

Quando me aproximei. Ele se levantou da cadeira para me receber. Me olhou dos pés à cabeça.

Eu conhecia aquele olhar. Ele disse se chamar Marcos.

_ Preciso dar uma mijada, Marcos, disse a ele.

Ele assentiu, olhou discretamente na direção da minha virilha e abriu passagem. Eu passei por ele rumo ao banheiro.

Era por volta das sete da noite. Já estava escuro. Acendi a luz do banheiro, que estava sem porta, enquanto a luz da portaria permaneceu apagada.

Eu abri o botão e desci o zíper. Tirei o pau pra fora e comecei a mijar. Eu estava apertado há muito tempo, a bexiga cheia.

Encostei a mão contra a parede enquanto segurava o pau com a outra mão para mirar no vaso.

Olhei de lado para a porta e me surpreendi ao ver o reflexo do vigilante olhando para mim enquanto mijava. O cara tava me manjando.

O vigilante safado, fingindo que ia lavar as mãos, entrou no banheiro, mas eu sabia o que ele queria ver. E ele viu. O pau grosso e pesado meia bomba na minha mão. Deixei ele olhar.

Quando terminei de mijar, dei aquela chacoalhada e guardei.

O Marcos já estava sentado na sua cadeira. Aí puxei conversa.

_ Os caras só vão liberar minha carga amanhã. Vou ter que ficar no caminhão, ou ir até esta pousada, disse a ele mostrando o papel de autorização de pernoite.

_ Aquele lugar é sujo, uma espelunca de marca maior.

_ Então não tem jeito, vou ter que me arrumar na minha boleia mesmo, respondi.

Ele olhou para mim. Senti que queria falar algo, mas estava hesitando com certa timidez, ponderando se daria o próximo passo.

Eu apertei o pau por cima da calça, deixando o pauzão de lado, marcado. Seu olhar foi direto, sem disfarçar mais. Os olhos arregalados.

_ Eu sei de um lugar onde o senhor poderia ficar. Um lugar limpo e aconchegante, além de discreto.

Quando ele falou a palavra, discreto, eu ri de lado por baixo do bigode. O cara estava me passando uma cantada na cara dura.

Eu abri um botão a mais na camisa. Ele olhou pro meu peito cabeludo.

Eu olhei e vi uma cadeira. - Posso sentar aqui um minuto, perguntei já sabendo a resposta.

Depois disso eu provoquei o cara um pouco, dei a ele o que ele queria.

_ Eu tenho um quarto vago em minha casa, não me custaria hospedar o senhor por uma noite. O senhor poderia descansar decentemente. Eu tenho umas cervejas geladas na geladeira e posso fazer uma janta rapidinho para nós.

_ Você não tem mulher, Marcos, perguntei.

_ Não, ele respondeu. Vivo só.

_ Ok. Eu vou aceitar as cervejas se você me deixar comprar a pizza.

Ele riu de satisfação.

_ Eu saio as 22h. O senhor pode fechar o caminhão e me encontrar no estacionamento. Meu carro é aquele Fiat Uno, ali, disse apontando pro carro antigo.

Depois disso eu retornei para o caminhão, arrumei uma mochila pequena e fiquei preparado esperando a hora de sairmos. Enquanto isso, fiquei mexendo no celular, lendo e respondendo mensagens.

Na hora combinada eu fechei o caminhão. Um outro motorista me cumprimentou com um aceno de cabeça enquanto eu atravessava o pátio escuro. Quando cheguei próximo do Uninho, Marcos já estava com o motor ligado só esperando eu chegar.

Assim que entrei no carro no banco ao lado do motorista, Marcos me disse que já havia pedido a pizza e que iríamos passar na pizzaria para pegar.

Durante o trajeto até a pizzaria, quase não trocamos palavras. Eu podia sentir que ele estava agitado, antecipando o que poderia acontecer. Em dado momento, sem que eu esperasse, ao passar a marcha, antes de voltar a mão ao volante, ele deliberadamente encostou a mão no meu pau. Eu não disse nada, nem ele também.

Ele parou o carro diante do comércio. Eu tirei a carteira do bolso para entregar dinheiro a ele, mas ele não olhou para trás, apenas seguiu e entrou no local.

Enquanto esperava, abri a camisa completamente e também coloquei a mão no pau por dentro da calça para colocá-la na posição correta para atingir Marcos do jeito certo. O pau marcado na calça.

Eu o vi sair com a pizza na mão rumo ao carro. Ele abriu a porta e parou, ficou estático olhando para mim dentro do Fiat. Não falou nada, mas seu jeito disse tudo. Me mexi no assento e dei uma pegada no pau da forma mais natural e corriqueira do mundo. Ele ficou vidrado. Entrou no carro e só então me pediu para segurar a pizza.

O caminho até sua casa foi rápido. Uma rua tranquila. Ele abriu o portão eletrônico e entramos na garagem.

Descemos do carro e ele foi direto à porta da frente. Abriu e me deu passagem para entrar.

Assim que a porta se fechou atrás de mim. Coloquei a pizza sobre a mesa.

_ Pode me dar um minuto, meu Senhor? perguntou ele me pedindo autorização para estar na própria casa e sumindo pelo corredor em seguida.

Eu olhei ao redor, a casa estava limpa. Fui até a cozinha, abri a geladeira e me servi de uma cerveja. Abri a caixa da pizza e peguei um pedaço. Me sentei no sofá enquanto ele se preparava para mim. Eu sabia disso.

Passei a mão pelo peito peludo, imaginando o porvir.

Quando ele retornou, parou no meio da sala, olhou para mim sentado à vontade no sofá. Eu olhei diretamente em seus olhos. - Estou a sua disposição, meu Senhor, ele falou simplesmente

Não respondi nada, afinal nada precisava ser dito. Apenas afastei as pernas oferecendo espaço a ele, que se moveu na minha direção e veio se aninhar entre minhas coxas.

Ele olhou para mim, com olhos de súplica.

Avançou até a fivela, abriu o cinto, puxou o zíper. Quando enfiou a mão na cueca e tirou meu pau para fora, ficou parado por um segundo só olhando, a respiração presa. Era muita coisa para um homem do tamanho dele.

_ Adoro sentir este cheiro maravilhoso, conseguiu dizer entre tremores de excitação.

Quando me envolveu com a boca, entendi que o cara havia nascido para aquilo. Para servir.

Ele sabia como mamar num macho, usava a língua. Passava na cabeça da rola e depois chupava. Lambia o pau inteiro e depois colocava na boca o mais que podia, sempre solícito. Seus olhos encontraram os meus. Lambeu minhas bolas peludas enquanto segurava o pau e batia no seu rosto com a verga. Gemia baixinho enquanto fazia a chupeta. Deu para perceber o quanto o cara gostava de chupar. Os minutos se arrastaram. Ele acariciava meu corpo, seus dedos entrelaçaram em meus pelos.

Quando ele se levantou diante de mim, não disse nada, apenas olhou na direção da porta do quarto que havia no final do corredor.

Ele foi na minha frente. Eu o segui com as calças abertas, o pau duro latejando de tesão.

Quando ele parou diante da cama, começou a se despir. Eu tirei os sapatos, terminei de tirar a camisa, arriei as calças. Quando olhei para ele entendi tudo.

Marcos não era um homem comum. Tinha um pauzinho muito pequeno cuja pele cobria-o todo. Parecia um clitóris.

_ Como pode ver senhor, nunca poderia dar prazer a quem quer que seja com o que tenho aqui, falou com sinceridade e deferencia. Mas o que o senhor tiver para me dar…, recebo tudo.

Eu me aproximei dele, coloquei a mão em seu ombro e o guiei na direção da minha rola novamente. Ele voltou a chupar, as duas mãos segurando-me. A língua ávida a procurar.

_ Seu sabor é tão…, tão delicioso, disse Marcos de um jeito subserviente.

Eu peguei em seu braço e o levantei do chão. Indiquei a cama apenas com o olhar. Ele subiu no colchão e ficou de quatro, esperando para levar rola.

Eu me aproximei dele, encostei o pau em seu buraquinho, mas não o penetrei imediatamente, esfreguei a pica em seu reguinho. O buraquinho piscando de desejo.

Me aproximei dele, senti o cheiro do banho. Toquei seu ofício com a ponta da língua, os pelos do bigode roçavam-lhe a pele sedenta por prazer. Ele gemeu, ainda mais.

Quando ele percebeu que eu estava prestes a fodê-lo, ele falou:

_Senhor, já faz tempo desde a última vez, seja generoso comigo. Mas mesmo que eu peça para parar, não pare.

Eu, como um bom senhor, atendi o seu pedido. Entrei devagar, mas constante. Sentia suas pregas se afastarem para eu passar. Ele arfou e gemeu entre os dentes.

_Por favor, meu Senhor, foi a única coisa que ele conseguiu dizer. Eu comecei a comer seu buraquinho com força. Ele gemia de dor e prazer ao mesmo tempo. Seu corpo me recebia até o talo.

_Era isso que você queria desde o momento que entrei naquela portaria, não é mesmo?

_Sim, senhor, quando chegou, meu corpo se acendeu. Quando te vi pelo reflexo e vi sua magnitude tive certeza que o desejava.

Minutos depois ele já estava completamente entregue, meu pau latejando dentro dele. Quando chegou o momento em que não poderia mais segurar, anunciei o gozo. E ele se moveu sob meu corpo empinando a bunda um pouco mais para que eu pudesse ir ainda mais fundo.

Eu senti seu cuzinho me apertar a pica. Urrei de tesão e despejei dentro dele. Um, dois, três…, seis jatos fortes de leite direto no fundo daquele cuzinho.

Meu peito peludo suado de encontro às costas dele. Ele respirava ofegante, sem se mexer, sentindo-me respirar na sua nuca.

Depois do banho fomos até a sala, a cerveja havia esquentado e a pizza esfriado.

Dormi na cama dele como se fosse minha. Na manhã seguinte, assim que me ligaram para falar da minha carga, me levantei. Antes de sair, escrevi meu telefone num papel que havia sobre o aparador da entrada. Ele segurou o papel.

_ Semana que vem talvez esteja de volta, foi o que eu disse ao me despedir e virar as costas ao entrar no carro de aplicativo que havia chamado.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario engmen

engmen Comentou em 17/04/2026

Sempre contos bem escritos e excitantes, muito bom!

foto perfil usuario mrtop

mrtop Comentou em 17/04/2026

Nossa, eu gosto demais dos seus textos. Já li outros seus, mas sumiram. Volta a escrever. Votado.

foto perfil usuario negroexpert

negroexpert Comentou em 17/04/2026

Fantástico!!




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil luizativo
luizativo

Nome do conto:
O vigilante me fez gozar.

Codigo do conto:
259572

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/04/2026

Quant.de Votos:
8

Quant.de Fotos:
0